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Petros fortalece transparência em adequação à Resolução nº 32

Petros fortalece transparência em adequação à Resolução nº 32

Com o compromisso de fortalecer a transparência com os participantes, a Petros se dedicou à implementação de 100% das exigências da Resolução nº 32, do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), que dispõe sobre os procedimentos que devem ser observados por todas as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) na divulgação de informações dos planos aos seus participantes.

O projeto de adequação à Resolução pela entidade foi cumprido dentro do prazo estipulado em um trabalho coordenado pela área de comunicação da Petros, com participação da área de tecnologia da informação e área de controles internos, envolvendo todas as áreas de negócios. “Optamos por não contratar uma consultoria externa, fazer internamente e foi a melhor opção quando olhamos para os resultados, pois economizamos e conseguimos dar essa transparência solicitada. Fizemos dentro do prazo, o que mostra a seriedade da fundação e nosso compromisso. Estou muito satisfeito com o resultado”, diz Leonardo Moraes, Diretor de Riscos, Administração e Finanças da Petros, em entrevista ao Blog Abrapp em Foco.

Como resultado, Moraes avalia que a entidade garante mais transparência aos seus participantes, os quais agora trata como clientes, dando mais conhecimento e segurança sobre os processos da fundação, apesar de já atender anteriormente a parte dos requisitos exigidos pela legislação. “A gente já tinha mais da metade da Resolução atendida naturalmente, mas havia algum gap que tentamos cobrir, e o mais importante foi a divulgação de simuladores para os planos de Contribuição Definida (CD) e Contribuição Variável (CV) e o fortalecimento do nosso Relatório de Atividades”.

Adequação – Entre as ações implementadas pela Petros para adequação à Resolução nº 32 estão a atualização de informações, implementação de novas ferramentas e disponibilização de outras publicações, além das já existentes e divulgadas aos participantes. Já as mudanças decorrentes da nova regulamentação incluíram a atualização de simuladores dos planos e demonstrativos mensais de investimentos, além do acréscimo de informações no Relatório de Atividades. “Já fazíamos alguma divulgação sobre a área de investimento, mas agora ela é mais célere em relação à rentabilidade”, diz Moraes.

Além disso, passará a ser publicado um extrato de atas das reuniões dos Conselhos Deliberativo e Fiscal, com o cuidado da confidencialidade das informações. “Estamos divulgando esse extrato, que não é a ata completa por ter muita discussão estratégica, mas daremos o máximo possível de transparência sem que isso comprometa a estratégia da entidade”, explica.

Moraes destaca ainda a realização de lives técnicas com a Diretoria, que aproximam a Petros de seus clientes tanto na abordagem de assuntos mais técnicos quanto menos técnicos. “É importante também que a gente dê uma prestação de contas para os clientes. A Resolução nº 32 não nos obriga a fazer essas lives, mas é algo que espontaneamente decidimos fazer para aumentar nossa transparência”, diz.

Moraes ressalta que a pandemia de Covid-19, apesar de todos os seus pontos negativos e dificuldades impostas, mostrou que existem outras formas de comunicação, de maneira que já estavam disponíveis e que não eram utilizadas. “Isso fez com que a gestão da Petros ficasse mais próxima de seus clientes. Tivemos dificuldades, mas houve uma aceleração da realização de lives, por exemplo”.

Fortalecimento da transparência – Leonardo Moraes ressalta que o desejo da Petros é seguir fortalecendo a transparência de dados e de atos de gestão. “Falamos dessa mudança de mindset ao ver nossos participantes como clientes, e por isso eles merecem toda dedicação em darmos transparência. Nossos desejo é em virarmos um benchmark da indústria. A Resolução nº 32 é um catalisador e indutor dessas práticas”.

Segundo ele, a adequação à Resolução aumenta a credibilidade das EFPC. “Temos muitas ferramentas que facilitam essa adequação. Meu conselho para todo mundo é que se adeque, pois será super positivo para o relacionamento entre entidades e clientes”, reitera.

Resolução CNPC nº 32 reforça papel de entidades como consultoras de seus participantes

Resolução CNPC nº 32 reforça papel de entidades como consultoras de seus participantes

Aprovada em dezembro do ano passado, a Resolução CNPC nº 32/2019 traz avanços e modernização na prática da comunicação entre as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) e seus participantes ativos e assistidos. A norma já está em vigência, e as entidades têm até o dia 31 de dezembro para se adaptarem às exigências. “Com a pandemia, houve uma aceleração no processo de comunicação das entidades, e nesse sentido, trouxe maior acesso aos próprios assistidos”, diz Daniel Pereira, Sócio-Diretor da Consultoria Wedan, em entrevista ao Blog Abrapp em Foco.

