Escolha uma Página
Gestão de riscos é essencial diante de busca por maior rentabilidade

Gestão de riscos é essencial diante de busca por maior rentabilidade

Reunindo dirigentes de grandes fundações em um debate junto ao regulador do sistema, a Previc, o 9º Seminário Gestão de Investimentos nas EFPC encerrou na última sexta-feira, 16 de outubro, com o painel “Discussões Atuais na Gestão de Riscos e Governança de Investimentos”. Renato Augusto Zagallo Villela dos Santos, Diretor Presidente da Funcef e Membro do Conselho Deliberativo da Abrapp, moderou o painel e destacou que a questão de governança de risco é particularmente importante diante do momento em que as variáveis econômicas estimulam a procura por mais rentabilidade. “Isso ocorre no mundo inteiro, e o Brasil era um ponto fora da curva e está, agora, entrando na curva com desafios de gestão de investimento e risco que devem ser alinhados às melhores práticas”, destacou.

A gestão de risco deve ser o pilar principal detentor dos investimentos das entidades, segundo Alexandre da Cunha Mathias, Diretor de Investimentos da Petros. Para ele, gestão é sempre de riscos e deve ficar à frente das análises sobre retorno. “Essa conversa cai em uma narrativa do que se espera que vai acontecer em termos de retorno, bolsa, ajuste fiscal, NTN-B, etc. Isso acaba ocultando o fato de que nossa capacidade de prever tudo isso é muito pequena. A gente se esmera, mas fatalmente vamos errar. Criar cenários que admitem riscos é algo que precisa ser feito”, reforçou.

Ele destacou que riscos significam que mais coisas vão acontecer além do previsto. “Isso requer uma abordagem diferente, às vezes, do que uma narrativa focada no resultado dos produtos”. Para Mathias, um bom resultado está ligado a um bom processo. “Normalmente se faz um ranking dos gestores que ganharam mais dinheiro, ou seja, os que tiveram maior retorno, sem ajustes para a gestão de risco. Essas são algumas lembranças que precisamos ter, pois precisamos separar o resultado que se colhe do processo que se faz. Errar faz parte do jogo. A arte da boa gestão está justamente em escolher os riscos”.

Diversificação – Diante desse panorama, Mathias destacou a importância da diversificação. “Por que é importante eu ter investimentos no exterior, e eventualmente, não protegido pela moeda? Faz sentido eu ter um percentual alocado nisso, e é contraintuitivo”, destacou. “A ideia de montar um portfólio que diversifique o risco está associada ao fato que nossa capacidade de prever não é tão boa. Esse portfólio, no desfecho dos cenários, se o retorno não for o esperado ou o cenário-base não se concretizar, garante que se tenha perdas minimizadas. E isso, no geral, acontece se houver estratégias que não estejam necessariamente no cenário-base”, disse.

Ele falou ainda sobre valuation, incluindo um viés contábil na avaliação de investimento, sendo essa uma etapa fundamental de qualquer processo de investimento, na sua visão. “Particularmente vejo o valuation como um processo de aprendizado do ativo ou empresa investida do que em chegar num preço justo”, destacou. Ele falou ainda que a gestão baseada no valuation não parece ser uma estratégia vencedora, e isso é particularmente grave no caso dos FIPs, que é um tipo de investimento sujeito a uma certa dose de controvérsia, ao mesmo tempo que é uma classe de investimento muito importante no mundo inteiro.

Análise de risco – Mathias fez uma análise sobre a mensuração do risco e dimensão no tempo, destacando que normalmente essa mensuração está muito voltada para a volatilidade. “Tenho dúvida se essa é a melhor medida para qualquer investidor, mas no caso dos fundos de pensão, com certeza não, pois o passivo é mais estável, com horizonte mais longo”.

Ele ressaltou que o nível de conhecimento específico na maior parte dos conselhos a respeito desse tipo de análise ainda é abaixo do necessário, o que indica uma necessidade de se investir em qualificação desse profissional para que as decisões não sejam sempre conservadoras. “Quando se tem pessoas que não dominam o assunto e estão acauteladas, a tendência é um nível de conservadorismo muito alto, o que pode não levar às melhores decisões. Temos feito progressos em termos de qualificação, mas ainda está no meio do caminho”.

