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Relatório de Atividades 2020: Abrapp se fez presente e apoiou as EFPC

Relatório de Atividades 2020: Abrapp se fez presente e apoiou as EFPC

A Abrapp divulga às suas associadas o Relatório de Atividades da Associação no ano de 2020. Aprovado pela Diretoria, o Relatório ainda seguirá para deliberação e homologação em Conselho e Assembleia. Acesse aqui o documento completo.

O Relatório traz os principais marcos da Abrapp em 2020, ano de muita reflexão para todo o sistema, mas no qual a Abrapp se fez presente e apoiou as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC). Entre os principais destaques do documento está a posse dos novos colegiados e a elaboração do Planejamento Estratégico para o triênio 2020-2022.

Em março, em reunião do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), foi discutido e aprovado um inédito planejamento estratégico para o órgão de regulação em linha com o planejamento aprovado pela Abrapp, marcando mais um ponto histórico dentro das atividades da Associação em 2020.

O Relatório destaca ainda o avanço da pandemia provocada pela COVID-19, afetando a rotina de todos, mas que foi enfrentada com resiliência e profissionalismo pelo sistema. A pandemia e seu decorrente isolamento social levou à implementação de home office para toda a equipe da Abrapp, que lançou o Blog Abrapp em Foco para se aproximar das suas Associadas com notícias em tempo real; além de compartilhar palestras e e-book gratuitamente com conteúdo de valor e realizar reuniões regionais e webinars com lideranças, intensificando ainda o uso das redes sociais para fortalecer a comunicação.

Destaques – A Abrapp realizou, no ano passado, 14 webinars, contando com uma audiência de 4,9 mil pessoas; além de 9 eventos online ao vivo, incluindo o Congresso Brasileiro de Previdência Privada (CBPP).

A Abrapp também esteve presente na elaboração do Estudo e Proposta de Projeto de Lei Geral ao Poupador Previdenciário; participou de fóruns de discussão relevantes no Governo, como o IMK – Iniciativa de Mercado de Capitais, onde marcou presença em 5 subgrupos temáticos; firmou convênio histórico e criação de Grupo de Trabalho com Fenaprevi; atualizou o Código de Autorregulação em Governança de Investimentos; e marcou presença contínua na imprensa, com destaque para a criação do quadro Previdência para Todos no canal MyNews, com 18 programas realizados, somando 194 mil visualizações.

O Fundo Setorial Abrapp também foi um dos destaques do Relatório, tendo 11 planos família aprovados até dezembro de 2020. “Como se vê, esse sistema tem se reinventado a cada dia e voltou a discutir temas estratégicos, retomando seu crescimento”, diz o Diretor Presidente da Abrapp, Luis Ricardo Martins, em vídeo sobre o Relatório de Atividades 2020. “Superamos os grandes desafios e alcançamos inúmeras conquistas. Estamos fazendo a previdência complementar chegar ao maior número de pessoas”, destaca.

Assista ao vídeo na íntegra:

Revista: Planejamentos estratégicos da Abrapp, Sindapp, ICSS e UniAbrapp são cumpridos com sucesso

O planejamento estratégico do sistema Abrapp, Sindapp, ICSS e UniAbrapp para o triênio 2020/2022 passou por um teste singular em seu primeiro ano, com a eclosão da pandemia que trouxe consigo uma inédita crise sanitária, econômica e social. Mas, a despeito das circunstâncias, boa parte dos objetivos estratégicos foram cumpridos. Alguns foram reformulados, diversos deles superaram as expectativas e outros, em andamento, sinalizam novos ganhos para 2021. O assunto é tratado na edição de janeiro/fevereiro da Revista da Previdência Complementar. A nova edição traz uma série de reportagens e entrevistas sobre cenários e perspectivas para o setor (clique aqui para acessar a edição na íntegra).

Os projetos e metas da Abrapp para o triênio foram estabelecidos de modo conjunto no início do ano passado e somam ao todo 28 objetivos estratégicos, 10 projetos e 65 macroações. “Foi um ano de avanços, ainda que super desafiador, mas superamos as expectativas e registramos importantes conquistas graças ao engajamento das associadas e à ação exercida para consolidar o fomento do sistema”, pondera o Diretor Presidente da Abrapp, Luís Ricardo Martins. Ele lembra que foi preciso reinventar a Associação e as próprias EFPCs; porém, diante do alto nível do planejamento estratégico, depois da guinada trazida pela pandemia, neste ano será preciso apenas discutir questões de reorganização interna da Abrapp, já que muitas atividades – como cursos e eventos – não voltarão ao modelo presencial.