Segundo Daniel, um dos principais avanços trazidos pela Resolução nº 32 é o fato das entidade estarem ganhando o conceito de consultor previdenciário, ou seja, de assessorar o participante não somente na adesão ao plano, mas durante o período contributivo e pós-laborativo, na formação de poupança e de constituição de reserva. “As entidades estão se mobilizando para melhorar seus simuladores. “O grande objetivo é mitigar o risco de frustração de benefício futuro que pode acontecer nos planos de Contribuição Definida e Contribuição Variável”, explica.

De acordo com as normas, os simuladores devem avançar um pouco mais de forma a fornecer ao participante alternativas. “Se eu adiar minha aposentadoria por mais 5 anos, ou melhorar meu nível de renda, ou se eu aumentar minhas contribuições, o que acontece com meu benefício futuro? São simuladores com um conceito inteligente, que oferecem alternativa aos participantes de forma a ter uma melhor maximização do benefício previdenciário”, explica Daniel.

“Temos percebido entidades fazendo movimentos, se mobilizando e contratando pessoas, desenvolvendo simuladores, mas mais do que isso, temos percebido que as entidades também devem exercer seu papel e gerenciar o risco de frustração inerente à sua população, seus participantes do plano de benefício. E elas, de forma proativa, devem auxiliar os participantes a melhorarem sua curva previdenciária, sobretudo em planos instituídos, que não têm a figura do patrocinador e exige maior esforço contributivo”, destaca Daniel.

Comunicação – Na parte de comunicação, a tendência é que as entidades fortaleçam o lado mais digital, promovendo modernização e uso das plataformas digitais que permitem que os participantes tenham informações de maneira mais célere. “Além de sites, é preciso disponibilizar notas técnicas atuariais. O RAI, que antes era muito robusto, agora deve ser dinâmico, com infográficos, mais objetivo e de fácil leitura, intuitivo, mudando a forma de comunicação”, diz Daniel.

Com a pandemia, houve uma aceleração no uso dessas ferramentas por parte das entidades, segundo o consultor. “As EFPC também aproveitaram essa oportunidade para ter maior participação em redes sociais, o que exige uma linguagem mais dinâmica. As entidades têm feito o dever de casa nesse sentido”, reitera.

Para o Diretor Presidente da Fundação Libertas, Lucas Nóbrega, a pandemia trouxe um grande desafio para a comunicação com os participantes, beneficiários, patrocinadores e instituidores. “O trabalho presencial que vinha sendo muito explorado por meio de palestras e atendimentos deu lugar a novas formas de comunicação, como atendimento com hora marcada, webinars, vídeos e interação via redes sociais. Nosso Instagram e LinkedIn foram as redes que mais cresceram desde março, em termos de seguidores e engajamento. Para 2021, nosso objetivo é termos novas frentes de comunicação, com base nas preferências dos participantes, para alcançarmos um engajamento ainda maior”.

Carla Tassini, Coordenadora de Comunicação e Relacionamento da Visão Prev, também destaca o compromisso da entidade com a transparência e a disponibilização das informações aos participantes. “Oferecemos a eles todos os dados e ferramentas para o melhor entendimento e gestão de seu plano”, diz.

Processo de adequação – A Gerente de Compliance da Libertas, Poliana Lemos da Silva, conta que quando a fundação iniciou o levantamento das ações que deveriam ser implementadas para adequação à Resolução nº 32, constatou que algumas já estavam sendo praticadas. “No levantamento inicial, a Libertas atendia a aproximadamente 40% das diretrizes”.

No primeiro momento, a legislação foi divulgada internamente na entidade para conhecimento das áreas e análise dos impactos em seus processos. “A reunião kickoff do projeto envolveu grande parte das áreas que apresentaram a análise inicial do conteúdo da norma. No segundo momento, a Gerência de Compliance conduziu com as áreas a formalização do plano de ação e a validação das ações já implementadas”.

Para melhor acompanhamento da adequação à legislação, a Libertas adotou a metodologia Kanban e vem acompanhando periodicamente a evolução do projeto. “Atualmente, a Libertas conta com 61% das ações já implementadas, e as demais ações encontram-se em andamento e estão sendo monitoradas para cumprimento dentro do prazo legal”, diz Poliana.

