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Comissões Técnicas e Comitês da Abrapp desenvolvem projetos em consonância com Planejamento Estratégico

Comissões Técnicas e Comitês da Abrapp desenvolvem projetos em consonância com Planejamento Estratégico

Centrado em transformar o sistema de previdência complementar em uma prioridade de estado, estabelecer a Lei Proteção ao Poupador Previdenciário e consolidar os planos família adicionando 600 mil novos participantes, o Planejamento Estratégico da Abrapp para o triênio 2020-2022 é referência para que as diversas Comissões Técnicas e Comitês desenvolvam projetos em consonância com essas metas aspiracionais.

A partir desse trabalho, as novas ações e produtos desenvolvidos pelas diferentes áreas da Abrapp acabam tendo forte integração, conforme explica Augusto Reis, Diretor da Abrapp responsável pelo acompanhamento das ações previstas no Planejamento Estratégico. “Estamos em sintonia com o Planejamento Estratégico. O que foi planejado rebateu nas Comissões e Comitês. Isso reflete uma mobilização da Abrapp”, destaca Augusto.

Segundo ele, essa mobilização fortalece as ações, fazendo com que um tema de uma área gere repercussões nas demais. “Nada melhor, na construção das ações, do que envolver os possíveis interlocutores de áreas diferentes contribuindo, assim, para haja repercussão do trabalho, ajudando na confecção dos projetos”, diz. “O que dá uma satisfação muito grande é o fato de termos uma verdadeira sintonia fina entre o que vai ser produzido com o que foi definido como prioridade de atuação”, reitera.

Projetos estratégicos – A partir das três metas aspiracionais definidas no Planejamento de 2020-2022 do Sistema Abrapp, foram estabelecidos 10 projetos estratégicos que pautarão as atividades da Abrapp, Sindapp, ICSS, UniAbrapp, Conecta, bem como das Comissões e Comitês no ano de 2021.

São eles: Novo Posicionamento do Sistema; Tributação e Incentivo à Poupança de Longo Prazo; Cultura Comercial; Eficiência do Legado; Serviços Compartilhados e Techs; Governança e Processos Valorizados; Qualificação e Certificação Profissional para um Novo Tempo; Comunicação e Cultura de Construção de Patrimônio Futuro; Círculo Virtuoso: Ética, Integridade e ASG; e + Participação Associativa.

Cada projeto se ramifica em uma série de ações que serão trabalhadas ao longo do ano por diferentes áreas, sendo estruturado, assim, um trabalho conjunto em sinergia com os principais objetivos do sistema, conforme explicou Augusto Reis. “O importante desse resultado de propostas é que essas ações estejam vinculadas, cada uma delas, a um dos 10 projetos previstos”, destaca.

Ações prioritárias – Para trabalhar em um novo Novo Posicionamento do Sistema, foram desenhadas oito principais ações que envolvem especialmente a área jurídica; de governança e riscos; de servidores públicos; de estratégias e criação de valor; de inovação e tecnologia; e de Recursos Humanos.

No projeto de Tributação e Incentivo à Poupança de Longo Prazo, também são contempladas oito ações abrangendo as áreas de assuntos jurídicos; investimentos; previdência associativa; contabilidade; planos previdenciários; governança e riscos; servidores públicos; e estratégias e criação de valor.

Já no desenvolvimento da Cultura Comercial do sistema, são 11 ações sendo planejadas não somente pela Abrapp, com também pela UniAbrapp e a Conecta, e envolvendo as seguintes áreas: assuntos jurídicos; contabilidade; estratégias e criação de valor; Recursos Humanos; inovação e tecnologia; planos previdenciários; servidores públicos; e assuntos jurídicos.

A Eficiência do Legado é um dos projetos com mais ações a serem desenvolvidas este ano, sendo 13 temas prioritários a serem tratados pelas áreas de assuntos jurídicos; investimentos; contabilidade, planos previdenciários; inovação e tecnologia; e governança e riscos.

Também com 13 ações prioritárias, o projeto à Qualificação e Certificação Profissional para um Novo Tempo envolve especialmente UniAbrapp e ICSS e as áreas de contabilidade; Recursos Humanos; e governança e riscos.

Governança e Processos Valorizados terá 11 ações com envolvimento das áreas de assuntos jurídicos; governança e riscos; servidores públicos; investimentos; sustentabilidade; e planos previdenciários.

Para o projeto de Comunicação e Cultura de Construção de Patrimônio Futuro foram traçadas nove ações com maior envolvimento das áreas de estratégias e criação de valor e inovação e tecnologia.

