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Plano Família da Fundação Copel alcança 4,2 mil participantes em 3 anos e segue em ascensão com dois novos instituidores

Plano Família da Fundação Copel alcança 4,2 mil participantes em 3 anos e segue em ascensão com dois novos instituidores

Lançado em dezembro de 2017, o Plano Família da Fundação Copel completou 3 anos no final do ano passado e atingiu a marca de 4,2 mil participantes – número que era esperado apenas no quinto ano de funcionamento do plano. Com R$ 60 milhões em patrimônio, o plano superou também as expectativas em termos de arrecadação, sendo que a projeção era de um volume de R$ 20 milhões em 5 anos. O sucesso do plano garante perenidade à entidade, que acaba de ter a aprovação da Previc para formar convênio com dois novos instituidores deste plano: o Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) e a Associação Comercial do Paraná (ACP).

Em entrevista ao Blog Abrapp em Foco, o Presidente da Fundação Copel, Marcos Domakoski, destacou que o lançamento do plano família foi uma quebra de paradigma diante de um cenário em que os planos de previdência, em especial os patrocinados, passavam por um ponto de inflexão. “Na maioria dos planos patrocinados atrelados a grandes empresas, muitas delas estatais, no início a adesão era crescente, praticamente de 100% dos funcionários. Todo mundo que passava em concursos nas estatais naturalmente aderia ao plano patrocinado visto que o empregador contribui com 50% do valor. Com as revoluções que estão acontecendo, busca por produtividade permanente, revoluções tecnológicas, as patrocinadoras estão fazendo demissões voluntárias e enxugando sua força de trabalho. Naturalmente, a gente já vinha experimentando um decréscimo dos planos patrocinados”, conta.

Domakoski ressalta que a Fundação Copel chegou a ter 22 mil participantes e hoje soma 17,5 mil, sendo mais de 8 mil ativos, cerca de 7 mil aposentados e pouco mais de 1,5 mil pensionistas, administrando, assim, um patrimônio total de R$ 12 bilhões. “Foi uma surpresa agradável ter conseguido em 3 anos atingir a quantidade de participantes estimada para 5 anos no Plano Família, além de termos multiplicado o volume de recursos. O dado mais recente é que hoje os planos família no Brasil administram R$ 210 milhões, o que significa que estamos com 25% desse volume”, reitera. “Basicamente, o plano familiar oxigenou bastante nossa entidade, o que garante a perenidade para fazer frente ao aumento da longevidade e qualidade de vida dos nossos participantes”.

Com a entrada dos novos instituidores,o potencial de crescimento é ainda maior, já que o IEP possui mais 4 mil associados, enquanto a ACP conta com 12 mil empresas associadas que representam 18 mil estabelecimentos. “Isso nos dá um universo aproximado de mais de 100 mil pessoas”, destaca Domakoski.

Atratividade – O Presidente da Fundação Copel destaca a importância da criação do plano para perenidade das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC). “Foi uma estratégia importante, pois queremos continuar crescendo. E para continuar crescendo não há outra alternativa senão utilizar a credibilidade que nós temos”. Ele diz ainda que com a queda da confiança na previdência pública e suas incertezas, existe um campo amplo para ser explorado com alguns grandes desafios para as EFPC. “Estamos acostumados a receber participantes, e a partir do plano família tivemos que aprender a vender planos de previdência com uma área comercial, que até então não existia”.

Segundo Domakoski, a confiança que os participantes detêm na governança da entidade dá maior credibilidade para que novos entrantes, que não têm tanta aproximação com a fundação, façam adesão ao plano de maneira segura. “Temos pontos fortes, uma taxa de administração muito baixa, pois não visamos lucro, e nos últimos dois anos entregamos ao plano família 40% de rentabilidade nominal. Além disso, temos uma governança cada vez mais robusta”, ressalta.

