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Rede de Credenciados: A parceria e a colaboração continuam sólidas mesmo em ano de pandemia

Rede de Credenciados: A parceria e a colaboração continuam sólidas mesmo em ano de pandemia

Mesmo em um ano de adversidades como tem sido 2020, com a chegada da pandemia de Covid-19 e forte volatilidade nos mercados, a Rede de Credenciados da Abrapp continua a dar frutos. É uma rede sólida que tem uma parceria consolidada entre o sistema Abrapp e dezenas de stakeholders. Atualmente, a Rede conta com 21 empresas credenciadas.

Trata-se de um produto exclusivo para instituições financeiras, consultorias, empresas de sistemas, auditorias, seguradoras e demais organizações do mercado que tenham interesse em estabelecer um relacionamento mais amplo e contínuo com as associadas. As empresas credenciadas aparecem em veículos de comunicação (site, revista, blog), entre outras mídias, possibilitando a valorização da marca institucional e posicionamento estratégico de apoio.

Como credenciadas da Rede, a Abrapp amplia a exposição de suas marcas e produtos para um grande número de profissionais e dirigentes das EFPC. As empresas credenciadas aparecem na maior “vitrine” da previdência complementar fechada do mercado brasileiro, possibilitando a valorização da marca institucional e posicionamento estratégico de apoio. A adesão à rede é realizada por um período de 12 meses às empresas e profissionais que atuam no setor.

Por outro lado, as associadas têm à disposição uma diversificada carteira de fornecedores que oferecem produtos e serviços para atender suas necessidades. O acesso a esse catálogo não tem custo. Em síntese, as associadas da Abrapp têm acesso fácil e direto a um pool de empresas de diversas áreas de atuação. Nossa intenção é que as associadas busquem a Rede de Credenciados para participar dos processos de concorrência na contratação de algum produto ou serviço.

Atualmente a Rede de Credenciados é formada pelos seguintes parceiros: BB DTVM, Mercer, PPS Portfolio Performance, S&P Dow Jones Índices, Aberdeen Asset Management, BNY Mellon, CM Corp Soluções, Conduent, Fator, Gruppo Investimentos, JCM – Junqueira de Carvalho e Murgel Advogados, LUZ Soluções Financeiras, PFM Consultoria e Sistemas, Porto Seguro Investimentos, Schroders, Grupo Stratus, Tôrres Florêncio Corrêa Oliveira Advogados, Vinci Partners, Willis Towers Watson, Jive Investimentos e Bocater Advogados.

Clique aqui para mais informações.

Para fazer parte da rede credenciada entre em contato:

Carmem Signorini- Executiva de Contas – Tel: +55 11 94969-6924

E-mail: carmem.signorini@c8mkt.com.br

Jornal O Globo destaca crescimento de planos família em meio à pandemia

Em reportagem com o título “Planos família de fundos de pensão crescem até na pandemia”, o Jornal O Globo desta segunda-feira, 14 de dezembro, repercutiu o crescimento dos planos voltados aos familiares de participantes das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), destacando o patrimônio de R$ 206 milhões em dois anos de criação dos planos.

A reportagem traz dados da Abrapp, que mostra que já são 20 planos família em operação com mais de 27 mil participantes, e a expectativa é que esses planos acumulem um patrimônio de R$ 2 bilhões em dois anos. Foi destacada ainda a vantagem tributária trazida por esses planos.

Além de depoimento do Diretor Presidente da Abrapp, Luis Ricardo Martins, a reportagem do Jornal O Globo traz ainda experiência da Vivest, Valia, Previ e BB Previdência com os planos família, e declaração de participantes que aderiram a planos familiares oferecidos pelas entidades e demonstram satisfação com os resultados.

Semana ENEF: Abrapp divulga Guia de Educação Financeira “Futuros Poupadores”

Semana ENEF: Abrapp divulga Guia de Educação Financeira “Futuros Poupadores”

Entre as ações que a Abrapp está promovendo durante a 7ª Semana Nacional de Educação Financeira – Semana ENEF está a divulgação do Guia de Educação Financeira “Futuros Poupadores”, elaborado pela Comissão Técnica Nordeste de Estratégias e Criação de Valor da Associação.

O objetivo do guia é despertar a importância da educação financeira em crianças e adolescentes, estimulando a formação de indivíduos conscientes e disciplinados. Para isso, o conteúdo oferece aos pais e responsáveis dicas relevantes sobre como administrar o orçamento e os recursos familiares a partir dos quatro pilares da educação financeira: Ganhar, Gastar, Poupar e Doar.

“Ensinar os filhos a ter uma relação saudável com o dinheiro deve ser uma das preocupações primordiais da família. Afinal de contas, o aprendizado adquirido na infância se reflete na fase adulta, quando os jovens precisam cuidar de si mesmos e da própria vida”, diz a abertura do guia, que é dividido em 8 capítulos.

No guia são apresentadas ainda algumas reflexões que ajudam as crianças a entender desde cedo como o planejamento financeiro pode aproximá-los da realização de sonhos e objetivos. Acesse o material completo aqui.

IMK: Projetos de lei para harmonização entre abertas e fechadas contemplam propostas da Abrapp

IMK: Projetos de lei para harmonização entre abertas e fechadas contemplam propostas da Abrapp

A Subsecretaria do Regime de Previdência Complementar apresentou, nesta quinta-feira (26), dois projetos de lei para a harmonização das diferenças entre entidades abertas e fechadas de previdência complementar e a regulamentação da entrada das EAPC na previdência complementar do servidor público, conforme comando da EC 103/2019 (Reforma da Previdência).

