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Aportes extraordinários e contribuições para planos família superam expectativas

Mesmo em um ano marcado pela pandemia, 2020 acentuou a tendência, já verificada em anos anteriores, de aumento dos aportes extraordinários para os planos de benefícios em várias entidades fechadas de previdência complementar (EFPC). Fundações como Prevcom, Funpresp, Postalis são alguns exemplos que tiveram maior volume de contribuições extras dos participantes no ano passado em comparação com o ano anterior.

Um outro fenômeno também reforça a tendência de aumento das contribuições para a formação de poupança previdenciária com gestão das EFPC, que é a formação de patrimônio dos planos voltados aos familiares também acima das expectativas. O crescimento dos aportes extras e a procura pelos planos família apontam para a pró-atividade do sistema de Previdência Complementar Fechada para captar e realizar a gestão da poupança das famílias para transformá-la em reservas previdenciárias de longo prazo.

Como vem apontando em suas análises o Professor e Pesquisador do IDP, José Roberto Afonso, nunca a poupança das famílias cresceu tanto em diversos países e também no Brasil, como em 2020. É o fenômeno que ele denomina de “poupança do medo”. O maior desafio agora é transformá-la em “poupança da esperança” e um dos caminhos apontados pelo pesquisador é o incentivo para canalizar esses recursos para planos previdenciários de longo prazo. Neste sentido, as entidades fechadas têm um papel e uma vocação para a gestão de tais planos e reservas previdenciárias.

A seguir mostramos alguns exemplos:

Prevcom – Os participantes dos planos da Prevcom transferiram R$3,75 milhões em contribuições voluntárias à carteira de investimentos em dezembro, valor seis vezes maior que os R$598 mil do mês anterior. O balanço anual de aportes facultativos revela que os servidores inscritos nos planos da Prevcom decidiram poupar em um período de restrições de viagens e festas impostas pela crise sanitária. No ano passado esta modalidade de aplicação somou R$7,55 milhões. Deste total, cerca de 50% correspondem ao resultado do último mês de 2020. O valor apurado em 12 meses registra crescimento de 12% em relação aos R$6,70 milhões do ano anterior, informa a entidade através de comunicado.

Funpresp – Os participantes da Funpresp (antes denominada Funpresp-Exe) realizaram um total de R$14,9 milhões em aportes facultativos ao longo de 2020. O valor é maior que o registrado em 2019, quando foi atingida a soma de R$12,7 milhões. “A crescente confiança na gestão da Funpresp é um dos fatores que levam ao aumento de solicitações de contribuições extras, mesmo em meio ao cenário de incertezas provocado pela covid-19. Somente em 2020, foram 10.852 pedidos ao total”, diz a Funpresp através de nota.

Postalis – O valor e o número de contribuições extraordinárias – adicionais às contribuições normais – feitas ao plano Postalprev, do Postalis, no ano de 2020, mais que dobraram, com crescimento foi de 109%. E considerando a quantidade de participantes que efetuaram estes depósitos, o número foi 103% maior do que no mesmo mês do ano anterior. É a maior quantidade registrada no Postalis desde 2014. “É um sinal da credibilidade do Postalis junto aos participantes, que enxergam no seu plano de previdência uma boa oportunidade de obter rentabilidade e benefícios fiscais no Imposto de Renda”, avalia o Diretor de Gestão Previdencial do Instituto, Carlos Alberto Zachert.

Prevaler – A Valia superou as metas e expectativas para as adesões e formação de patrimônio para seu plano família, o Prevaler, que foi lançado no final de 2019. A meta de alcançar 3500 participantes no primeiro ano de funcionamento foi cumprida rigorosamente. As adesões chegaram a exatos 3506 participantes no final do ano passado. Mas o resultado mais surpreendente foi o patrimônio que alcançou R$12 milhões, mais que o dobro da meta para o período, que era de R$5 milhões. O bom resultado é atribuído ao movimento de formação de poupança previdenciária por parte das famílias dos participantes. O tíquete médio e o alto número de aportes extraordinários impulsionaram a formação de reservas para o novo plano em 2020. “Tivemos algumas portabilidades para o Prevaler, mas o que foi mais positivo foi uma grande quantidade de contribuições extraordinárias. Isso demonstra um forte desejo de ampliar a formação da poupança”, conta Edecio Brasil, Diretor Superintendente da Valia.