“O sistema já vinha discutindo há algum tempo o tema da disrupção, e acredito que muitas mudanças ocorridas em 2020 acabaram caminhando nesse sentido, então elas serão irreversíveis”, pontua Luís Ricardo. As entidades foram proativas em sua adequação ao novo cenário, e isso não vai regredir, diz ele. “O sistema seguirá se adaptando às inovações.”

Peso do ajuste – A multiplicação dos planos família e a perspectiva de criação de novos planos para os entes federativos estão entre os pontos fortes do ano. Neste contexto, destaca-se a harmonização das entidades abertas e fechadas no que diz respeito à Previdência Complementar de estados e municípios. “Essa proposta avançou muito no IMK (Iniciativa do Mercado de Capitais), e será o grande tema de 2021. Participamos desse debate com Previc e CNPC e a expectativa é de boas notícias”, avalia o Diretor Presidente da Abrapp.

Um dos temas discutidos no contexto da harmonização é a instituição da adesão automática para todos os planos, um pleito antigo das EFPCs. “A competição com as abertas é decorrência de um comando legal e temos que enfrentá-la”, observa. Para o dirigente, o maior peso do ajuste ficará com as abertas, que precisarão se adaptar ao modelo de Supervisão Baseada em Risco, enquanto as EFPCs, que já contam com uma estrutura sólida, poderão aproveitar a janela de oportunidade para fazer crescer os planos instituídos. “Será um momento ímpar para o sistema”, aposta.

A Abrapp integrou também o debate em torno das Instruções Normativas editadas pela Previc em 2020, assim como a discussão sobre todo o processo regulatório. “As atuações de referência” da Previc e do CNPC, diz Luís Ricardo, têm sido fundamentais para fazer avançar pontos importantes do arcabouço da Previdência Complementar; e a expectativa é que muitas tratativas com o Congresso tenham continuidade este ano.

Entre os destaques do ano passado, ele destaca o lançamento do Guia Rápido de Implantação dos Planos Família; a preparação para operacionalizar a adoção do CNPJ por plano; e a discussão da Lei de Proteção à Poupança Previdenciária, iniciativa da Abrapp que deverá ser consolidada. “Fechamos o projeto e vamos levá-lo para discussão no Parlamento em 2021”, informa.

A qualificação e profissionalização do sistema e os cursos online da UniAbrapp são outros pontos essenciais, acredita Luís Ricardo. “A cultura vinculada à educação previdenciária continuará na pauta, assim como os investimentos crescentes em tecnologia e inovação”.

Certificação amplia o foco – Estruturar a certificação profissional destinada às entidades do RPPS (Regimes Próprios de Previdência Social) e repensar novos modelos específicos para os colaboradores em áreas estratégicas das EFPCs são dois tópicos importantes da atuação do ICSS neste ano, analisa o Presidente do Conselho Diretor do Instituto, Guilherme Leão. O ICSS terminou 2020 comemorando o cumprimento de 22 macroações já realizadas ou em andamento, número muito superior às nove macroações previstas no planejamento estratégico do ano passado.

Entre as ações que começaram a ser desenvolvidas está a busca pelo novo público-alvo representado pela qualificação e certificação profissional dos RPPS. “O Estado atrasou essa agenda regulatória, que só saiu no final do ano, atrasando, também, a preparação dos conteúdos para as provas de títulos”, explica Guilherme. Mas o documento final da Secretaria do RPPS já está concluído, e o ICSS deve colocar suas sugestões até meados de fevereiro, assim como farão outros certificadores. “Esse é um caminho sem volta, que abre um grande mercado para o Instituto. O público-alvo imediato é de cerca de 30 mil profissionais.” Trata-se, porém, de um universo em constante renovação, já que a cada quatro anos, com as eleições, é renovada parte dos Conselhos dessas entidades.

É também um mercado complexo que exige níveis muito diferentes de conhecimento, desafio que levou o ICSS a buscar maior proximidade com a UniAbrapp. “A portaria ICSS/UniAbrapp tem grande convergência; é um exemplo da importância de se alinhar e ampliar cada vez mais a sinergia entre as entidades que compõem o sistema da Abrapp”, complementa o dirigente.