A apresentação aconteceu na reunião do Grupo de Trabalho sobre Entes Federativos da Iniciativa de Mercado de Capitais (IMK), do qual a Abrapp participa, juntamente com outras entidades de mercado. A SURPC é representada pelo Subsecretário Paulo Valle e a Coordenadora Geral de Diretrizes e Normas de Previdência Complementar, Marcia Paim.

Os projetos de lei alteram pontos da Lei Complementar 108/2001 e da Lei Complementar 109/2001, e atendem várias das propostas defendidas pela Abrapp, ressalta o Diretor-Presidente da Associação, Luís Ricardo Martins.

“Estão sendo contemplados temas há muito discutidos em nosso sistema, que agora vêm à tona no projeto de lei. Parabenizamos a Subscretaria pelo trabalho de fôlego. O assunto é árido, tem muitas peculiaridades e sabemos as dificuldades de fazer a harmonização”, ressalta o Diretor-Presidente da Abrapp. “Vamos fazer uma análise, nos debruçar sobre as propostas apresentadas, mas em um primeiro momento já podemos adiantar que houve vários avanços”, notou Martins, lembrando que essa discussão deverá terminar no Parlamento brasileiro.

Planos família e inscrição automática – Dentre os principais avanços inseridos nos projetos está a possibilidade das entidades fechadas gerirem planos família na previdência complementar dos servidores públicos e a inscrição automática para o sistema como um todo. “É um tema fundamental para o fomento e há convencimento geral de todos a respeito. E agora foi contemplado no projeto de lei”.

Martins acrescenta que as propostas também reforçam a segregação patrimonial, corroborada pelo CNPJ por plano, e a manutenção da estrutura das entidades multipatrocinadas na LC 109/2001.

Natureza privada e incentivos – Outro ponto importante contemplado é o enfoque na natureza privada dos recursos dos planos operados pelas entidades fechadas de previdência complementar, questão especialmente importante para as entidades ligadas ao poder público.

“Sentimos falta do apontamento dos incentivos tributários para a previdência complementar fechada, em que pese ser tema da legislação específica. Mas isso vamos discutir ainda, gostaríamos de ver contemplada essa possibilidade”, ressalta o Diretor-Presidente da Abrapp.

Martins observa que as discussões e estudos continuam e haverá mais uma reunião do GT na semana que vem. O IMK é formado por representantes do governo federal e do Ministério da Economia, junto com participantes de outros ministérios, autarquias como a CVM e a Previc, e organizações da sociedade civil. Além da Abrapp, também participam desse GT a Fenaprevi, a Cnseg, a B3, a Anbima e a Susep.

Associadas de Abrapp e Sindapp aprovam propositura de Ação Coletiva face ao TCU

As associadas da Abrapp e do Sindapp aprovaram, nesta quarta-feira (04), o ingresso de Ação Coletiva face ao Tribunal de Contas da União (TCU), frente o avanço fiscalizatório dos tribunais de contas sobre as entidades fechadas de previdência complementar regidas pela Lei Complementar 108/2001.

A iniciativa envolverá duas ações: Mandado de Segurança a ser impetrado pelo Sindapp e ADPF – Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental a ser ingressada pela Abrapp. O escritório contratado será Piquet, Magaldi e Guedes, que possui três décadas de experiência em prática frente ao TCU e atuação efetiva nas cortes do STF e do STJ.

“É um momento histórico para o crescimento do sistema. É mais do que pensar na situação de uma entidade individualmente ou na atuação frente a um órgão que possa incomodar, o que administramos bem, mas solucionar uma situação que não tem cabimento e fundamento constitucional”, destacou o Diretor-Presidente da Abrapp, Luís Ricardo Martins.

Luís Ricardo Martins ressaltou que o problema da sobreposição de fiscalização do TCU e da Previc não é novo. Ao longo de décadas esta situação já foi objeto de pareceres expedidos por renomados juristas, cuja argumentação reforça a tese da incompetência dos tribunais de contas para fiscalizar as entidades fechadas.

O parecer jurídico mais recente, contratado pelo Sindapp, foi emitido neste ano pelo jurista Carlos Ari Sundfeld, professor titular de Direito da FGV-SP e especialista na área do Direito Público. Leia aqui a entrevista com Carlos Ari Sundfeld.

O Diretor-Presidente do Sindapp, José de Souza Mendonça, acrescentou que a propositura decorre após diversas tentativas da Abrapp e do Sindapp de equacionamento dessa situação junto ao TCU ao longo dos anos.

O Diretor responsável pelas Comissões Técnicas de Assuntos Jurídicos, Jarbas Antonio de Biagi, reforçou que o assunto foi exaurido em debates pelos colegiados. Ele alertou que a fiscalização dos tribunais de contas traz o risco maior de decisões conflitantes.

“Temos situações no âmbito das entidades regidas pela LC 108/2001 nas quais o TCU têm uma interpretação e a Previc tem outra, em uma posição esquizofrênica. Afora o custo para as EFPC de terem que responder às fiscalizações e o custo para a sociedade de ter dois órgãos fiscalizando o mesmo segmento”, observou Jarbas.

O Diretor ressaltou que na convocação da Ação Coletiva há previsão de que a questão também poderá ser tratada no âmbito dos tribunais de contas estaduais e municipais.

Jarbas acrescentou que o assunto é relevante e emblemático. “O papel das associações é representar e proteger. Aprovada a Ação Coletiva, protegeremos as EFPC e o próprio regime de previdência complementar”, completou.

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