Previ Família – Uma novidade importante para a Previ no ano passado foi o lançamento do novo plano voltado aos parentes dos participantes. O Previ Família foi lançado no mês de março do ano passado, um pouco antes da chegada da pandemia. Mesmo assim, a equipe da entidade decidiu manter o plano de divulgação e abertura para adesões, que resultou na entrada de 1123 novos participantes até o final de janeiro passado. O patrimônio do plano já atinge R$26,1 milhões. “Enfrentamos e superamos todos os desafios operacionais para lançar o novo plano. Hoje estamos muito felizes de contar com um público cada vez maior”, comenta Marcelo Otávio Wagner, Diretor de Investimentos da Previ.

Previ supera meta atuarial e amplia superávit do Plano 1 em 2020

Previ supera meta atuarial e amplia superávit do Plano 1 em 2020

Mesmo em um ano marcado pela pandemia e aumento da volatilidade dos mercados globais e domésticos, a Previ conseguiu fechar 2020 com rentabilidade acima da meta atuarial em seu maior plano de benefícios, ampliando o superávit em relação ao ano anterior. Ainda sem os resultados finais de dezembro de 2020, o retorno apurado até novembro do ano passado era de 11,06% no Plano 1 ante uma meta de 8,42%. O superávit havia saltado de R$2,3 bilhões registrados em janeiro para R$7,5 bilhões em novembro. O Plano 1 contava com patrimônio de R$ 199,3 bilhões em novembro.

No auge da crise, em 31 de março do ano passado, o Plano 1 chegou a registrar déficit de R$23,6 bilhões. Já no primeiro semestre a recuperação começou a acontecer de maneira acelerada e continuou até o final do ano, ainda que tenha registrado altos e baixos no período. “Sabíamos que haveria uma recuperação, mas tínhamos a expectativa que fosse mais demorada do que acabou acontecendo. Tivemos uma surpresa muito positiva com a grande velocidade na retomada”, comenta Marcelo Otávio Wagner, Diretor de Investimentos da Previ.

O dirigente explica que os resultados de novembro já apontavam para a superação da meta atuarial do Plano 1 e o movimento continuou em alta até o fechamento do ano. “Já tínhamos batido a meta em novembro, mas em dezembro o resultado positivo foi ampliado, apesar de não contarmos com os números fechados. Alguns dos fatores que contribuíram para a retomada dos mercados foram os pacotes de estímulos fiscais e monetários lá fora e que impactaram positivamente os países emergentes e o ciclo de commodities do mercado asiático que teve forte recuperação”, diz o Diretor da Previ.

Marcelo Wagner destaca a resiliência do portfólio da Previ e a posição de caixa confortável que permitiram a adoção de alocações mais adequadas durante o ano. A carteira de renda variável teve forte valorização desde maio do ano passado, com um rallye de alta nos dois últimos meses do ano. Nem todas as ações tiveram comportamento semelhante, algumas delas ainda devem marcar maior recuperação em 2021, como é o caso de empresas de utilities – energia, bancos e varejo.

A carteira de títulos públicos também registrou resultado positivo no final do ano, com forte fechamento da curva longa dos juros no quatro trimestre. A equipe de investimentos da Previ aproveitou o movimento para capturar os ganhos com os papeis mais longos indexados à inflação. Durante alguns momentos do ano passado, a Previ ampliou a posição com esses ativos. Além da captura dos prêmios, o próprio repique da inflação também colaborou para ampliar os ganhos.

“Diferente das previsões da média do mercado, por volta do mês de agosto, percebemos que poderia ocorrer um repique da inflação até o final do ano, o que foi confirmado realmente”, conta o Diretor da Previ.

Os investimentos no exterior, apesar de representarem menos de 0,5% do patrimônio da Previ, também tiveram desempenho muito positivo, devido ao movimento do câmbio e da própria recuperação dos ativos.

Mais uma vez o controle de riscos e a governança foram fatores que garantiram bons resultados para a entidade. “Os mecanismos de governança e segregação de responsabilidades são fundamentais para manter a calma e o olhar no longo prazo. É na hora da crise e nos momentos de alta volatilidade que esses mecanismos são testados de verdade. E a Previ tem se saído muito bem em períodos difíceis como foi 2020”, diz Marcelo Wagner.

Com desempenho menor que o Plano 1, o plano Previ Futuro conseguiu reverter as perdas durante o ano e registrava retorno positivo de 2,29% em novembro. O resultado de dezembro não foi fechado ainda, mas deve apontar melhora na rentabilidade. O Previ Futuro registrava patrimônio de R$20,6 bilhões em novembro de 2020.

Retomada da diversificação – A partir da análise dos cenários, a política de investimentos da Previ para 2021 prevê a retomada do processo de diversificação das carteiras dos planos. Nesse sentido, a política prevê novos limites de alocação em ativos no exterior, multimercados e fundos imobiliários. A alocação nessas classes de ativos permaneceram suspensas no ano passado e agora, de acordo com o comportamento dos mercados, devem voltar ao radar da entidade.