A Fundação Copel conta ainda com mais um atrativo aos participantes, que é o PrevCash, programa de consumo consciente onde parte dos gastos vai para o fundo previdenciário. “Temos uma rede bastante expressiva de parceiros entre restaurantes, postos de gasolina, estabelecimentos comerciais e vários setores, dando desconto para o consumidor, e o valor desse desconto é transferido para o plano de previdência. Com a entrada da ACP entre nossos instituidores, estamos falando de 18 mil estabelecimentos que poderão ter acesso a essa parceria do PrevCash, intensificando o volume de clientes nos seus estabelecimentos, vendendo mais e com desconto, e quem vai comprar aumenta a sua poupança previdenciária”.

Próximos passos – A divulgação do Plano Família para os novos instituidores iniciará a partir de fevereiro, o que contará com um trabalho bastante árduo de educação financeira por parte da entidade, segundo Marcos Domakoski. “Quando você vai para essas associações, há uma oferta de educação financeira através de palestras para dar conhecimento a todo esse público e depois treinar equipes para que possam fazer abordagens e trazer o maior número possível de participantes ao nosso plano”, destaca.

A ideia da Fundação Copel é seguir expandindo o alcance de seu Plano Família, e a entidade já está em conversas com outras instituições da área empresarial que demonstram interesse em estudar a possibilidade de adesão. “Ainda está no terreno de estudos”, reforça Domakoski. “A nossa estratégia bem definida e clara é buscar novas instituições para ampliar a nossa massa e o volume de dinheiro administrado, proporcionando nosso benefício para um número maior de pessoas”, complementa.

Giro das Associadas: Valia, Fundação Copel, Funpresp-Jud e PRhosper

Valia participa da Semana ENEF – Pelo quarto ano consecutivo, a Valia participará da Semana Nacional de Educação Financeira – Semana ENEF, iniciativa que visa promover a educação financeira, securitária, previdenciária e fiscal no Brasil por meio de ações gratuitas realizadas por entidades públicas e privadas relacionadas ao tema. A Semana ENEF será realizada de 23 a 29 novembro e terá como tema: “Resiliência financeira: como atravessar a crise?”.

A Valia oferecerá um conteúdo diferente para cada dia do evento e tem como destaques quatro videoaulas com especialista em bem-estar, longevidade e prosperidade, e três lives sobre “Saúde financeira na pandemia”, “Uma jornada pelos investimentos” e “Como usufruir ao máximo do Benefício Fiscal de Imposto de Renda com a sua providência”. Todas as atividades serão exibidas nas redes sociais da Valia.

“Nosso propósito é ajudar as pessoas na construção de um futuro mais digno e sustentável e a educação financeira é um dos pilares principais para se alcançar esse objetivo. Temos muito orgulho de participar de um evento tão importante, de abrangência nacional, e sabemos da nossa responsabilidade em fomentar e democratizar a educação financeira”, destaca Elisabete Teixeira, Diretora de Seguridade da Valia.

Fundação Copel empossa membros Conselho Deliberativo – No dia 13 de novembro, foram empossados os novos conselheiros Marcos Antonio Brenny, Nivia Mara Lubas e Lindolfo Zimmer no Conselho Deliberativo da Fundação Copel. Estavam presente na cerimônia a Diretoria Executiva, o Presidente do Conselho Deliberativo, Hemerson Luiz Barbosa Pedroso, e os atuais conselheiros Luis Gustavo Socher e Cassio Vargas Pinto, bem como os ex-conselheiros Américo Antonio Gaion, Carlos Eduardo Felski e Roberto Pontedura.

Os ex-conselheiros falaram sobre os desafios da nova gestão e sobre as conquistas do ano. Já os empossados comentaram sobre as expectativas para os próximos anos.

