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Previ entrou para o ranking Top 5 para projeções do IPCA do Banco Central para dezembro de 2020

A Previ ficou no 5° lugar das projeções de inflação (IPCA) a médio prazo na lista referente a dezembro de 2020, divulgada pelo Banco Central dos participantes do Boletim Focus. Essa conquista coloca a entidade pela terceira vez consecutiva no ranking Top 5 das instituições com maior acerto. Em outubro do ano passado, ficou em 4º lugar no câmbio de curto prazo e na 5ª colocação em câmbio de médio prazo. Já em novembro, subiu para a 2ª posição no câmbio de curto prazo e se manteve em 5º lugar no de médio prazo.

A projeção do IPCA tem um caráter especial para as entidades fechadas porque as metas atuariais dos planos utilizam a inflação como parâmetro. O IPCA 2020 surpreendeu o mercado ao fechar o ano em 4,52%, acima do centro da meta de 4% definida pelo Banco Central.

“Apesar das adversidades e dos desafios socioeconômicos, consequências do cenário que vivemos por causa da pandemia, mantivemos o foco e a determinação ao analisar o cenário socioeconômico. O resultado mostra a qualidade do nosso corpo técnico e chancela o nosso trabalho entre as instituições que detêm maior índice de acerto das suas projeções”, disse, Ricardo Serone, Diretor de Planejamento em exercício da Previ.

“Ao figurar entre as cinco instituições de maior grau de precisão do mercado, a Previ mostra o quanto tem aprimorado a sua capacidade de previsão”, diz a Previ através de comunicado.

Petros – Outra fundação que tem figurado em vários meses no ranking Top 5 do Banco Central é a Petros. A entidade ficou entre as cinco instituições com maior acerto nas projeções do IGP-M nos meses de agosto, setembro e outubro de 2020. A Petros figurou ainda no grupo Top 5 nas projeções do IPCA em agosto do ano passado.

Sobre o ranking – Mensalmente o Banco Central elabora o ranking Top 5, sistema de classificação das instituições baseado no índice de acerto de suas projeções de curto, médio e longo prazo. Essa análise do desempenho dos participantes da pesquisa incentiva o aprimoramento da capacidade preditiva e reconhece o esforço analítico empregado. As projeções são feitas por instituições que atuam no mercado financeiro, como bancos, gestoras de recursos e consultorias, além de empresas do setor real que possuem equipes especializadas que projetam as principais variáveis macroeconômicas.

Plenária 1: Formar poupança é imprescindível

Plenária 1: Formar poupança é imprescindível

“Esse é um evento da nata da poupança de longo prazo”. Essas foram as primeiras palavras do economista Gustavo Loyola, sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada e ex-Presidente do Banco Central, ao abrir a Plenária 1 do 41º Congresso Brasileiro de Previdência Privada (CBPP), dedicado ao tema “O Brasil e o Mundo Pós-Covid: Desafios Econômicos e Sociais”, mediado pela jornalista Mara Luquet. O detalhe é que ele e os demais expositores voltaram por diversas vezes a essa que é uma temática cara à nossa vertente fechada da previdência privada.

O Secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco Leal, por exemplo, deixou claro que o regime de capitalização continua sendo um projeto acalentado pelo Governo, adicionado de uma maciça educação financeira e previdenciária para que os brasileiros entendam a importância da acumulação de reservas para a sua aposentadoria e para o investimento na atividade econômica, enquanto o também economista e igualmente ex-Presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, sublinhava a necessidade de as instituições financeiras virem a contribuir para essa missão educativa.

Caso a capitalização deixe de ser um desejo para voltar ao centro das estratégias do Governo, adiantou Bruno Bianco, virá com certeza acompanhada do estabelecimento de um benefício mínimo, atraindo assim uma maior aceitação popular. Nesse ponto Loyola notou o quanto o regime de acumulação de reservas individuais combina com o cada vez maior entendimento por parte da sociedade de que garantir a aposentadoria é também uma tarefa dos indivíduos e não mais uma responsabilidade apenas do Estado. “No lugar de apenas proteger os mais vulneráveis através de programas de transferência de renda, o Brasil deve empoderar os brasileiros”, resumiu Loyola. Nesse ponto Goldfajn completou: “e uma forma importante de fazer isso é através da disseminação da educação financeira e previdenciária”.