Diante da conjuntura particularmente desafiadora em termos de gestão devido às altas metas atuariais frente a uma perspectiva de um CDI baixo, Mathias avalia que há uma pressão de risco que não é usual aos fundos de pensão. “As fundações vão ter que render, tanto em 2020 quanto em 2021, mais que os melhores multimercados”. De acordo com projeções feitas pelo dirigente, a condição do CDI estar muito abaixo da meta atuarial faz com que não se tenha, no sistema, um porto seguro que não gere perdas, e para cumprir metas, não dá pra não correr risco. “Mas a política monetária expansionista cria um dilema complexo para as EFPC, que devem correr risco, mas sem poder perder,”, destacou.

Desafio – Jorge Simino, Diretor de Investimentos da Vivest disse em sua apresentação que os tempos atuais são tremendamente desafiadores para a superação das metas atuariais dos planos. Considerada uma taxa atuarial de 4,5% e uma inflação de 3,5%, a meta atuarial para 2021 deve girar ao redor de 8%. Isso representa quatro vezes a Selic atual, de 2% ao ano. “É preciso verificar o nível de risco que é aceitável”.

Ele citou que, em setembro do ano passado, a direção da Vivest conversou com os membros do Conselho Deliberativo sobre o tema. “Para tentar buscar uma meta em 2020, seria necessário alocar 40% do patrimônio em bolsa, considerando que a renda variável doméstica teve retorno médio de IPCA mais 10% ao ano nos últimos 26 anos. E nos perguntamos se o nível de risco era aceitável”, comentou Simino. Em caso de um cenário desfavorável, as perdas poderiam ser grandes. “É importante manter uma comunicação aberta com os órgãos de governança. Decidimos que não estávamos dispostos a correr um risco tão alto de alocação em renda variável. Acabamos abdicando de perseguir a meta atuarial, pois o nível de risco seria muito elevado”, explicou o Diretor de Investimentos da Vivest.

Tomar risco no Brasil não é tão simples, pontuou Simino, e não existe uma ampla diversidade de ativos para montar uma carteira com boa diversificação, em sua visão. “São poucas as classes de ativos que possuem baixa correlação entre si. Poucos papéis e ativos de empresas que as EFPC podem acessar no mercado doméstico. Então, a saída para o investimento no exterior é inevitável”, afirmou.

Investimento no exterior – Há duas propostas urgentes para que o limite de investimentos estrangeiros sejam alterados para os investidores no Brasil, segundo Simino. Uma delas é ampliar de imediato o limite de 10% para 20% do patrimônio permitido pela Resolução CMN nº 4.661/2018. “A média do setor de EFPC ainda não utiliza todo o limite de 10%, mas já existem muitos planos que estão próximos disso. É o caso de dois planos de Contribuição Definida (CD) da Vivest, que estão com 9% do patrimônio alocado no exterior. O segundo ponto é que em um prazo de 2 a 3 anos, o limite deveria ser ampliado novamente para cerca de 30%”.

Os investimentos no exterior oferecem possibilidade de ampla diversificação setorial e geográfica, avaliou Simino, sendo possível acessar ações de empresas de tecnologia, saúde, biotecnologia, entre outras, que não estão listadas na bolsa doméstica. “É possível diversificar as regiões, por exemplo, investindo em bolsas de países asiáticos, além de ativos em outras moedas. Tudo isso, abre possibilidade para alocações com baixa correlação com as classes de ativos tradicionais domésticos”, explicou o Diretor da Vivest.

Melhores práticas – Abordando as melhores práticas de gestão de riscos, Marcelo Otávio Wagner, Secretário do Colégio de Coordenadores de Investimentos da Abrapp e Diretor de Investimentos da Previ, dividiu essas práticas em quatro pilares. O primeiro deles é o de cultura e responsabilidade da alta gerência. “Deve haver nas entidades a definição de responsabilidades e segregação de funções; uma estrutura de gestão de riscos; e a disseminação da cultura de controles. Se a alta administração não compra a ideia, ninguém vai comprar”, explicou.