Evento da Funpresp-Jud debate reformas administrativa e previdenciária – O Café com Representantes da Funpresp-Jud realizado online no dia 13 de novembro abordou o tema “Consequências das Reformas Administrativa e Previdenciária”. O objetivo do encontro foi destacar importantes pontos que impactam a vida do servidor e de seus familiares. Edmilson Enedino das Chagas, Diretor de Seguridade, fez a apresentação, mediada por Paolla Dantas, Gerente de Comunicação e Marketing.

Edmilson fez um histórico sobre o serviço público antes da Lei 8.112/1990 e destacou importantes aspectos do projeto de reforma administrativa, dentre eles, a substituição das funções públicas por vínculos precários; a extinção da reserva de cargos em comissão para os servidores de carreira; os critérios mínimos de acesso e exoneração por ato do chefe de cada Poder; a regra da vedação de acumulação para cargos típicos; e as novas regras para criação e extinção de cargos, dentre outras propostas.

Sobre a Reforma da Previdência, Edmilson destacou o objetivo de alcançar o equilíbrio financeiro e atuarial para o sistema e lembrou que até 1993, os servidores não pagavam previdência, de forma que o sistema já nasceu deficitário. “Com o envelhecimento da população e as novas regras da previdência é preciso estar atento à ameaça. A reforma da previdência já causa impactos e, muitas vezes, o servidor só percebe quando algo ocorre com ele ou com alguém ao redor”, disse. Edmilson destacou a importância de não abrir mão de alternativas como a previdência complementar oferecida pela Funpresp-Jud e a Cobertura Adicional de Risco de Morte e/ou Invalidez (CAR).

O Diretor-Presidente da Funpresp-Jud, Amarildo Vieira de Oliveira, fez o encerramento do evento destacando a importância de se conversar com pessoas de todo o país sobre temas de interesse do servidor, da sua proteção e da proteção de sua família. Para ele, a reforma previdenciária impacta até o servidor do regime anterior, com direito à paridade, e as informações repassadas no evento tiveram como objetivo sensibilizar para os novos desafios. De acordo com Amarildo, aqueles que migraram para o Regime de Previdência Complementar e não aderiram à Funpresp-Jud, bem como aqueles que tiveram adesão automática e pediram cancelamento ainda podem rever as suas decisões e considerar a previdência complementar fechada e a CAR como oportunidades de proteção diante das mudanças das regras.

Estiveram presentes na live representantes do TJDFT, TST, TRT-1, TRT- 4, TRT-7, TRT-14, TRT-18, TRT-21, MPT, PRT-16, PR-PI e PR-SE, além de alguns Conselheiros da Funpresp-Jud.

 

Arthur Pires assume a Diretoria de Seguridade e Operações da PRhosper – Arthur Pires assumiu a Diretoria de Seguridade e Operações da PRhosper Previdência Rhodia. Graduado em Ciências Atuariais pela PUC-SP e com MBA Executivo pelo Insper, Arthur Pires possui 17 anos de experiência em previdência complementar, com certificação pelo ICSS e pela Anbima (CPA-20).

Ao longo de sua carreira profissional, atuou em fundos de pensão de empresas como Nestlé/Funepp e Itaú-Unibanco, além de consultoria de previdência e benefícios na KPMG e Mercer. Na PRhosper Previdência Rhodia, iniciou sua trajetória em 2018, como Coordenador de Operações. No dia 20 de outubro de 2020, o Conselho Deliberativo aprovou sua nomeação para Diretor de Seguridade e Operações da entidade.

Fundação Copel assina contrato de adesão com nova instituidora do Plano Família

Em cerimônia realizada na manhã desta quarta-feira, 28 de outubro, ocorreu a assinatura do contrato de adesão do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) como nova instituidora do Plano Família da Fundação Copel. Na ocasião, estavam presentes a Diretoria Executiva da entidade; o Diretor Financeiro do IEP, Alexandre Mattar Sobrinho; o Vice-Presidente, José Alberto Pereira Ribeiro; o Ex-Presidente, Nelson Luiz Gomez; e o Presidente do Instituto, Horácio Hilgenberg Guimarães.