Os principais desafios identificados pela Libertas estão associados à adequação do site em relação às alterações no extrato do participante. “Algumas exigências acarretaram necessidade de adaptação operacional, como é o caso da obrigatoriedade da disponibilização de simuladores de benefícios nos moldes da legislação, e outra de adaptação dos processos internos, como a publicação do extrato das atas”, conta a Gerente.

Carla Tassini, da Visão Prev, também destaca que a entidade já pratica a maioria das demandas listadas na chamada Resolução da Transparência. “Isso atesta seu compromisso em transmitir informações de modo contínuo e confiável”, diz. Na Visão Prev, foi criado um grupo de trabalho multidisciplinar para ler, entender e discutir a Resolução nº 32 e, posteriormente, criar planos de ação. “Entre as poucas necessidades de adequação, foram feitas mudanças na elaboração do relatório detalhado de investimentos. Já trabalhávamos com todas as informações, mas readequamos formato e prazos. Além disso, fizemos alguns ajustes em nosso site para destacar ao participante informações necessárias e dar visibilidade a outras, como as atas das reuniões de Conselhos”, explica.

Em agosto, o Blog Abrapp em Foco publicou matéria sobre o processo de adaptação de outras fundações: ETQPrev, Regius e Família Previdência. “A Resolução nº 32 representa uma verdadeira revolução para nosso setor. É uma norma que aperfeiçoa a comunicação e a transparência e reconhece o uso da internet e dos meios digitais. É muito moderna e útil e reforça o caminho sem volta que a maioria das entidades já está trilhando”, disse Rodrigo Sisnandes, Diretor Executivo da Abrapp e Diretor Presidente do Família Previdência.

O Diretor Presidente da ETQPrev, Mauro Chaves, ressaltou que o advento da pandemia também promoveu a aceleração do processo do uso intensivo dos meios e plataformas digitais. Já o Diretor de Benefícios e Administração da Regius, Sandro Soares de Souza, considera a Resolução nº 32 como um marco no aperfeiçoamento da governança e transparência do sistema. Leia mais.

Vídeo de webinar TalkPrev sobre Resolução nº 32 está disponível na íntegra

Vídeo de webinar TalkPrev sobre Resolução nº 32 está disponível na íntegra

Foi disponibilizado no canal da Abrapp no YouTube o vídeo completo do webinar TalkPrev, evento organizado pela Comissão Técnica Leste de Estratégias e Criação de Valor da Abrapp no dia 29 de outubro. O webinar reuniu mais de 300 participantes on-line para discutir a Resolução CNPC nº 32, aprovada em dezembro do ano passado e vista por representantes e especialistas do setor como um avanço para a modernização na prática da comunicação entre as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) e seus participantes ativos e assistidos. A norma já está em vigência desde sua publicação no Diário Oficial da União em janeiro deste ano, porém, as entidades contam com o prazo até o próximo dia 31 de dezembro para se adaptarem às exigências.

Na ocasião, estiveram presentes para debater o tema Luís Ricardo Martins, Diretor Presidente da Abrapp; Rodrigo Sisnandes, Diretor Executivo e responsável pelo Colégio de Coordenadores de Estratégias e Criação de Valor da Abrapp; Devanir Silva, Superintendente Geral da Abrapp; Nádia de Moura Chagas Souza, Ouvidora-Chefe da Previc; e Willian Zanchetta, Coordenador de Relacionamento da Fundação Libertas. O evento contou com a moderação de Marcia Maria Dias Constanti, Coordenadora da Comissão Técnica Leste de Estratégias e Criação de Valor da Abrapp. Acesse aqui o vídeo na íntegra.

TalkPrev discute benefícios, oportunidades e desafios na implantação da Resolução nº 32

TalkPrev discute benefícios, oportunidades e desafios na implantação da Resolução nº 32

Foi realizado nesta quinta-feira, 29 de outubro, o TalkPrev, evento organizado pela Comissão Técnica Leste de Estratégias e Criação de Valor da Abrapp. Marcia Maria Dias Constanti, Coordenadora da Comissão, destacou que o TalkPrev foi idealizado no ano passado, tendo sido relido em formato presencial, e agora no formato virtual. O webinar reuniu mais de 300 participantes on-line para discutir a Resolução CNPC nº 32. Aprovada em dezembro do ano passado, a Resolução é vista por representantes e especialistas do setor como um avanço para a modernização na prática da comunicação entre as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) e seus participantes ativos e assistidos. A norma já está em vigência desde sua publicação no Diário Oficial da União em janeiro deste ano, porém, as entidades contam com o prazo até o próximo dia 31 de dezembro para se adaptarem às exigências.