O segundo pilar apresentado por Marcelo Wagner é o da estratégia de gestão de riscos e de investimentos. “É muito importante que se tenha identificação, mensuração, controle e reporte de todos os riscos. Precisa haver uma discussão, na entidade, sobre a definição do apetite e tolerância a riscos. Aí começa a conexão da gestão de riscos com governança de investimentos. A partir disso, se inicia o processo de montagem e monitoramento dos portfólios”. Ele ressaltou que a estratégia de riscos deve ser a base da estratégia de investimentos das entidades. “Primeiro se faz a definição da análise de estrutura e apetite ao risco para, daí, começar a montar portfólios. É de suma importância que a entidade, seja do tamanho que for, tenha isso em mente”.

Já o terceiro pilar diz respeito ao ecossistema de controle. Marcelo Wagner destacou a importância, nesse pilar, de que seja definido o gestor de primeiro nível, ou seja, o dono do risco. “Os controles internos e compliance atuam considerando que o gestor de primeiro nível está atuando com riscos, e a auditoria interna e externa funciona na terceira camada”, explicou. No quarto pilar, Wagner incluiu informação, reporte e comunicação. “É preciso que o reporte dos riscos seja feito aos órgãos de governança, que seja contínuo aos órgãos de supervisão, além de comunicação com associados e outros stakeholders, e transparência. Eu reforço que deve haver uma comunicação franca”, disse.

Ele citou ainda exemplos de como a Previ aprecia essas melhores práticas dentro de suas atividades. “Nossos processos já estão alinhados às melhores práticas preconizados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), contemplando os quatro pilares”, destacou, ressaltando que na entidade, a gestão de riscos possui uma estrutura normativa de regras, com processo mapeados, políticas, metodologias aprovadas, limites e diretrizes de risco.

Wagner discorreu ainda sobre como funcionam os processos de gestão, com comitês de risco e ALM, segregação de funções, simulações prévias, e definição de apetite a risco por planos e perfis. “Na questão da cultura, a Previ possui um incentivo à produção intelectual dos funcionários da entidade, com desenvolvimento ainda de cursos internos. Temos análises, súmulas e relatórios padronizados e dashboards sobre esses processos”.

A entidade também conta com uma Política de Gestão de Riscos Corporativos, que categoriza os riscos, segregar funções, prevê quais riscos pode ser assumidos de acordo com apetite e tolerância, além de contar com ferramentas de monitoramento. “Disso deriva as nossas Políticas de Investimento, com declarações de apetite e tolerância a riscos formalizadas, sendo que os riscos assumidos devem estar de acordo com apetite e tolerância a riscos definidos para os planos”. Além disso, há a Política de Governança de Investimentos da Previ possui diretrizes que devem ser observadas no processo de análise e assessoramento, entre outros; e a Política de Controles Internos e Conformidade. Wagner destaca que essas atribuições englobam todos os funcionários da entidade, em diferentes níveis hierárquicos.

Regulador – Para tratar do tema relevante e complexo, além do papel das áreas de investimentos das fundações, Carlos Marne Alves, Diretor de Fiscalização e Monitoramento da Previc, disse que as entidades deverão rever os compromissos e premissas atuariais presentes nos regulamentos dos planos de benefícios nos próximos anos. “As revisões são necessárias por causa da mudança do nível mais reduzido dos juros dos ativos da economia”, disse.

O Diretor da Previc enfatizou a importância de uma gestão dos recursos com base no controle e monitoramento dos riscos e citou diversas regulações, como a Resolução CGPC nº 13/2004 e a Resolução CMN nº 4.661/2018, que apontam a exigência do controle de riscos na gestão dos investimentos. “Os riscos devem ser controlados e monitorados de acordo com a complexidade da entidade e dos planos administrados”, ressaltou Marne.

Ele citou também o papel do administrador de risco ou de um comitê que exerça essa função, que por sua vez, deve estar segregada do AETQ, e indicou que as entidades devem adotar linhas de defesa compatíveis com o tipo e complexidade da gestão dos ativos e dos planos. Como principais linhas de defesa, Marne ressaltou a Política de Investimentos, o Comitê de Investimentos, o Comitê de Riscos e a função de comunicação com os participantes e assistidos, já alinhada com a nova Resolução CNPC nº 32/2019, cujas exigências deverão ser cumpridas a partir de 31 de dezembro deste ano.

Carlos Marne falou ainda sobre o novo sistema de fiscalização e monitoramento que será adotado pela Previc a partir de 2021. “Será um novo sistema de controle e monitoramento de riscos aplicado sobre todas as mais de 300 EFPC do sistema. O novo sistema será baseado com avaliação e classificação das entidades com um score”, complementou.