Na mesma direção, foram desenvolvidos convênios de cooperação técnica com as associações do RPPS – Aneprem e Abipem – e outras associações do mercado, como Fenaprevi e Unidas. Além da certificação, o ICSS participa de projetos do grupo Abrapp, buscando o fortalecimento da Previdência Complementar Fechada como um todo. Isso inclui a defesa da Lei de Proteção ao Poupador Previdenciário, ação para a qual a Abrapp decidiu convidar também os representantes do CNPC. “Essa iniciativa gerou insumos para o próprio CNPC e foi um demonstrativo do espaço que o sistema ganhou no governo”, avalia Guilherme Leão.

A criação da Política de Boas Práticas de Relacionamento é outro ponto relevante. Uma política de convênios agora busca validar internamente o conteúdo de cursos oferecidos pelo mercado que anunciavam gerar pontuação nos programas do Instituto. “A partir deste ano, vamos estabelecer uma régua. É uma maneira de manter o nosso padrão de qualidade”, explica o Presidente.

Como parte do projeto de governança e processos valorizados, ele ressalta o apoio à elaboração do novo Código de Autorregulação em Governança de Investimentos. O objetivo agora é ampliar as adesões para reunir no mínimo 50% do quadro associativo.

No que diz respeito às atividades técnico-operacionais, o ICSS espera fechar contrato com um fornecedor de tecnologia para viabilizar provas por meio virtual, condição essencial, inclusive, para oferecer as provas aos RPPS. “Até março isso já estará colocado na nossa modelagem de serviços.

Vamos entrar nesse mundo virtual, a exemplo da UniAbrapp. Até porque, no ano passado, por conta da pandemia, o fechamento de salas na FGV acabou comprometendo a realização de algumas das nossas provas”, conta.

Aposta no engajamento – Depois de um período atípico e desafiador para a gestão, o balanço do primeiro ano do planejamento estratégico do Sindapp revela a realização de 21 metas contra as nove previamente estabelecidas, refletindo expressivo grau de eficiência, avalia o Diretor Presidente, José de Souza Mendonça. “Isso é fruto do engajamento que tivemos com as associadas, que permitiu ao Sindapp cumprir sua missão na defesa dos direitos e interesses das EFPCs, na representação sindical, na tutela do ato regular de gestão e na promoção da ética”, pontua Mendonça.

O Sindapp está inserido em quatro projetos e em 27 macroações do planejamento estratégico do sistema até 2022. Entre as metas concretizadas, Mendonça destaca a revisão do Código de Autorregulação de Governança em Investimentos, bem como a promoção da defesa do ato regular de gestão, com um parecer sobre a incompetência do Tribunal de Contas da União (TCU) na fiscalização das EFPCs, que teve a aprovação das associadas para a propositura de ação. “Essa ação foi talvez a mais importante do ano. Vamos dar continuidade a ela em 2021.”

Além disso, houve um esforço de motivação e divulgação das boas práticas, acentuado pela elaboração de novo e-book e um manual de recomendações para reuniões, ambos da Comissão de Ética. O ano trouxe também a inclusão, no regulamento de adesão aos Códigos de Autorregulação, de princípio sobre a adesão concomitante das entidades ao Código de Princípios Éticos.

“Lançamos a nova página do Sindapp no LinkedIn e realizamos 18 webinars gratuitos em parceria com a Abrapp e UniAbrapp para discutir temas relevantes junto às lideranças do sistema.” Em 2021, a previsão é intensificar ainda mais o trabalho, pondera Mendonça. Ele lembra que é essencial seguir caminhando em conjunto, e reitera a necessidade de divulgar o trabalho do Sindapp.

“A nossa representatividade sindical se estabelece em bases que vão muito além do papel de facilitador das negociações trabalhistas. Dentre elas, a defesa de dirigentes e ex-dirigentes em seus atos regulares, e a promoção da ética como fundamento vital da gestão das entidades”.

A revisão do Código de Princípios Éticos também está na agenda. “Vamos ampliar a adoção do Código e estabelecer uma melhoria contínua na Autorregulação. Outro ponto importante será a criação de modelos e mecanismos para fortalecer as estruturas de governança das entidades graças à profissionalização”. Para isso, serão adotados requisitos básicos e a exigência de qualificação prévia, entre outros mecanismos.