Luís Ricardo Martins, Diretor Presidente da Abrapp, parabenizou a comissão por levar um tema atual e instigante para discussão. Ele ressaltou a experiência da Abrapp e a evolução dos tempos, destacando que o debate da Resolução nº 32 vem aperfeiçoar o sistema. “É preciso investir em comunicação e em tecnologia, e aperfeiçoar a informação para que o participante possa estar bem informado”. Ele destacou ainda o profissionalismo do sistema e a disseminação educacional. “Estamos no caminho certo. Precisamos que a informação chegue para que possamos poupar mais e poupar melhor”.

Rodrigo Sisnandes, Diretor Executivo e responsável pelo Colégio de Coordenadores de Estratégias e Criação de Valor da Abrapp, disse que a Abrapp, junto às suas associadas, fez um planejamento estratégico com base em um reposicionamento do segmento e uma mudança cultural forte, com a democratização do acesso a uma renda qualificada de longo prazo. “Preciso ter uma proteção maior de um número cada vez mais alto de pessoas”. Segundo ele, cada vez mais um número grande associadas tem entendido a importância de ajustar a forma de disseminar seu produto previdenciário. “Esse debate sobre a Resolução nº 32 é fundamental para a expansão do segmento, uma vez que é preciso comunicar, tendo pessoas acompanhando sua poupança previdenciária de forma digital”. Ele destaca que a transparência é fundamental para todos e que as entidades precisam se preparar para atender à Resolução 32 no prazo e traçar um plano, podendo identificar as dificuldades na implantação.

Devanir Silva, Superintendente Geral da Abrapp, destacou que ainda que em pesquisa realizada pela Abrapp e concluída no final de agosto, foram identificados desafios na adaptação das entidades em relação ao atendimento da norma, entre eles a questão do simulador de benefícios, sítio eletrônico, RAI e formatação dos demonstrativos de investimentos. Assim, a comunicação com a Previc se torna essencial na busca por superar essas dificuldades e garantir adequação à norma.

Previc – Tratando sobre os objetivos e oportunidades para as EFPCs com a Resolução CNPC nº 32, Nádia de Moura Chagas Souza, Ouvidora-Chefe da Previc, explicou o histórico da norma, que veio da Resolução CGPC nº 23, de 2006, quando todo o sistema entendeu a importância da atualização da Resolução. “Foi inevitável a necessidade de revisão. A Instrução Previc nº 13, de 2014, que vinha trazendo procedimentos de aplicação da Resolução 23, trouxe insumos para a elaboração da Resolução 32. A tendência é que as entidades fortaleçam uma comunicação mais digital com seus participante. Um dos objetivos da norma é promover a modernização dessa forma de comunicação. O que na Resolução 23 era uma possibilidade, aqui se torna uma máxima”, disse Nádia.

Essa modernização e uso das plataformas digitais permite que os participantes tenham informações de maneira mais célere, destacou Nádia, podendo avaliá-las sem necessidade de deslocamento ou de papel. “Nesse momento de pandemia, essa é uma questão bastante importante”. Ela disse ainda que a norma visa aprimorar o fluxo de informações. “Entendemos que informação é primordial para o sistema. A informação diligente e ativa vai levar muitos ganhos aos participantes”. Nádia ressaltou que a norma também objetiva incentivar a transparência. “Essa é a questão mais importante nesse momento, permitindo que o participante planeje e gerencie melhor as economias para a aposentadoria. A confiabilidade do sistema faz com que ele alcance mais pessoas, mais famílias, e isso é um ciclo virtuoso, por isso a transparência é o objeto mais importante da norma”, reforça.

A Resolução foi montada em quatro capítulos, sendo que o Capítulo I fala sobre as Diretrizes da norma; o Capítulo II, sobre Transparência Ativa; o Capítulo III, sobre Transparência Passiva; e o Capítulo IV trata das Disposições Finais. Nádia destacou que a Previc entende que a necessidade de adequação à Resolução pode ter deixado as entidades apreensivas, principalmente por ser um sistema heterogêneo. “Estamos sensíveis às dificuldades que as entidades têm apresentado, e em sua maioria elas têm conseguido cumprir o que está disposto na norma. Temos recebido alguns feedbacks, mas quem tiver dificuldades pedimos para que nos procurem”, ressaltou.