O 9º Seminário Gestão de Investimentos nas EFPC ocorreu nos dias 15 e 16 de outubro. Confira a cobertura completa dos temas abordados nos dois dias de evento:

 

O 9º Seminário Gestão de Investimentos nas EFPC é uma realização da Abrapp com apoio institucional de Sindapp, ICSS, UniAbrapp e Conecta. O evento conta com patrocínio Black da XP Investimentos; Ouro da Aditus, Aviva Investors, BNP Paribas Asset Management, Indosuez Wealth Management, Captalys, ClearBridge Investments, Hancock Asset Management Brasil, Indie Capital, J.P. Morgan Asset Management, Kadima Asset Management, MAG Investimentos, Perfin Asset Management, Schroders, Sparta Fundos de Investimento, Sulamérica Investimentos, TAG Investimentos, Vinci Partners; Bronze da Franklin Templeton, i9Advisory Consultoria Financeira, Mauá Capital, StepStone; e apoio da ARX.

É amanhã: 9º Seminário de Investimentos traz discussões abrangentes com líderes e estrategistas do mercado

É amanhã: 9º Seminário de Investimentos traz discussões abrangentes com líderes e estrategistas do mercado

O 9º Seminário Gestão de Investimentos começa amanhã, dia 15 de outubro, às 9h, com uma programação que se estende até o dia 16 de outubro. O evento trará uma reflexão essencial para o momento singular no qual as entidades formulam suas políticas e estratégias de investimentos.

Com dois dias dedicado a transformar desafios da gestão de investimentos em grandes oportunidades, o 9º Seminário Gestão de Investimentos conta com uma programação abrangente em uma edição exclusiva e inédita, com a participação de consultores, especialistas de assets, dirigentes de grandes fundações e representantes da Previc, prontos para abordar grandes discussões que irão guiar táticas de diversificação para as políticas e estratégias de investimentos dos próximos anos.

Confira a programação completa do evento e garanta sua vaga. A participação no evento conta 14 créditos no PEC.

O 9º Seminário Gestão de Investimentos nas EFPC é uma realização da Abrapp com apoio institucional da UniAbrapp, Sindapp, ICSS e Conecta. O evento conta com patrocínio Black da XP Investimentos; Ouro da Aditus, Aviva Investors, BNP Paribas Asset Management, Indosuez Wealth Management, Captalys, ClearBridge Investments, Hancock Asset Management Brasil, Indie Capital, J.P. Morgan Asset Management, Kadima Asset Management, MAG Investimentos, Perfin Asset Management, Schroders, Sparta Fundos de Investimento, Sulamérica Investimentos, TAG Investimentos, Vinci Partners; Bronze da Franklin Templeton, i9Advisory Consultoria Financeira, Mauá Capital, StepStone; e apoio da ARX.

9º Seminário de Investimentos aborda desafios de gestão em um momento histórico

9º Seminário de Investimentos aborda desafios de gestão em um momento histórico

Com dois dias dedicado a transformar desafios da gestão de investimentos em grandes oportunidades, o 9º Seminário Gestão de Investimentos traz uma programação abrangente em uma edição exclusiva e inédita, com a participação de consultores, especialistas de assets, dirigentes de grandes fundações e representantes da Previc. O evento ocorre entre os dias 15 e 16 de outubro, das 9h às 17h30, e trará uma reflexão essencial para o momento singular no qual as entidades formulam suas políticas e estratégias de investimentos.

1 / 1 – SergioWilsonFerrazFontes“Esse é um evento extremamente concorrido, pois estamos com desafios enormes para as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC)”, diz Sérgio Wilson Fontes, Diretor Executivo e responsável pela área de Investimentos da Abrapp. “Nunca tivemos desafios dessa magnitude histórica, com juros reais em níveis nunca antes imaginados, o que coloca os gestores sob pressão de bater meta. Com isso, as entidades terão que sair da zona de conforto, correndo mais risco”, destaca.

Segundo Sérgio Wilson, o Seminário este ano vem em um momento extremamente importante frente a esse cenário econômico. “O temário está muito focado para este momento em que as entidades começam a definir suas políticas de investimento. O Seminário foi desenhado para suprir todos os desafios das várias classes de ativos e pontos estratégicos e importantes a serem debatidos pelos gestores de investimentos. É importante ainda pela interação com a indústria, com os gestores externos”, complementa.