Antecipação de objetivos – A busca pelo conhecimento a distância, aliada à agilidade para oferecer respostas rápidas, deu impulso especial às ações da área educacional, conforme indica o balanço de 2020 feito pela Universidade Corporativa da Previdência Complementar, a UniAbrapp. Com cinco projetos e 37 macroações incluídos no planejamento estratégico do sistema Abrapp para o triênio, a UniAbrapp terminou o ano passado contabilizando resultados acima das expectativas, detalha o seu Diretor Presidente e Vice Presidente da Abrapp, Luiz Paulo Brasizza.

“O atendimento aos objetivos estratégicos de 2020 demonstrou vigor na área educacional em pleno ano de eclosão da pandemia graças à busca do ensino a distância e à movimentação rápida do pessoal para fazer a adequação necessária”.

A universidade atingiu 142% sobre a meta esperada para o período. Um exemplo claro foi o curso de MBA, cuja expectativa era colocar 100% das aulas online ao longo dos próximos anos, objetivo que acabou antecipado para 2020. Outro destaque foi a participação da universidade no 41o Congresso Brasileiro da Previdência Privada, com elevada procura por suas apresentações. O tema da live “Previdência é Coisa de Jovem”, por exemplo, atraiu 2.400 pessoas e teve mais de oito mil visualizações, números que ficaram muito acima do esperado, comemora Brasizza.

A adesão do público jovem, fora do universo convencional do sistema, revelou a importância de antecipar o trabalho da UniAbrapp em novas áreas do ensino. “No início da pandemia, previmos uma queda gigantesca e o não atingimento dos nossos objetivos de budget. Porém, no final do ano, conseguimos não apenas cumpri-los, como suplantá-los”, afirma o dirigente. 

Os cursos in company, por exemplo, que eram totalmente presenciais, foram transportados para o formato 100% virtual sem que houvesse redução da demanda ou da qualidade.  Ao contrário, diz Brasizza, “a nota média dos participantes foi de 4,6, ou seja, conseguimos manter essa nota mesmo com os cursos totalmente online”.

O projeto junto às entidades do RPPS também caminhou mais rapidamente do que se esperava. “É uma área nova, mas a procura acelerou, e já tivemos a primeira turma para esse público no segundo semestre do ano passado, no Paraná”, conta o dirigente. A turma foi composta por aproximadamente 16 conselheiros de RPPS daquele estado, e já há demanda para outros cursos voltados para o segmento.

Nos planos para este ano também está a montagem do primeiro curso de mestrado com ênfase em Previdência Complementar, uma demanda dos próprios alunos do MBA da UniAbrapp que agora pedem uma nova etapa de conhecimento e qualificação. O mestrado, entretanto, têm bases diferenciadas e mais complexas, o que requer analisar cuidadosamente como será sua construção.

Uma possibilidade é a universidade trabalhar com seus próprios professores. “Com a pandemia, esfriamos um pouco os preparativos, mas vamos retomar a fim de montarmos a primeira turma em 2022”, explica Brasizza. A ideia é ter um curso mesclado (presencial e virtual), reduzindo o custo para as entidades sem afetar muito a qualidade do ensino num momento em que as EFPCs estão com seus budgets sobrecarregados.

A UniAbrapp também considera estar preparada para atender à demanda diferenciada por cursos voltados aos profissionais dos planos família, o que deve ampliar ainda mais o leque oferecido ao mercado. “Estamos trabalhando nessa grade de modo a adequar plataformas e linguagens”, conta Brasizza. A partir de 2022, os investimentos da universidade serão cada vez maiores em tecnologia, complementa. “Ficou claro que os cursos a distância são uma realidade irreversível.”

 

UniAbrapp antecipa projetos de planejamento estratégico em 2020 e reforça educação a distância

UniAbrapp antecipa projetos de planejamento estratégico em 2020 e reforça educação a distância

Dos objetivos do triênio 2020/2022 traçado no Planejamento Estratégico da Abrapp, Sindapp, ICSS, UniAbrapp e Conecta elaborado no início do ano passado, a UniAbrapp conseguiu resultados acima do esperado logo no primeiro ano de gestão. O Planejamento Estratégico completo da Abrapp contém 28 objetivos, onde estão contemplados 10 projetos com um total de 65 macro ações. A UniAbrapp está inserida em 5 projetos, somando um total de 37 macro ações para o triênio.