Já para trabalhar no Círculo Virtuoso: Ética, Integridade e ASG, serão cinco ações com apoio da Comissão de Ética do Sindapp e das áreas de governança e riscos e sustentabilidade.

O projeto voltado aos Serviços Compartilhados e Techs envolverá em conjunto com a Conecta e a área de inovação e tecnologia.

Abrapp, ICSS, Sindapp e UniAbrapp desenvolverão ainda projetos referentes às cinco ações prioritárias traçadas com foco no desenvolvimento de maior Participação Associativa.

Augusto Reis ressalta que esse elenco de 84 ações enriquece a proposta de Planejamento Estratégico. “Temos expectativa que esses trabalhos e ações venham com a qualidade que realmente essas Comissões sempre tiveram para conseguir fechar a produção de projetos que acrescentem e influenciem positivamente o sistema”.

OABPrev-PR faz adequações à LGPD e à Resolução nº 32

OABPrev-PR faz adequações à LGPD e à Resolução nº 32

A OABPrev-PR se adequou às exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e da Resolução nº 32 do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), buscando dar maior segurança e confiança aos seus participantes. Com o auxílio de uma consultoria especializada, a entidade estruturou normas de privacidade e procedimentos internos assegurando maior proteção de seus dados, além de reestruturar seu site, tornando-o um facilitador do acesso à informação.

“Entendemos que a adequação à LGPD pela entidade vem a consolidar o processo de transparência que sempre mantivemos com nossos participantes”, diz o Diretor Presidente da OABPrev-PR, José Manuel Justo Silva, ao Blog Abrapp em Foco. Segundo ele, através da elaboração e divulgação da política de privacidade, a entidade dará uma resposta sobre os dados coletados e, principalmente, com quem eles são compartilhados. “Tudo isso visa a efetiva execução do contrato previdenciário. Em paralelo, a Resolução n° 32 do CNPC, sobre o acesso a informações básicas do plano e funcionamento da entidade, conduz na melhoria da comunicação e fortalece ainda mais a transparência”, destaca José Manuel.

Segundo ele, a entidade não está omitindo esforços para implantar o que está contido na LGPD e na Resolução. “Nosso participante, que é a razão primordial da nossa própria existência, tem o direito que assim procedamos”, reitera. “Temos consciência da importância dos meios digitais na interação com nosso público e em respeito aos nossos 17.200 participantes, não mediremos esforços de fazermos as adequações necessárias, visando sempre uma maior proteção dos seus dados pessoais a nós confiados”, afirma José Manuel.

LGPD – O ponto de início para a implantação da LGPD na entidade foi a mudança da teoria para a prática. Segundo José Ricardo Cavalcanti de Albuquerque (foto ao lado), Coordenador da OABPrev-PR, quando a Lei foi promulgada, a entidade começou a participar de cursos e palestras ainda em um âmbito muito teórico. “Quando se aproximou da entrada em vigor, não sabíamos se esse prazo seria prorrogado. Quando se confirmou, percebemos que a teoria tinha que virar prática”, declara.

Assim, a entidade se organizou internamente e José Ricardo foi nomeado Data Protection Officer (DPO), ou encarregado de dados da entidade, responsável também pela implantação da adequação à LGPD. “Assim, criamos o Comitê de Compliance, Segurança e Respostas a Incidentes, que na época tinha como integrantes um Diretor e dois Conselheiros, e hoje conta com dois Diretores, um membro do Conselho Deliberativo e um do Conselho Fiscal”, conta José Ricardo.

O Comitê fez um curso de capacitação para mapear dentro da entidade as atividades, políticas, regulamentos e trabalhos técnicos que precisavam entrar na adequação à Lei. “Vimos também que algumas entidades estavam em pontos mais avançados e outros menos avançados, e criamos uma Comissão com entidades do Paraná junto à Associação dos Fundos de Pensão do Paraná (Previpar) para trocar experiências”.

A partir de então, a entidade realizou um trabalho de conscientização, mapeamento de processos e implementação jurídica, que trata de documentos a serem produzidos com redação sobre o processamento de dados, incluindo uma política corporativa de privacidade da entidade. “Temos um Manual da LGPD que contempla esses pontos, mostrando como a entidade se comporta diante da Lei. A Política de Uso de Dados também está disponível em nosso site. O documento principal foi nossa Política de Privacidade, pois a LGPD não nos proíbe de compartilhar dados, mas é preciso saber quais são os dados e com quem eles são compartilhados. O nosso foco é dar transparência aos participantes nesse sentido”, explica José Ricardo.