Rodadas de Negócios – Além do conteúdo robusto, o evento contará com uma Rodada de Negócios em cada dia, com apresentações de cases e produtos nos estandes digitais, onde os temas do momento serão abordados por empresas especializadas do mercado. Os pitches comerciais exclusivos serão apresentados 100% ao vivo e de maneira interativa por meio da plataforma digital do evento. “A Abrapp está trazendo para seus eventos a tecnologia em um dos melhores formatos que já vi. Essa interação com a indústria de gestores e consultores é fundamental e um dos pontos altos deste Seminário, trazendo oportunidade de discussões com quem realmente está atuando nas questões práticas”, ressalta Sérgio Wilson.

Confira a programação:

O Seminário contará com abertura de Luís Ricardo Marcondes Martins, Diretor Presidente da Abrapp, e Sérgio Wilson Fontes, Diretor Executivo e responsável pela área de Investimentos da Abrapp. Após a abertura, no início do primeiro dia será abordado o Cenário Econômico e Perspectivas, com participação de Caio Megale, Economista Chefe do Grupo XP; e Fernando Genta, Economista-chefe da XP Asset Management.

Para falar sobre Política e Gestão de Investimentos em Ambiente de Juros Baixos, estarão presentes Guilherme Benites, Sócio Diretor da Aditus Consultoria; Marcelo Rabbat, Sócio e CIO da Vinci Partners; Fernando Lovisotto, CIO da Vinci Partners; e Francisca Brasileiro, Estrategista do time de Gestão Estratégica de Recursos Institucionais da TAG Investimentos; em painel moderado por Keite Bianconi, Diretora Executiva Suplente da Abrapp.

Já o terceiro painel abordará o Mercado de Títulos Públicos e Solvência dos Planos, moderado por José Maurício Coelho, Presidente do Conselho Deliberativo da Abrapp e Diretor Presidente da Previ; com a participação de Helano Borges Dias, Gerente de Estratégia da Dívida Pública e Mercado Financeiro; Silvio Renato Rangel Silveira, Consultor Associado na Mercer Brasil; e José Carlos Sampaio Chedeak, Diretor de Orientação Técnica e Normas da Previc.

Na parte da tarde, o painel Estratégias Quantitativas Transformando a Alocação em Renda Variávelterá Alexandre Sabanai, Gestor dos Fundos de Ações da Perfin Asset Management; Pablo Riveroll, CFA – Head de Gestão de Renda Variável Brasil e LATAM da Schroders; e Rodrigo Pereira Maranhão, Sócio e Gestor da Kadima Asset Management como palestrantes, com moderação de Lucas Ferraz Nóbrega, Diretor Presidente da Fundação Libertas.

Para encerrar o dia com uma discussão atual e relevante, o Painel 5 abordará Open Banking, Pix, BaaS e a Revolução na Organização do Sistema Financeiro. Moderado por Luiz Paulo Brasizza, Diretor Vice-presidente da Abrapp e Presidente da UniAbrapp; a discussão terá a participação de Piero Contezini, CEO e Fundador da Asaas; e Lucas Pérez, CEO da Trampolim.

O segundo dia de evento inicia com um importante discussão sobre Diversificação, focada em Investimentos no Exterior, com Carlos Henrique Flory, Diretor Executivo da Abrapp e Diretor Presidente da Prevcom na moderação e palestra de Giuliano De Marchi, Responsável pela J.P. Morgan Asset Management na América Latina; Roberto Teperman, Head of sales da LeggMason; e Tiago Bellodi C. Cesar, Head de Fundo de Fundos da BNP Paribas Asset Management.

A segunda abordagem sobre Diversificação girará em torno de Crédito Privado e Estruturados, compondo o segundo painel do dia com participação de Ulisses Nehmi, CEO da Sparta Fundos de Investimento; André Fadul, Gestor de Renda Fixa de Crédito Privado do CA Indosuez Wealth Management; e Margot Alyse Greenman, CEO da Captalys; moderado por José Jurandir Bastos Mesquita, Diretor Executivo da UniAbrapp.

