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Carlos Alberto Pereira assume Comitê IDG II e prepara alterações alinhadas à Instrução Previc nº 31

Carlos Alberto Pereira assume Comitê IDG II e prepara alterações alinhadas à Instrução Previc nº 31

O Diretor da Abrapp e Diretor-Presidente da SIAS – Sociedade Ibgeana de Assistência e Seguridade, Carlos Alberto Pereira, foi nomeado para ficar à frente do Comitê IDG II, que trata de Indicadores de Desempenho de Gestão das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC). Carlos Alberto, que já é o Diretor responsável pela área de Governança e Riscos da Abrapp, acumula agora as duas funções, estreitando ainda mais o relacionamento entre o IDG e o tema de governança e riscos. “Esses indicadores permitem acompanhar a performance de uma entidade e ainda avaliar frente a outras, utilizando vários filtros em relação a porte, patrimônio, número de participante, característica dos planos, etc. É mais uma ferramenta para preservar a eficiência da entidade e a segurança do administrador e tomador de decisão”, destaca em entrevista ao Blog Abrapp em Foco.

A primeira reunião do grupo este ano, já com a participação de Carlos Alberto, foi realizada no dia 3 de fevereiro. O comitê é formado por contadores, atuários e administradores, e Carlos Alberto destaca que o início dos trabalhos terá o desafio de adaptar o sistema à Instrução Previc nº 31, de agosto de 2020, que estabeleceu uma nova planificação contábil para as entidades a partir deste ano. “A partir dessa nova planificação, já efetivada nos balanços das EFPC, todos os indicadores deverão ser adaptados. Portanto, a primeira providência do nosso grupo será esse alinhamento para produzir indicadores que confiram essas novas práticas e, assim, disponibilizamos para as entidades”, explica.

Além de adaptar os indicadores, o sistema deve passar por adequações para contemplar a nova planificação da Instrução nº 31. “É outro desafio, e o grupo de trabalho será complementado por pessoas dispostas a ajudar”, destaca.

O coordenador do Comitê IDG II, Marcelo Amaral, que também é atuário na Vivest, entrou no grupo em 2019, quando o sistema já estava bem difundido e a equipe estava construindo indicadores específicos sobre atuária. “Iniciei com esse trabalho de novos indicadores e chegamos a implementá-los, validando seus resultados”, destaca. “A partir deste ano, com a nova planificação contábil e havendo alteração dos planos de contas das entidades, precisaremos voltar e avaliar a característica dos indicadores, revisando-os. Faremos isso o mais rápido possível para que as entidades tenham o acesso com números atualizados”, diz.

Marcelo Amaral ressalta ainda a importância da chegada de Carlos Alberto no comitê. “É sempre interessante ter uma mentalidade nova, e percebemos que o Carlos está motivado e nos dará bastante apoio. Temos falado sobre trazer novos membros para o grupo para dar apoio à equipe. O objetivo é dar novas sugestões para melhorias do sistema e dos indicadores. Carlos está motivado e isso é importante para o grupo”, declara.

Análise comparativa – O IDG II é um sistema de informações comparativas aplicáveis à gestão e operação das EFPC. Sua relevância tanto para Conselheiros e dirigentes quanto para os técnicos das fundações está na possibilidade da análise da posição de cada fundação, por indicador, em relação a entidades de mesmo porte ou região, ou ao mercado total, que contempla cerca de 270 entidades. São 26 indicadores sobre rentabilidade, custeio e despesas administrativas, taxa de administração e carregamento, e relacionamento com o participante.

Hoje, 181 entidades já fizeram adesão a esse indicador, o que significa que além de utilizá-lo, elas também fornecem informações de natureza contábil, de investimento e equilíbrio atuarial. Carlos Alberto ressalta a importância desses indicadores para que sejam utilizados por 100% das EFPC. “Além de permitir a análise da qualidade da gestão da entidade, é possível fazer essas comparações para ver onde pode haver melhorias, e até concluir que está tudo bem com sua gestão. É importante para a gestão da entidade, dando uma visão panorâmica e considerando governança e riscos, pois são detalhes que podem comprometer a eficiência da gestão e até aspectos legais. Nossa meta é levar o IDG II para todas as EFPC”.

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