Ela destacou ainda que o mais importante é a Previc ver o esforço das EFPC para atender à Resolução. “Estamos vendo qual é o esforço que as entidades estão tendo em atender a Resolução nº 32. O importante é que as entidades se esforcem para cumprir o prazo, pois não há nenhuma previsão dele ser prorrogado, e estamos abertos para auxiliar e conversar sobre o que for possível”, disse Nádia, ressaltando que as dúvidas que chegarem à equipe técnica da Previc auxiliam ainda na elaboração do FAQ sobre a norma. 

Experiência na implantação – Willian Zanchetta, Coordenador de Relacionamento da Fundação Libertas, levou para o debate a experiência de implantação da Resolução na entidade, abordando melhorias e desafios nesse caminho. “Nosso sentimento em relação à Resolução nº 32 é que veio em boa hora, em conjunto com a necessidade de melhoria da nossa comunicação como entidade fechada de previdência complementar”, disse. 

Quando a Resolução chegou na entidade, em dezembro do ano passado, a primeira fase foi de uma conversa com todas as áreas e gerenciais, entregando a Resolução para cada gerência estudar e se adequar. “Esse primeiro contato deu um pouco mais de trabalho em relação ao atendimento da norma. O bate-papo inicial foi um passo importante, mas o segundo passo foi onde entrou o compliance e alguém organizando esse projeto”, disse Willian. Assim, o compliance da entidade acompanhou a implantação da norma envolvendo cada área da entidade. “A gente senta com o compliance até hoje para fazer essa adequação”. 

Dentro dos itens que a entidade precisava se adequar, a Libertas concluiu 42%, com 58% em andamento. “Foi um ano de muitas dificuldades, mas entendemos a importância da Resolução 32 para aperfeiçoar nosso mercado”, ressaltou Willian. Assim, a entidade identificou resistência na forma de implantação em relação a alguns itens. “A primeira foi budget. Teve um trabalho das diretorias e conselhos de remanejo de budget. A segunda foi a questão de mão de obra. Hoje temos no quadro 120 de colaboradores, então imagino que para pequenas entidades não deva ser fácil. Aqui na fundação temos várias gerências e precisamos nos organizar bem. Por isso, a terceira resistência foi a organização do projeto. Outro ponto foi a pandemia de COVID-19, que impactou o mundo como todo, mas para o mercado, as necessidades de adaptação foram muito grandes”. 

Willian destacou ainda a LGPD como um fator de maior necessidade de adaptação. “Tivemos uma oportunidade grande de melhorar a comunicação com o participante. Essa foi uma avaliação positiva para nós e tenho certeza que nosso sentimento é de melhoria. Todas essas melhorias trazidas pela Resolução 32, pela LGPD e pela pandemia foram positivas para nós. Quanto mais informação o nosso participante tiver, mais ele vai conhecer o sistema. Estamos entendendo que cada dia mais necessitamos de mais informação ao participante para que ele saiba que estamos perto”, complementou Willian.

Encontro de Estratégias e Criação de Valor tem programação inovadora sobre marketing, comunicação e relacionamento

Encontro de Estratégias e Criação de Valor tem programação inovadora sobre marketing, comunicação e relacionamento

O 2º Encontro Nacional de Estratégias e Criação de Valor, que ocorre nos dias 1 e 2 de outubro, das 9h30 às 17h30, abordará um novo modelo de negócios das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) e seus reflexos na forma de vender, comunicar e se relacionar com os clientes e stakeholders. Com o tema “Novos Tempos: Caminhos Para Inovar #juntosnamesmadirecao”, o evento falará sobre o movimento de inovar e construir um novo posicionamento onde a entidade, além de provedora de soluções previdenciárias, atua no aconselhamento financeiro com foco no ciclo de vida e onde a cultura comercial é instalada por toda a organização, quebrando tabus de vendas e marketing digital.

Aliada à tecnologia, a cultura comercial deixou de ser só uma boa ideia e ganhou status de um caminho a ser construído e trilhado. Além disso, um novo comportamento pré, durante e pós-COVID precisa ser traçado. Assim, o evento se torna essencial para dirigentes, conselheiros, gestores e toda equipe de profissionais das áreas de comunicação, relacionamento, marketing, vendas, tecnologia, inovação, seguridade, RH e educação previdenciária, além de todas as demais áreas envolvidas direta ou indiretamente com os temas.

Veja aqui a programação completa do 2º Encontro Nacional de Estratégias e Criação de Valor e garanta sua vaga. O evento será realizado 100% on-line e ao vivo e a participação conta 13 pontos para o PEC. O 2º Encontro Nacional de Estratégias e Criação de Valor tem o patrocínio da Base Viral, MAG, mLabs, Maturi, e Startse.

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