Exemplo asiático – O sucesso dos países asiáticos, prosseguiu Goldfajn, deixa evidente o peso da contribuição da educação não apenas para a produtividade e a economia de modo geral, mas também para a redução da desigualdade e até para o desenvolvimento de atitudes que ajudam as sociedades a diminuir os efeitos de uma pandemia como a enfrentada nesse momento.

Nessa mesma direção, Bruno Bianco sublinhou o acerto das políticas desenvolvidas pelo Governo no sentido de fortalecer a sociedade diante da pandemia do Covid-19 e das profundas mudanças no mercado de trabalho. “Conseguimos preservas empregos e empresas e a economia está em uma trajetória de recuperação.”, disse, apresentando números que comprovam isso e acrescentando que o maior desafio agora é ajustar a seguridade brasileira a um novo modelo em que o vínculo empregatício perde força.

Proteção e treinamento –  Os obstáculos enfrentados pelo Governo tendem a ser maiores considerando características difíceis de combinar. De um lado, as pessoas inclinam-se a mostrar uma  baixa qualificação para o emprego, enquanto de outro lado é alto o custo da contratação pelo empregador. Diante disso, as políticas públicas em andamento buscam não só proteger, por meio de programas de transferência de renda, como treinar o trabalhador para elevar a sua qualificação e ao mesmo tempo em que as autoridades e as lideranças políticas estudam novas formas de contratação.

Tudo isso demanda o avanço das reformas estruturantes na agenda política e a importância disso foi sublinhada pelos três expositores, que viram aí algo absolutamente essencial na construção de uma estabilidade macroeconômica que permita ao País superar os atuais obstáculos. Leal celebrou o sucesso da reforma paramétrica aprovada há 1 ano na Previdência e mostrou simpatia por uma outra, agora mais estrutural, no futuro.

Além do apoio ao avanço das reformas, uma outra unanimidade manifestada pelos expositores foi no sentido do reconhecimento do retorno da atividade econômica, uma tendência de recuperação que, entretanto, o País terá dificuldades em manter. Ainda que a jornalista Mara Luquet, moderadora no painel, tenha visto em Loyola sinais de um maior otimismo. Ele mais ou menos confirmou, mas foi taxativo: “o Brasil pode sim vencer os desafios, mas não será uma tarefa fácil”. Conspiram contra essa facilidade os exíguos limites fiscais, uma vez que a dívida pública já beira os 100% do PIB e, por conseguinte, as dificuldades que o Governo enfrenta para dar continuidade ao pagamento do auxílio emergencial, algo que tende a frear a atividade econômica.

Vacina é o que mais importa –  Mais importante ainda, porém, no entender de Goldfajn, é a efetiva disponibilidade de uma vacina contra o Covid-19, pois esse é a seu ver o fator mais determinante a impactar a economia. “Se as vacinas não demorarem a chegar, a recuperação da economia irá se manter, até mesmo um pouco independentemente do pagamento do auxílio emergencial”, sentenciou.

Para ele, uma vacinação mais ampla e a competência maior ou menor na gestão da dívida pública é que serão determinantes para a continuidade do atual movimento de recuperação da economia brasileira. O desafio é grande porque, na sua opinião, o País gastou provavelmente em excesso e agora precisa colocar ordem na casa.

Diversificação em renda variável e vantagens do Pix pautam discussões do primeiro dia de Seminário

Diversificação em renda variável e vantagens do Pix pautam discussões do primeiro dia de Seminário

A parte da tarde do primeiro dia do 9º Seminário Gestão de Investimentos nas EFPC trouxe uma discussão de extrema relevância diante do momento atual de busca por maior diversificação dos portfólios das fundações. Com 700 participantes, o evento online e ao vivo iniciou nesta quinta-feira 15 de outubro. Confira a palestra de abertura e os primeiros painéis do dia.

Diversificação em Renda Variável

Lucas Ferraz Nóbrega, Diretor Presidente da Fundação Libertas, moderou o painel que tratou Estratégias para Diversificação em Renda Variável, composto por gestores especializados que destacaram diferentes estratégias de alocação de investimentos no segmento. No painel, Alexandre Sabanai, Gestor dos Fundos de Ações da Perfin Asset Management, abordou as as perspectivas para o índice Bovespa, destacando o período de crise devido à pandemia de COVID-19 e já as perspectivas de recuperação. “Passamos meses atípicos este ano, entre março e abril, mas tivemos um retorno surpreendente nessa retomada devido a um processo de injeção de liquidez global e de expansão monetária ao longo da principais economias desenvolvidas”.