O plano de previdência, lançado em 2017, reúne cerca de 4,2 mil participantes, acumulando mais de R$ 50 milhões em patrimônio. Com a entrada da nova instituidora, o potencial de novos participantes é de aproximadamente 4,5 mil associados e seus familiares. Para o Presidente da Fundação Copel, Marcos Domakoski, a entrada dos novos participantes e também da instituidora marca a trajetória da Fundação Copel. “Vivemos um momento disruptivo que começou há três anos com o lançamento do Plano Família e também com as primeiras conversas sobre esse contrato de adesão que se concretiza hoje. Ressalto ainda que o surgimento desse plano garante a perenidade da nossa entidade. Além disso, estamos seguindo uma tendência do setor em oferecer à sociedade uma excelente oportunidade de uma previdência complementar e um benefício de aposentadoria melhor”, disse.

A entidade administra um patrimônio na casa dos R$ 12 bilhões e, segundo o Diretor de Seguridade, Otto Doetzer, o patrimônio significativo reforça a expertise na gestão dos investimentos. “Ainda, vale lembrar que não temos fins lucrativos o que permite que o custo administrativo para os participantes seja inferior aos planos oferecidos no mercado”, afirmou Doetzer. O Diretor Financeiro, José Carlos Lakoski, comentou sobre a importância dos planos no modelo instituído no Brasil. “Hoje, há centenas de planos nesse modelo, sendo que os patrimônios juntos somam cerca de R$210 milhões. A Fundação Copel detém cerca de 25% do share desses patrimônios com o Plano Família. Nosso plano, nos dois primeiros anos, teve rentabilidade nominal na casa dos 40%”.

Aumenta o interesse das fundações em investimentos de Private Equity

Aumenta o interesse das fundações em investimentos de Private Equity

Com a queda das taxas de juros e a necessidade de buscar maior diversificação nas carteiras, o interesse das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) em analisar e investir em ativos de Private Equity (PE) está se ampliando. Um dos indicadores desse interesse crescente é a participação no Comitê de Investidores da Abvcap (Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity) que conta com a presença de uma dúzia de fundações. São elas: Petros, Fapes, Previ. Celos, Funcef, Elos, Promon, Fundação Copel, Previ Ericsson, Fundação Itaipu, Economus e Fachesf.

Até há 3 anos, apenas as grandes fundações e o BNDES participavam regularmente desse âmbito. Desde o ano passado e principalmente em 2020, a participação de entidades de menores portes tem sido algo cada vez mais frequente. “Discutimos as boas práticas no processo de investimento em Private Equity, alinhamos as expectativas, falamos sobre as motivações de cada fundação relacionadas ao cenário atual, entre outros assuntos”, diz Arlete Nese (foto acima), Sócia da ON Valor consultoria e representante da Abrapp no Comitê de Investidores da Abvcap.

Ela reforça a percepção que a quedas das taxas de juros tem incentivado o aumento do interesse em conhecer e buscar maior qualificação das equipes de entidades fechadas de todos os tamanhos. Arlete comenta que as fundações acumularam muita experiência e aprendizado nos últimos anos e estão preparadas para ampliar a participação no segmento. Mas para isso, é importante buscar qualificação adequada e troca de experiências. Neste sentido, o âmbito da Abvcap cumpre um papel importante.

Luiz Barbosa Medeiros, Responsável pelos Investimentos em Private Equity da Fapes e membro do Comitê da Abvcap lembra que no início participavam apenas as grandes fundações desse âmbito. “Agora, todos os meses aparecem novas instituições, sejam fundações menores, fundos de fundos ou gestores internacionais”, comenta. O profissional diz que o Comitê tem grande importância para promover a troca de experiências quanto aos principais temas da indústria relacionados aos investimentos, gestores e arcabouço jurídico.