Tema de extrema relevância, o ESG nos Investimentos será discutido por Rafael Soares Ribeiro de Castro, Gerente Executivo de Conformidade e Controles Internos da Previ; Rick Stathers, Analista & Estrategista de ESG e Climate Change na Aviva Investors; Daniel Reichstul, Fundador da Indie Capital; Marcelo Mello, Vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica; e Iain Snedden, Especialista em Investimentos da Aegon Asset

Para encerrar a programação de peso, o último painel do evento trará grandes fundações e a Previc para Discussões Atuais na Gestão de Riscos e Governança de Investimentos. O painel contará com a participação de Renato Augusto Zagallo Villela dos Santos, Membro do Conselho Deliberativo da Abrapp e Diretor Presidente da Funcef; Marcelo Otávio Wagner, Secretário do Colégio de Coordenadores de Investimentos da Abrapp e Diretor de Investimentos da Previ; Jorge Simino Júnior, Diretor de Investimentos da Vivest; Alexandre da Cunha Mathias, Diretor de Investimentos da Petros; e Carlos Marne Dias Alves, Diretor de Fiscalização e Monitoramento da Previc.

Garanta sua vaga. A participação no evento conta 14 créditos no PEC.

O 9º Seminário Gestão de Investimentos nas EFPC é uma realização da Abrapp com apoio institucional da UniAbrapp, Sindapp, ICSS e Conecta. O evento conta com patrocínio Black da XP Investimentos; Ouro da Aditus, Aviva Investors, BNP Paribas Asset Management, Indosuez Wealth Management, Captalys, ClearBridge Investments, Hancock Asset Management Brasil, Indie Capital, J.P. Morgan Asset Management, Kadima Asset Management, MAG Investimentos, Perfin Asset Management, Schroders, Sparta Fundos de Investimento, Sulamérica Investimentos, TAG Investimentos, Vinci Partners; Bronze da Franklin Templeton, i9Advisory Consultoria Financeira, Mauá Capital, StepStone; e apoio da ARX.

Garanta sua participação no maior Seminário de Investimentos do sistema

Garanta sua participação no maior Seminário de Investimentos do sistema

As inscrições para o 9º Seminário Gestão de Investimentos nas EFPC estão abertas. O evento ocorre entre os dias 15 e 16 de outubro, das 9h às 17h30, e trará uma reflexão essencial para o momento singular no qual as entidades formulam suas políticas e estratégias de investimentos. Com um conteúdo diferenciado, o evento abordará o cenário econômico e perspectivas; política e gestão de investimentos em ambiente de juros baixos; mercado de títulos públicos e solvência dos planos; estratégias quantitativas transformando a alocação em renda variável; oportunidades para diversificação; ESG nos investimentos; discussões na gestão de riscos e governança de investimentos; além de trazer uma palestra especial sobre Open Banking, Pix, Baas e a Revolução na Organização do Sistema Financeiro e ter a apresentação de cases e produtos nos estandes digitais.

O evento será realizado em formato 100% online e ao vivo, voltado, principalmente, a ​Administradores Estatutários Tecnicamente Qualificados (AETQ), Membros de Comitês de Investimentos e de Riscos, Dirigentes, Conselheiros, Gerentes e Técnicos das Entidades Fechadas de Previdência Complementar, contando 14 créditos no PEC. Confira a programação e garanta sua vaga.

O 9º Seminário Gestão de Investimentos nas EFPC é uma realização da Abrapp com apoio institucional da UniAbrapp, Sindapp, ICSS e Conecta. O evento conta com patrocínio Black da XP Investimentos; Ouro da Aditus, Aviva Investors, BNP Paribas Asset Management, Indosuez Wealth Management, Captalys, ClearBridge Investments, Hancock Asset Management Brasil, Indie Capital, J.P. Morgan Asset Management, Kadima Asset Management, MAG Investimentos, Perfin Asset Management, Schroders, Sparta Fundos de Investimento, Sulamérica Investimentos, TAG Investimentos, Vinci Partners; Bronze da Franklin Templeton, i9Advisory Consultoria Financeira, Mauá Capital, StepStone; e apoio da ARX.

Newsletter Abrapp em Foco

Cadastre-se e fique por dentro de tudo que acontece no Grupo Abrapp e em sintonia com os fatos mais relevantes do setor.