No Brasil, Sabanai citou o processo de endividamento para que se pudesse dispor de liquidez e propiciar, tanto às pessoas físicas quanto jurídicas uma espécie de expansão monetária vinda de um lado de maior endividamento do governo. “De certa forma, temos o lado negativo, que é o fiscal, mas tem o lado positivo, que trouxe um colchão de liquidez para que muitas das pequenas e médias empresas não quebrassem. Essa liquidez é um pilar importante”.

A expectativa de normalização da atividade, conforme se tenha a disponibilidade de uma vacina, levou ao mercado um ponto relevante que precifica os ativos, destacou Sabanai. “Além disso, temos as eleições americanas e, passando as eleições, o grande pilar de importância se dará em relação à guerra comercial entre Estados Unidos e China, que deixou de ficar no radar devido à pandemia, mas deve voltar a ser discutido”. Ele destacou que houve uma perspectiva de um cenário mais conservador para a bolsa brasileira nesse período, e esse cenário permanece em torno dos 120 mil pontos, e não mais do que isso. “Vemos dois setores com peso grande no índice Bovespa, com riscos razoáveis: o setor de bancos, que representa praticamente 30% do índice; e o de commodities, que tem um peso de 25% no índice. Os demais setores compõem um bloco mais otimista”, destacou.

Segundo Sabanai, há ainda dois novos fatores de análise de risco na bolsa, incorporados no final de 2018, ligados aos aspectos sociais e ambientais, compondo o índice ASG e se tornando mais explicitados junto à governança. “Passamos a dar notas relacionadas a esses itens”, disse. “Temos um bom processo de screening desses critérios incorporados”. Ele salientou que os aspetos ASG devem ser olhados de forma mais ampla, incluindo iniciativas nas gestoras, destacando as ações que a Perfin realiza dentro desses aspectos. “O ASG deve fugir um pouco do óbvio, olhando as iniciativas que as próprias gestoras estão tomando”.

Fatores – Em seguida, Rodrigo Pereira Maranhão, Sócio e Gestor da Kadima Asset Management, abordou o investimento em fatores, ou factor investing. “Fatores são características que, no longo prazo, explicam, pelo menos parcialmente, a diferença de retornos entre ativos, no caso, ações, de longo prazo. Assim, você pode gerar retornos acima do benchmark no longo prazo. São comuns as evidências que os fatores funcionam no mundo inteiro”, destacou.

Segundo ele, há uma série de fatores tendendo a remunerar o investidor no longo prazo, e no factor investing o papel do gestor é gerar essa exposição de forma sistemática. “É possível dividir as ações em grupos sob a métrica de fatores e medir o resultado no longo prazo. Os quatro grandes tipos de fatores são momento, valor, risco e qualidade”, disse Rodrigo, ressaltando que é importante tomar cuidado com a sobreposição de fatores. “Temos muitas possibilidade de combinar fatores, avaliando qual momento do ciclo econômico se deve entrar, tentando mapear qual fator vai performar melhor no futuro e tentando encontrar uma asset allocation efetiva entre os fatores”.

Em alguns momentos, Rodrigo explicou que um fator que tem o melhor retorno pode ter um risco muito grande. “Quando temos uma exposição alvo, tentamos minimizar os riscos colocando pesos entre fatores. Tendo calculada a exposição de cada fator, podemos otimizar a carteira de forma a minimizar os riscos que no longo prazo não vão gerar retorno extra, mas ao mesmo tempo, ter uma exposição-alvo a riscos que me remuneram no longo prazo”, destacou.

Nova economia – Iniciando uma abordagem sobe nova economia, Pablo Riveroll, Head de Gestão de Renda Variável Brasil e Latam da Schroders, falou sobre a velha e a nova bolsa brasileira dentro de um viés ASG e quantitativo. “Falarei de três pontos são parte dos nossos processos de investimentos e essenciais. O primeiro deles é a nova economia”. Segundo ele, a nova economia gera crescimento, impacto, lucratividade e sustentabilidade, empresas inovadoras estão mudando a forma de consumo no Brasil.