Na apuração das realizações, a meta para o primeiro ano de gestão da Abrapp como um todo era de 12 projetos, mas foram realizados 29, ou seja, 142% da meta foi atingida. “Consideramos uma vitória grande, pois o ano foi muito difícil com a especificidade da pandemia, e mesmo assim a Abrapp conseguiu atingir seus objetivos”, diz Luiz Paulo Brasizza, Diretor Presidente da UniAbrapp e Vice-Presidente da Associação.

Ele destaca a rápida capacidade da UniAbrapp em se adaptar a um novo cenário. “Uma parte dessas ações estava prevista para ser atingida somente em 2021 e 2022, mas foi possível antecipar, principalmente, os cursos online e o ensino a distância”, explica Brasizza.

Entre os destaque dos projetos realizados pela Universidade em 2020 está o curso focado na formação de Liderança e revitalização do Programa Conselhos de Alta Performance, bem como cursos com enfoque na jornada do cliente, técnicas de marketing e vendas de planos família e framework de atendimento. Também é destacada a reinvenção da UniAbrapp alinhada à estratégia traçada para enfrentamento do novo cenário.

41º CBPP – Brasizza reforça o sucesso da atuação da UniAbrapp no 41º Congresso Brasileiro da Previdência Privada (CBPP), com ampla grade de palestras promovidas pela Universidade, além da realização da Live Especial Previdência é Coisa de Jovem, conduzida por Cristiano Verardo e que contou com a presença ao vivo de 2,4 mil jovens de todo o Brasil, em uma parceria com o CIEE.

“Uma das grandes tratativas da UniAbrapp é atingir um público fora das EFPC e a Live Previdência é Coisa de Jovem atingiu uma parte de público das entidades, mas a grande surpresa foi o público de fora. Isso fez com que a gente conseguisse alcançar esses jovens universitários ou de ensino médio que encontram nessa nova forma de comunicação uma assertividade”, diz. O vídeo da Live, ainda disponível no canal da Abrapp no YouTube, já atingiu mais de 8,3 mil visualizações.

Brasizza destaca ainda que toda programação da UniAbrapp durante o 41º CBPP foi muito bem comentada, com um público médio de 100 pessoas, sendo que algumas palestras tiveram mais de 200 pessoas. “Em algumas delas, principalmente a palestra de encerramento com Marisa Bravi, que abordou o Padrão Disney de Excelência, o retorno foi extremamente positivo. Mesmo com alguns títulos e palestras que já haviam sido trabalhadas pela entidade, houve uma procura muito grande durante o Congresso. Isso serviu como reciclagem para muita gente”, complementa.

Durante o 41º CBPP houve também o lançamento da primeira turma do MBA em Gestão de Previdência Complementar em formato 100% online, que já está com lista de espera. Para Brasizza, este curso foi uma das ações mais rapidamente desenvolvidas pela Universidade em meio à pandemia, junto ao aprimoramento da plataforma de ensino a distância. “Isso propiciou que o MBA online fosse antecipado em nosso planejamento. O trabalho foi tão intenso que nós conseguimos, em praticamente 5 meses, lançar o MBA durante o 41º CBPP, abrindo a primeira turma”, diz.

Próximos passos – Segundo Brasizza, entre os pontos que ainda ficaram para trabalhar em 2021 está a questão do desenvolvimento de educação financeira e previdenciária para fora da Abrapp. “Os próximos anos mostram os desafios colocados e nos remete a talvez uma necessidade de rever objetivos, pois alguns deles mudaram em 2020”, diz.

Especificamente sobre cursos online e a distância, Brasizza destaca que deve haver novas tendências a serem trabalhadas, como a questão do RPPS. “Já estamos com um curso para Conselheiros de RPPS em andamento e outro sendo fechado, e isso mostra uma nova vertente de trabalho que precisa ser mais explorada para se tornar uma ramificação na nossa atuação”, reitera Brasizza.

Vídeo: Luís Ricardo Martins aborda desafios enfrentados pelo sistema em 2020 e propostas de fomento para este ano

Vídeo: Luís Ricardo Martins aborda desafios enfrentados pelo sistema em 2020 e propostas de fomento para este ano

Os desafios enfrentados pelo sistema em 2020, os resultados positivos conquistados e as perspectivas para este ano de 2021 foram temas abordados pelo Diretor Presidente da Abrapp, Luís Ricardo Martins, em entrevista ao Tamer 360. Entre os desafios, Luís Ricardo destacou na entrevista que o sistema administrou bem a crise enfrentada em 2020, decorrente da pandemia de coronavírus. “Tudo foi muito rápido e muito bem feito pelo nosso segmento”, disse, ressaltando a solidez do sistema.