A entidade criou ainda o Portal da Privacidade, um canal de acesso de requisição da informação sobre dados com uma estrutura interna de atendimento. “Também temos um workflow do exercício do direito do titular, com uma normativa de atendimento às requisições. Nosso cuidado é facilitar e registrar esses acessos. Mais do que gestores, somos usuários, e temos o direito de saber o que é feito com nossos dados”, destaca.

Resolução nº 32 – Além da LGPD, a OABPrev-PR já vinha trabalhando na adequação à Resolução nº 32 do CNPC. “Tínhamos o prazo até 31 de dezembro de 2020 para se adequar à Resolução, que exigia a disponibilização do resumo das atas dos Conselhos. Nos adequamos a vários detalhes, e o que mais chamou atenção foi a questão de deixar o participante conhecer o plano, mostrando quais são os requisitos de admissão. Para isso, precisávamos de uma ferramenta”, diz José Ricardo.

Assim, a entidade criou a página “Conheça o Plano”, com informações completas sobre o plano de previdência oferecido, adequando seu site com a disponibilização de uma área de Perguntas e Respostas que explica o que é a OABPrev-PR. “Tivemos o cuidado de nos comunicarmos. Isso dá transparência e mostra o que acontece dentro da entidade. Também criamos uma parte de solicitação de informações, abrangendo todos os canais de comunicação que os participantes podem ter com a gente”.

Petros fortalece transparência em adequação à Resolução nº 32

Petros fortalece transparência em adequação à Resolução nº 32

Com o compromisso de fortalecer a transparência com os participantes, a Petros se dedicou à implementação de 100% das exigências da Resolução nº 32, do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), que dispõe sobre os procedimentos que devem ser observados por todas as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) na divulgação de informações dos planos aos seus participantes.

O projeto de adequação à Resolução pela entidade foi cumprido dentro do prazo estipulado em um trabalho coordenado pela área de comunicação da Petros, com participação da área de tecnologia da informação e área de controles internos, envolvendo todas as áreas de negócios. “Optamos por não contratar uma consultoria externa, fazer internamente e foi a melhor opção quando olhamos para os resultados, pois economizamos e conseguimos dar essa transparência solicitada. Fizemos dentro do prazo, o que mostra a seriedade da fundação e nosso compromisso. Estou muito satisfeito com o resultado”, diz Leonardo Moraes, Diretor de Riscos, Administração e Finanças da Petros, em entrevista ao Blog Abrapp em Foco.

Como resultado, Moraes avalia que a entidade garante mais transparência aos seus participantes, os quais agora trata como clientes, dando mais conhecimento e segurança sobre os processos da fundação, apesar de já atender anteriormente a parte dos requisitos exigidos pela legislação. “A gente já tinha mais da metade da Resolução atendida naturalmente, mas havia algum gap que tentamos cobrir, e o mais importante foi a divulgação de simuladores para os planos de Contribuição Definida (CD) e Contribuição Variável (CV) e o fortalecimento do nosso Relatório de Atividades”.

Adequação – Entre as ações implementadas pela Petros para adequação à Resolução nº 32 estão a atualização de informações, implementação de novas ferramentas e disponibilização de outras publicações, além das já existentes e divulgadas aos participantes. Já as mudanças decorrentes da nova regulamentação incluíram a atualização de simuladores dos planos e demonstrativos mensais de investimentos, além do acréscimo de informações no Relatório de Atividades. “Já fazíamos alguma divulgação sobre a área de investimento, mas agora ela é mais célere em relação à rentabilidade”, diz Moraes.

Além disso, passará a ser publicado um extrato de atas das reuniões dos Conselhos Deliberativo e Fiscal, com o cuidado da confidencialidade das informações. “Estamos divulgando esse extrato, que não é a ata completa por ter muita discussão estratégica, mas daremos o máximo possível de transparência sem que isso comprometa a estratégia da entidade”, explica.

Moraes destaca ainda a realização de lives técnicas com a Diretoria, que aproximam a Petros de seus clientes tanto na abordagem de assuntos mais técnicos quanto menos técnicos. “É importante também que a gente dê uma prestação de contas para os clientes. A Resolução nº 32 não nos obriga a fazer essas lives, mas é algo que espontaneamente decidimos fazer para aumentar nossa transparência”, diz.

Moraes ressalta que a pandemia de Covid-19, apesar de todos os seus pontos negativos e dificuldades impostas, mostrou que existem outras formas de comunicação, de maneira que já estavam disponíveis e que não eram utilizadas. “Isso fez com que a gestão da Petros ficasse mais próxima de seus clientes. Tivemos dificuldades, mas houve uma aceleração da realização de lives, por exemplo”.