“Dentro desse grupo de nova economia, temos ainda saúde a custos mais acessíveis, acesso a internet a saneamento, e muitas empresas estão retirando barreiras de entrada de novos negócios para diminuir preços. Muitos modelos de negócios no Brasil tem um dinamismo forte, mas é importante saber selecioná-los e investir”, destacou Riveroll. Ele ressaltou que na bolsa brasileira há uma exposição pequena a essa nova economia.

Segundo ele, com o uso big data, ou análise de dados, há maior convicção em relação às teses de investimento. “O acesso a dados é fundamental competitivamente entre os gestores”. No modelo quantitativo de alocação e controle de risco, Riveroll demonstrou como são selecionados países, por exemplo, na composição do portfólio de um fundo de investimento. “Em vez de otimização, é usada uma abordagem de alocação simples, do pior para o melhor”.

Na abordagem ASG em escala global, a visão de Riveroll sobre sustentabilidade está direcionada a retornos. “Buscamos boa gestão e bons fundamentos do negócio usando duas ferramentas principais: a primeira incorpora todos os dados em termos de relatórios e mede controvérsias; e a outra faz uma análise de portfólios que incorpora custos e benefícios gerados para a economia”, complementou.

Pix e Revolução nos Meios de Pagamento

O último painel do dia contou com uma apresentação sobre um tema que está em pauta no momento, diante da avalanche de inovações nos meios de pagamento do Brasil: o Pix. “O processo de pagamentos faz parte do dia a dia das entidades e dos participantes, e isso impacta diretamente nosso sistema”, disse Luiz Paulo Brasizza, Diretor de Investimentos da Volkswagen Previdência Privada e Diretor Vice-Presidente da Abrapp, moderador o painel. “Temos que tratar isso inclusive pensando na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), pois trataremos de dados extremamente importantes”, destacou. “Certamente teremos que adequar nosso sistemas à essa nova realidade”, ressaltou Brasizza.

Angelo J. Mont’alverne Duarte, Chefe do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, destacou todo o processo de mudança do sistema financeiro até se chegar no Pix, que é um projeto do BC junto ao setor privado. “O Banco Central iniciou, recentemente uma série de projetos que estão ficando maduros nesses últimos anos para se ter um sistema financeiro mais eficiente. O Pix é um dos principais, mas há outros, como open banking, que está em andamento”, disse. “O objetivo é trazer mais eficiência e mais competição também, viabilizando que instituições financeiras consigam competir em escala menor”.

Ele explicou qual é o contexto do novo ecossistema de meios de pagamento. “Apesar da digitalização ser forte, com transferências bancárias e cartões, havia lacunas, e uma delas era o tempo em que as transações se dão. Em vários desses meios de pagamento, com cartões, boletos e transferências, há uma demora para que recursos sejam transferidos do pagador ao recebedor”, citou, falando ainda sobre o desenho mais enxuto do Pix em que instituições se conectam a essa plataforma sem intermediários. “Por fim, o papel moeda, ainda muito utilizado no Brasil, é um meio de pagamento ineficiente e muito caro. Qualquer redução do papel moeda trará um retorno à sociedade muito grande”.

Angelo citou as sete características que tornam o Pix único: velocidade, disponibilidade, segurança, conveniência, multiplicidade de casos de uso, informações agregadas, e ambiente aberto. “No Pix, os recursos transitam de uma conta para outra em poucos segundos”, disse. “Além disso, o Pix é um sistema construído do zero, sem legado, e traz uma série de características de segurança modernas”. Os casos de uso abrangem tanto pagamentos de governo quanto outros tipos de pagamento. O ambiente aberto permite ainda que um leque maior de instituições possam operar nesse novo meio de pagamento. “Já temos 980 instituições em processos de adesão ao Pix”.

O Banco Central vê a questão tecnológica como indutor de inovação, bancarização e competição, sem perder de vista a estabilidade do sistema, gestão prudencial e sigilo bancário, ressaltou Angelo. “A LGPD é mais uma camada que se põe à respeito dos dados pessoais”, complementou. O Pix estará em funcionamento pleno a partir do dia 16 de novembro.

Inovação – Em seguida, dois representantes do Hupp, hub da previdência privada organizado pela Abrapp e Conecta em parceria com a LM Ventures, fizeram apresentações sobre suas soluções em meios de pagamento: Piero Contezini, CEO e Fundador da Asaas, e Lucca Freire, Sócio da Trampolin.