Ele lembrou que nesse período, as entidades revisitaram ou examinaram a necessidade de revistar as políticas de investimento, sendo que não foi necessário modificá-las pelo perfil de longo prazo, ressaltando uma gestão extremamente profissional. Luís Ricardo destacou ainda a importância de se ter dirigentes certificados e capacitados no sistema para a administrar os efeitos da pandemia.

O Diretor Presidente da Abrapp reforçou que, passado esse desafio, o sistema está pronto para retomar uma agenda estratégica. “É um momento em que o sistema exerce seu protagonismo e pauta o governo brasileiro dos grandes temas, pois precisamos de políticas públicas para incentivar ainda mais o incremento da poupança de longo prazo”, disse, contando o desafio de transformar a “poupança do medo”, que foi formada neste período de crise, na “poupança da esperança” – a poupança previdenciária.

Planos Família – Luís Ricardo destacou ainda o sucesso dos planos família, que segundo ele é um projeto audacioso que deu certo. “A gente precisa proteger uma maior número de pessoas e à luz do nosso perfil de participante, com o esgotamento da relação tradicional empregado-empregador, com um novo trabalhador, o nativo digital, o sistema precisava se flexibilizar, se reinventar, se modernizar para oferecer para esse jovem alternativas de proteção”, disse.

Hoje, os planos família acumulam R$ 210 milhões e quase 30 mil participantes, e Luís Ricardo citou a perspectiva que esses planos alcancem um patrimônio de R$ 2 bilhões, protegendo 500 mil pessoas em dois anos. “Estamos oferecendo aos familiares dos participantes a possibilidade de ter uma proteção adicional”, disse na entrevista.

Regulamentação – O sistema está ainda fortemente engajado em discutir com o governo projetos que deem mais incentivo à poupança previdenciária. Luís Ricardo reforçou que com o Estado saindo da condição de grande provedor da previdência pública, transfere para o indivíduo a responsabilidade de formar sua reserva previdenciária. “Dentro dessa mensagem que é passada pelo Estado brasileiro, precisamos criar mecanismos para que esse trabalhador seja incentivado a poupar e a formar uma reserva de longo prazo. E aí os incentivos são fiscais”, disse, citando que a Abrapp defende dentro do Parlamento sete projetos de lei de cunho tributário de incentivo à poupança.

Ele citou ainda que a Emenda Constitucional nº 103 estabelece que os estados e municípios obrigatoriamente devem criar a previdência complementar do servidor público, o que será uma grande janela de oportunidade de crescimento do sistema. “A Constituição estabelece que deve ser editada uma lei para que as entidades abertas também possam fazer essa gestão”, disse Luís Ricardo. Diante disso, está em debate esse projeto de lei que visa harmonizar as entidades fechadas e abertas para que essa gestão possa ser feita.

Luís Ricardo destacou ainda seu otimismo com 2021 à luz dos desafios enfrentados pelo sistema no ano passado. Assista ao vídeo na íntegra:

Planejamento Estratégico: Abrapp supera nas entregas para as associadas no 1º ano do mandato

Planejamento Estratégico: Abrapp supera nas entregas para as associadas no 1º ano do mandato

Superação define o que 2020 representou para muitas entidades fechadas e o próprio sistema Abrapp. Essa palavra está materializada nos resultados apresentados pela Associação no encerramento do primeiro ano do Planejamento Estratégico 2020-2022.

Impactadas pelas múltiplas crises desencadeadas pela pandemia de COVID-19, a partir de março, as entidades fechadas demonstraram seu forte poder de recuperação nos meses seguintes.

“As associadas praticamente não tiveram que mexer em suas políticas de investimentos. Os processos de comunicação e relacionamento com os participantes passaram por uma rápida adaptação, permitindo que os serviços e o pagamento de benefícios não fossem interrompidos. O sistema demonstrou agilidade e resiliência diante da crise”, destaca o Diretor-Presidente da Abrapp, Luís Ricardo Martins.