Fortalecimento da transparência – Leonardo Moraes ressalta que o desejo da Petros é seguir fortalecendo a transparência de dados e de atos de gestão. “Falamos dessa mudança de mindset ao ver nossos participantes como clientes, e por isso eles merecem toda dedicação em darmos transparência. Nossos desejo é em virarmos um benchmark da indústria. A Resolução nº 32 é um catalisador e indutor dessas práticas”.

Segundo ele, a adequação à Resolução aumenta a credibilidade das EFPC. “Temos muitas ferramentas que facilitam essa adequação. Meu conselho para todo mundo é que se adeque, pois será super positivo para o relacionamento entre entidades e clientes”, reitera.

Resolução CNPC nº 32 reforça papel de entidades como consultoras de seus participantes

Resolução CNPC nº 32 reforça papel de entidades como consultoras de seus participantes

Aprovada em dezembro do ano passado, a Resolução CNPC nº 32/2019 traz avanços e modernização na prática da comunicação entre as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) e seus participantes ativos e assistidos. A norma já está em vigência, e as entidades têm até o dia 31 de dezembro para se adaptarem às exigências. “Com a pandemia, houve uma aceleração no processo de comunicação das entidades, e nesse sentido, trouxe maior acesso aos próprios assistidos”, diz Daniel Pereira, Sócio-Diretor da Consultoria Wedan, em entrevista ao Blog Abrapp em Foco.

Segundo Daniel, um dos principais avanços trazidos pela Resolução nº 32 é o fato das entidade estarem ganhando o conceito de consultor previdenciário, ou seja, de assessorar o participante não somente na adesão ao plano, mas durante o período contributivo e pós-laborativo, na formação de poupança e de constituição de reserva. “As entidades estão se mobilizando para melhorar seus simuladores. “O grande objetivo é mitigar o risco de frustração de benefício futuro que pode acontecer nos planos de Contribuição Definida e Contribuição Variável”, explica.

De acordo com as normas, os simuladores devem avançar um pouco mais de forma a fornecer ao participante alternativas. “Se eu adiar minha aposentadoria por mais 5 anos, ou melhorar meu nível de renda, ou se eu aumentar minhas contribuições, o que acontece com meu benefício futuro? São simuladores com um conceito inteligente, que oferecem alternativa aos participantes de forma a ter uma melhor maximização do benefício previdenciário”, explica Daniel.

“Temos percebido entidades fazendo movimentos, se mobilizando e contratando pessoas, desenvolvendo simuladores, mas mais do que isso, temos percebido que as entidades também devem exercer seu papel e gerenciar o risco de frustração inerente à sua população, seus participantes do plano de benefício. E elas, de forma proativa, devem auxiliar os participantes a melhorarem sua curva previdenciária, sobretudo em planos instituídos, que não têm a figura do patrocinador e exige maior esforço contributivo”, destaca Daniel.

Comunicação – Na parte de comunicação, a tendência é que as entidades fortaleçam o lado mais digital, promovendo modernização e uso das plataformas digitais que permitem que os participantes tenham informações de maneira mais célere. “Além de sites, é preciso disponibilizar notas técnicas atuariais. O RAI, que antes era muito robusto, agora deve ser dinâmico, com infográficos, mais objetivo e de fácil leitura, intuitivo, mudando a forma de comunicação”, diz Daniel.

Com a pandemia, houve uma aceleração no uso dessas ferramentas por parte das entidades, segundo o consultor. “As EFPC também aproveitaram essa oportunidade para ter maior participação em redes sociais, o que exige uma linguagem mais dinâmica. As entidades têm feito o dever de casa nesse sentido”, reitera.

Para o Diretor Presidente da Fundação Libertas, Lucas Nóbrega, a pandemia trouxe um grande desafio para a comunicação com os participantes, beneficiários, patrocinadores e instituidores. “O trabalho presencial que vinha sendo muito explorado por meio de palestras e atendimentos deu lugar a novas formas de comunicação, como atendimento com hora marcada, webinars, vídeos e interação via redes sociais. Nosso Instagram e LinkedIn foram as redes que mais cresceram desde março, em termos de seguidores e engajamento. Para 2021, nosso objetivo é termos novas frentes de comunicação, com base nas preferências dos participantes, para alcançarmos um engajamento ainda maior”.

Carla Tassini, Coordenadora de Comunicação e Relacionamento da Visão Prev, também destaca o compromisso da entidade com a transparência e a disponibilização das informações aos participantes. “Oferecemos a eles todos os dados e ferramentas para o melhor entendimento e gestão de seu plano”, diz.