A Asaas atua como instituição financeira com um atendimento que permite o pequeno cliente consiga acessar serviços financeiros que antes não teria acesso. O principal objetivo da Asaas é simplificar a cobrança de empresas por meio de automatização e disponibilização links, além de personalizar faturas de cobrança e oferecer meios de pagamento, que será facilitado com Pix, dando maior acesso a população que não é bancarizada. “O Asaas tem uma visão de tornar o recebimento de dinheiro algo muito fácil, de forma automática”, explicou Piero Contezini.

Já a Trampolin, plataforma de banking que fornece infraestrutura tecnológica para empresas que querem oferecer serviços financeiros aos seus usuários finais, oferece suporte técnico para quem quer construir e escalar experiências financeiras aos seus clientes, de APIs ao regulatório, oferecendo estruturas white label. “O banking é um complemento para a previdência. É uma grande oportunidade de abrir portfólio de produtos e serviços para os clientes da previdência privada”, disse Lucca Freire.

Rodada de Negócios – Com apresentações de cases e produtos, durante uma hora, os participantes do evento tiveram oportunidade de ver pitches de gestores e empresas especializadas em 20 estandes virtuais da área de exposições do centro de eventos online. Os pitches comerciais ocorreram simultaneamente, com duração de 15 minutos cada. Veja o tema de cada pitch:

 

  • XP INVESTIMENTOS » Como proteger capital em um ambiente que exige maior alocação em risco?
  • CAPTALYS ASSET MANAGEMENT » Fundos de Investimento da CAPTALYS em PRIVATE DEBT
  • CA INDOSUEZ WEALTH MANAGEMENT » Crédito Privado e suas oportunidades
  • KADIMA ASSET MANAGEMENT » Conhecendo os pioneiros da gestão quantitativa no Brasil
  • SULAMÉRICA INVESTIMENTOS » ESG e oportunidades que transformam: Fundo Total Impacto
  • VINCI PARTNERS » A Construção de Fofs Utilizando um FIA como Consolidador
  • AVIVA INVESTORS » AVIVA – ESG na Gestão Ativa de Crédito
  • SCHRODERS » ESG na gestão de Investimentos em Ações
  • PERFIN INVESTIMENTOS » A euforia dos IPOs
  • SPARTA INVESTIMENTOS » Renda Fixa pós fixada ou atrelada à Inflação? Na Sparta temos ambas soluções, venha conhecer.
  • CLEARBRIDGE » Como escolher a estratégia de Renda Variável Global mais adequada a entidade de Previdência Complementar
  • J.P. MORGAN ASSET MANAGEMENT » Diversificação global: essencial para seus resultados
  • TAG INVESTIMENTOS » O que você tem feito com a gestão estratégica da sua carteira?
  • BNP PARIBAS ASSET MANAGEMENT » Importando soluções de investimentos ao redor do mundo
  • MAG INVESTIMENTOS » Estratégias Globais Sustentáveis em Ações da Aegon Asset – O Portfólio Sustentável de Alta Convicção!
  • INDIE CAPITAL » Filosofia Indie de Investimentos
  • I9 ADVISORY » Outsourced Chief Investment Officer: gestão de recursos alinhada ao passivo atuarial e objetivos de retorno
  • FRANKLIN TEMPLETON » Investindo em inovação no exterior e em crédito no Brasil
  • MAUA CAPITAL » Geração de Alpha em Mandatos Enquadrados
  • STEP STONE GROUP » Por quê Private Equity?

Ainda dá tempo de participar da Rodada de Negócios que acontecerá nesta sexta-feira, dia 16 de outubro, programada para iniciar a partir das 10h20. Cada pitch tem lotação máxima; se programe com antecedência.

Acompanhe a cobertura do evento no Blog Abrapp em Foco.

O 9º Seminário Gestão de Investimentos nas EFPC é uma realização da Abrapp com apoio institucional da UniAbrapp, Sindapp, ICSS e Conecta. O evento conta com patrocínio Black da XP Investimentos; Ouro da Aditus, Aviva Investors, BNP Paribas Asset Management, Indosuez Wealth Management, Captalys, ClearBridge Investments, Hancock Asset Management Brasil, Indie Capital, J.P. Morgan Asset Management, Kadima Asset Management, MAG Investimentos, Perfin Asset Management, Schroders, Sparta Fundos de Investimento, Sulamérica Investimentos, TAG Investimentos, Vinci Partners; Bronze da Franklin Templeton, i9Advisory Consultoria Financeira, Mauá Capital, StepStone; e apoio da ARX.

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