Avanços em 2020 – A Abrapp também se reinventou e com o engajamento das associadas foi possível obter inúmeras conquistas ao longo de 2020, traçadas no planejamento estratégico da Associação, juntamente com Sindapp, ICSS e UniAbrapp.

“Atuamos para consolidar o fomento do sistema e avançamos, por exemplo, com a multiplicação dos planos voltados aos familiares de participantes”, ressalta o Diretor-Presidente da Abrapp.

Foram ainda realizados importantes avanços na orientação para a criação dos novos planos para os entes federativos. A Abrapp participou da construção de vários projetos de lei no âmbito da Iniciativa do Mercado de Capitais (IMK), como as propostas voltadas para a harmonização das regras entre as entidades abertas e as fechadas, acrescenta o dirigente.

Perspectivas para 2021 – Para o segundo ano do mandato, a expectativa é de ampla mobilização junto ao Parlamento. “Teremos um trabalho fundamental junto ao Congresso Nacional para avançar com o aperfeiçoamento da legislação e a busca por novas conquistas para o sistema, como por exemplo, a inscrição automática”, acrescenta Luís Ricardo.

“Por tudo isso, podemos dizer que nosso sistema continua mais do que nunca na agenda prioritária do governo brasileiro. Teremos muito trabalho pela frente, como por exemplo, a operacionalização do CNPJ, a discussão da Lei de Proteção ao Poupador Previdenciário, a harmonização de regras e as propostas tributárias para incentivar a poupança de longo prazo. São temas prioritários em nossa agenda para o próximo ano, para que possamos continuar cumprindo as metas do planejamento estratégico”, completa o Diretor-Presidente da Abrapp.

Entenda o Planejamento Estratégico 2020-2022

Para que serve – Augusto Reis, Diretor da Abrapp responsável pelo acompanhamento das ações previstas no Planejamento Estratégico, contextualiza a importância dessa ferramenta para as associadas.

Esse “mapa”, com uma visão de três anos à frente, direciona as metas para os mandatos de Abrapp, Sindapp, ICSS e UniAbrapp, de forma integrada e com a colaboração da empresa Conecta. “O Planejamento Estratégico é uma forma de criar as estradas. Delineamos as direções para onde queremos chegar e os meios necessários, que seriam os projetos e as ações para atingirmos esses objetivos”, ressalta o Diretor.

Como é feito – O Planejamento é realizado a cada início de mandato. Ele é fruto de um amplo debate que envolve os Corpos Diretivos de Abrapp, Sindapp, ICSS e UniAbrapp e também da Conecta, além dos superintendentes, gerentes e outros colaboradores dessas instituições.

“Há um contingente muito grande de pessoas envolvidas nesse trabalho de início de triênio de mandato. Nesse momento discutimos quais são os principais pontos que afetam as associadas. Então, é um modelo voltado para buscarmos o melhor possível para as entidades, considerando os pontos que incomodam, aprimoramentos necessários e novas ideias de fortalecimento”, destaca Reis.

Desenho e acompanhamento – Três grandes metas aspiracionais regem o Planejamento Estratégico 2020-2022 do sistema Abrapp: 1- Transformar o sistema em prioridade de Estado; 2 – Estabelecer a Lei de Proteção ao Poupador Previdenciário; e 3 – Consolidar os Planos Família adicionando 600 mil novos participantes.

Foram traçados 10 grandes projetos, que contam com a colaboração das instituições ligadas à Abrapp para fazer cumprir os objetivos estratégicos, visando o atingimento das metas aspiracionais. “Para cada um desses 10 projetos temos um conjunto de ações que precisam ser executadas. Então, o nosso acompanhamento se dá em cima dessas ações propostas”, completa o Diretor.

Principais realizações

Participação em organismos – Em complemento às conquistas já citadas pelo Diretor-Presidente, Luís Ricardo Martins, o Diretor Augusto Reis cita a participação da Abrapp junto aos diversos organismos que compõem o sistema de previdência complementar. Há um conjunto de ações do Planejamento baseadas na atuação da Abrapp junto ao Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), à Previc, à Iniciativa de Mercado de Capitais (IMK) e até mesmo ao Congresso Nacional.

“Essas ações visam ajudar a compor os normativos, a legislação que será referência para o sistema. Então, todas as ações que a Abrapp realiza no sentido de participar da construção desses normativos que recairão sobre o sistema e, consequentemente, sobre todas as associadas, é uma forma de agirmos para a proteção e o bom andamento das atividades das entidades fechadas”, observa Reis.