Processo de adequação – A Gerente de Compliance da Libertas, Poliana Lemos da Silva, conta que quando a fundação iniciou o levantamento das ações que deveriam ser implementadas para adequação à Resolução nº 32, constatou que algumas já estavam sendo praticadas. “No levantamento inicial, a Libertas atendia a aproximadamente 40% das diretrizes”.

No primeiro momento, a legislação foi divulgada internamente na entidade para conhecimento das áreas e análise dos impactos em seus processos. “A reunião kickoff do projeto envolveu grande parte das áreas que apresentaram a análise inicial do conteúdo da norma. No segundo momento, a Gerência de Compliance conduziu com as áreas a formalização do plano de ação e a validação das ações já implementadas”.

Para melhor acompanhamento da adequação à legislação, a Libertas adotou a metodologia Kanban e vem acompanhando periodicamente a evolução do projeto. “Atualmente, a Libertas conta com 61% das ações já implementadas, e as demais ações encontram-se em andamento e estão sendo monitoradas para cumprimento dentro do prazo legal”, diz Poliana.

Os principais desafios identificados pela Libertas estão associados à adequação do site em relação às alterações no extrato do participante. “Algumas exigências acarretaram necessidade de adaptação operacional, como é o caso da obrigatoriedade da disponibilização de simuladores de benefícios nos moldes da legislação, e outra de adaptação dos processos internos, como a publicação do extrato das atas”, conta a Gerente.

Carla Tassini, da Visão Prev, também destaca que a entidade já pratica a maioria das demandas listadas na chamada Resolução da Transparência. “Isso atesta seu compromisso em transmitir informações de modo contínuo e confiável”, diz. Na Visão Prev, foi criado um grupo de trabalho multidisciplinar para ler, entender e discutir a Resolução nº 32 e, posteriormente, criar planos de ação. “Entre as poucas necessidades de adequação, foram feitas mudanças na elaboração do relatório detalhado de investimentos. Já trabalhávamos com todas as informações, mas readequamos formato e prazos. Além disso, fizemos alguns ajustes em nosso site para destacar ao participante informações necessárias e dar visibilidade a outras, como as atas das reuniões de Conselhos”, explica.

Em agosto, o Blog Abrapp em Foco publicou matéria sobre o processo de adaptação de outras fundações: ETQPrev, Regius e Família Previdência. “A Resolução nº 32 representa uma verdadeira revolução para nosso setor. É uma norma que aperfeiçoa a comunicação e a transparência e reconhece o uso da internet e dos meios digitais. É muito moderna e útil e reforça o caminho sem volta que a maioria das entidades já está trilhando”, disse Rodrigo Sisnandes, Diretor Executivo da Abrapp e Diretor Presidente do Família Previdência.

O Diretor Presidente da ETQPrev, Mauro Chaves, ressaltou que o advento da pandemia também promoveu a aceleração do processo do uso intensivo dos meios e plataformas digitais. Já o Diretor de Benefícios e Administração da Regius, Sandro Soares de Souza, considera a Resolução nº 32 como um marco no aperfeiçoamento da governança e transparência do sistema. Leia mais.

Vídeo de webinar TalkPrev sobre Resolução nº 32 está disponível na íntegra

Vídeo de webinar TalkPrev sobre Resolução nº 32 está disponível na íntegra

Foi disponibilizado no canal da Abrapp no YouTube o vídeo completo do webinar TalkPrev, evento organizado pela Comissão Técnica Leste de Estratégias e Criação de Valor da Abrapp no dia 29 de outubro. O webinar reuniu mais de 300 participantes on-line para discutir a Resolução CNPC nº 32, aprovada em dezembro do ano passado e vista por representantes e especialistas do setor como um avanço para a modernização na prática da comunicação entre as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) e seus participantes ativos e assistidos. A norma já está em vigência desde sua publicação no Diário Oficial da União em janeiro deste ano, porém, as entidades contam com o prazo até o próximo dia 31 de dezembro para se adaptarem às exigências.

Na ocasião, estiveram presentes para debater o tema Luís Ricardo Martins, Diretor Presidente da Abrapp; Rodrigo Sisnandes, Diretor Executivo e responsável pelo Colégio de Coordenadores de Estratégias e Criação de Valor da Abrapp; Devanir Silva, Superintendente Geral da Abrapp; Nádia de Moura Chagas Souza, Ouvidora-Chefe da Previc; e Willian Zanchetta, Coordenador de Relacionamento da Fundação Libertas. O evento contou com a moderação de Marcia Maria Dias Constanti, Coordenadora da Comissão Técnica Leste de Estratégias e Criação de Valor da Abrapp. Acesse aqui o vídeo na íntegra.

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