Ele afirma que a indústria de PE tem vivenciado forte desenvolvimento recente e que atualmente há maior quantidade de gestores, com teses mais experimentadas e cardápio maior. “Hoje temos melhores condições na indústria. Antes eram poucos gestores com opções não provadas”, diz Medeiros.

César Avidos, Gerente Executivo de Ativos Ilíquidos da Fapes diz que a entidade promoveu a consolidação de experiência com Private Equity nos últimos 3 anos, com grande avanço no aprendizado e qualificação da equipe. “Hoje contamos com um processo de análise bem estruturado e uma equipe altamente qualificada”, comenta o gerente. (leia mais em matéria sobre a Fapes que será publicada nos próximos dias).

Abrapp e Abvcap – José Carlos Lakoski, Diretor Financeiro da Fundação Copel, também considera que o Comitê de Investidores da Abvcap é um âmbito muito propício para permitir o intercâmbio de informações e experiências entre investidores, fundações e gestores. Neste momento de maior interesse das EFPC por investimentos estruturados, associações como a Abvcap e também a Abrapp cumprem um papel fundamental para o nivelamento de experiências e busca de maior capacitação dos profissionais. Ele inclui também o envolvimento da Previc e de suas áreas de fiscalização como outro ponto importante para incentivar uma postura adequada para o avanço dos investimentos em Private Equity pelas entidades.

“É muito importante promover a aproximação entre Previc, Abrapp e Abvcap nesta questão dos estruturados. Temos de realizar um trabalho forte junto aos órgãos de fiscalização e regulação para que todos possam compreender melhor as características dessa classe de ativos”, comenta Lakoski.

O Diretor da Fundação Copel lembra que desde o primeiro movimento de queda dos juros em 2012 e 2013, a entidade começou a trabalhar com uma perspectiva de juros decrescentes no médio e longo prazo. Foi então que se definiu um programa para investimentos estruturados em 2013. “O programa é uma importante ferramenta para entender como os estruturados podem agregar valor e diversificação à gestão de portfólio. Tivemos de estudar e qualificar profissionais”, diz.

Desde então, a entidade tem procurado montar uma carteira de fundos de participações (FIPs) com a diversificação de safras, gestores, ciclos econômicos e ativos estratégicos. “Não adotamos uma visão oportunística em relação aos ativos ilíquidos. Com essa classe, é necessário adotar uma visão de longo prazo”, conta Lakoski. Todo ano, a Fundação Copel trabalha com um target de aproximadamente R$ 110 milhões em novos investimentos em private Equity, tanto em fundos primários quanto secundários (fundo de fundos).

Hoje a entidade conta com 14 FIPs de 9 gestores diferentes. Tem atualmente R$ 300 milhões em ativos integralizados e R$ 473 milhões em compromissos, o que representa 4% do patrimônio. “Queremos chegar a 6% daqui a dois anos. Ainda temos espaço para crescer”, comenta. A carteira de FIPs da entidade registrou retorno de 23,20% no período de 12 meses encerrado em junho de 2020.

Alocação e monitoramento – Para quem deseja investir no segmento, Arlete Nese ressalta a importância de realização de um estudo de alocação estratégica em investimentos estruturados, com a utilização de métricas e fundamentos para balizar a política de investimentos. A consultora alerta para a necessidade de avaliar não apenas o processo de seleção, mas também o monitoramento de gestores.

Segundo seus estudos, a alocação em um nível abaixo de 5% do patrimônio de uma entidade não é vantajosa, pois gera muito trabalho e o custo acaba não compensando. Já um limite acima de 10%, pode gerar um problema de risco acima do nível adequado.

Seminário – Organizado pela Abrapp, o 9º Seminário Gestão de Investimentos traz uma programação abrangente com a participação de consultores, especialistas de assets, dirigentes de fundações e representantes da Previc. O evento ocorre entre os dias 15 e 16 de outubro. Um dos painéis será dedicado ao tema do Crédito Privado e Investimento Estruturado. Veja programação completa e inscrições.

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