Lei de Proteção ao Poupador Previdenciário – A Abrapp estruturou um projeto de lei que visa dar proteção ao poupador previdenciário, oferecendo as condições necessárias para a defesa e incentivo da poupança de longo prazo. “A poupança de longo prazo tem um papel fundamental na economia, pois é um recurso investido em amplo horizonte de tempo. E os projetos de maior envergadura para uma sociedade normalmente são de longo prazo. Então, criar uma lei que visa dar essa proteção e, consequentemente, incentivar o poupador previdenciário, é fundamental”, afirma Reis.

Planos família – A Abrapp elaborou um Guia Rápido de Implantação de Planos Família. O Diretor lembra que essa vertente é uma das principais alternativas para o crescimento do sistema, possibilitando a entrada de novos participantes nos planos de previdência complementar. É possível agregar essa nova população por meio da criação de planos instituídos, inclusive através do Fundo Setorial Abrapp, que está à disposição das entidades associadas.

Capacitação em alta – O Diretor também destaca a atuação da UniAbrapp com a oferta de treinamentos e capacitação cada vez mais próximos das necessidades do sistema: formação de líderes, programas para conselheiros, programa para desenvolvimento de consultores previdenciários, entre outros. “Isso é fantástico porque a cultura comercial precisa estar inserida em nossas entidades. E a UniAbrapp tem estruturado cursos para a formação dessa cultura junto aos profissionais que compõem as fundações. Isso, sem dúvida, tem um peso muito grande no atingimento de nossas metas”.

Reinvenção dos eventos – O Diretor chama a atenção para os grandes eventos realizados, reinventados neste ano com o formato online, como os Encontros Regionais, o 9º Seminário de Investimentos, o 2º Encontro de Estratégia e Criação de Valor e o 41º Congresso Brasileiro de Previdência Privada. “São eventos que destacaram temas de grande importância para essa questão da cultura comercial e também da cultura ASG e  investimentos que respeitem os critérios de sustentabilidade e governança”.

Fortalecimento da Conecta – A Conecta está preenchendo espaço de suma importância para as associadas, na medida em que cria condições para a implantação de serviços compartilhados para as EFPC, observa Augusto Reis. Ele destaca o lançamento da Central de Serviços, produto que conta com técnicas e ferramentas de automação para que as entidades desenvolvam vendas, marketing, atendimento e relacionamento. “A Conecta provê soluções e intermedia os serviços mais adequados para as EFPC, buscando ganhos de escala com preços satisfatórios para as entidades”.

EFPC são ouvidas na construção de normativos – A Abrapp tem participado da revisitação de normativos importantes para o sistema, a exemplo da Resolução CMN 4.661/2018, a IN Previc 18 e projetos de lei que tratam de incentivos tributários para os participantes. A lista inclui ainda o PLP 164 do Ministério da Economia sobre segregação patrimonial e o projeto de lei que trata da harmonização entre entidades abertas e fechadas, já citado por Luís Ricardo Martins. “Ao participar das alterações dos normativos ou do arcabouço legal que tem impacto direto sobre as associadas, a Abrapp está exercendo o papel de proteger as entidades e, consequentemente, participantes e assistidos”, acrescenta o Diretor.

Respostas tempestivas para as associadas – Ao concluir sua avaliação, Augusto Reis afirma que o sistema Abrapp tem dado respostas adequadas e tempestivas para as necessidades das entidades fechadas de previdência complementar.

“Para toda problemática em torno de nós, associadas, a Abrapp tem se sensibilizado e buscado, muitas vezes, até se antecipar nas soluções. Por isso é uma atuação tempestiva, adequada. A Associação sabe o que aflige, angustia ou prejudica as associadas e sai em defesa para resolver essas principais questões”, ressalta o Diretor.

“E o que nos deixa bastante satisfeitos com o sistema Abrapp, falo particularmente da liderança do Presidente Luís Ricardo, um incansável batalhador em prol do sistema, e da sapiência e maestria de Devanir Silva como Superintendente da Abrapp. Também não posso deixar de destacar a qualificação de toda a equipe de colaboradores de Abrapp, Sindapp, ICSS e UniAbrapp. Os profissionais que estão dentro dessas instituições são grandes responsáveis pelo nível de excelência dessas entregas”, completa Reis.

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