A política deste ano prevê um limite de até R$7 bilhões para alocações nessas três classes de ativos. O Diretor de Investimentos reforça também que um ponto cada vez mais presente na política são os critérios ASGI – ambiental, social, governança e integridade. Ele lembra que a Previ criou um comitê interno de sustentabilidade para avaliar os investimentos ASG a partir de setembro de 2020. Nessa área, ele também ressalta a adesão da fundação ao Código Stewardship da Amec, que visa fortalecer a governança e o engajamento nas empresas investidas.

Plano Família – Uma novidade importante do ano passado foi o lançamento do novo plano Previ Família, voltado aos parentes dos participantes. O plano foi lançado no mês de março do ano passado, um pouco antes da chegada da pandemia. Mesmo assim, a equipe da entidade decidiu manter o plano de divulgação e abertura para adesões, que resultou na entrada de 1123 novos participantes até o momento. O patrimônio do plano já atinge R$26,1 milhões.

“Enfrentamos e superamos todos os desafios operacionais para lançar o novo plano. Hoje estamos muito felizes de contar com um público cada vez maior”, comenta Marcelo Wagner. Ele ressalta a ideia de fortalecer os conceitos ASGI em 2021 e nos próximos anos e destaca que o plano de previdência é o que existe de mais aderente no mercado financeiro à ideia de sustentabilidade. “É o que existe de mais humanizado no mercado atualmente”, diz.

Participantes do MBA da UniAbrapp in Company da Previ realizam segunda parte de apresentações de projetos

Participantes do MBA da UniAbrapp in Company da Previ realizam segunda parte de apresentações de projetos

A segunda parte da apresentação dos projetos aplicados da 3ª turma do MBA em Gestão de Previdência Complementar UniAbrapp/Ibmec ocorreu nesta segunda-feira, 26 de outubro. A turma foi realizada no formato “in Company” para os colaboradores da Previ e contou com a participação de 25 estudantes. A primeira parte das apresentações ocorreu no dia 19 de outubro. Confira aqui os temas apresentados.

Luiz Paulo Brasizza, Diretor Presidente da UniAbrapp, destacou, na abertura do evento de apresentação dos projetos, que as apresentações são instigantes, com temas necessários para a área de previdência complementar. “Estamos muito felizes em estar aqui na 5ª edição de MBA, sendo a terceira da Previ, o que mostra a dedicação interna da entidade na educação previdenciária e financeira. É um grande trabalho que a UniAbrapp vem fazendo, e já temos mais de 540 cursos, sendo que a joia tem sido o curso do MBA”, disse. Ele ressaltou a importância de criar mentes pensantes na área. “Este MBA é um grande passo para isso”, finalizou, parabenizando os projetos e os professores.

Luiz Félix e Márcia Castro compõem a banca de avaliação dos projetos junto a Brasizza e também parabenizaram os projetos.”Esses temas são muito importantes para o desenvolvimento do nosso segmento e dos produtos ofertados aos nossos participantes”, disse Félix. Em seguida, os projetos foram apresentados.

Risco Atuarial da Longevidade – O Grupo 3 apresentou o projeto “Mecanismo de Proteção Coletiva Contra o Risco Atuarial da Longevidade”, elaborado por Eliana Campos Silva, Márcio de Oliveira Gottardo, Nathália da Costa de Azevedo Nunes, Queren Hapuque Freitas de Araújo, Roni Cesar de Paulo Cruz Iracema, e Sandra Tavares Rocha.

O objetivo do projeto é apresentar um produto voltado para a mitigação dos riscos atuariais de sobrevida, mantendo bons níveis de solvência e liquidez aos planos de previdência. “O que caracteriza este produto como inovador é a possibilidade da contratação direta pela EFPC, beneficiando indiretamente todos os participantes e assistidos, bem como o patrocinador, uma vez que estariam protegidos de arcar com eventuais contribuições extraordinárias em caso de déficits. O resultado esperado é garantir a complementação da aposentadoria/pensão nos casos de sobrevida que vêm crescendo sistematicamente nos planos de aposentadoria BD e CV”, diz a introdução do projeto.

Seguro Preservação Salário – Já o Grupo 4, composto por André Milagres da Silva, Eduardo Gomes Barbosa, Eduardo Leone Rozzo, Geice Faustino José, João Davi Cordeiro de Araújo, Robson Santana Camargo da Silva, e Rogério Gomes de Amorim, apresentou o “Projeto Para Criação de Seguro Preservação Salário (SPS)”, que tem como objetivo geral assegurar o patrimônio, oriundo de planos de previdência fechados, do segurado mesmo que ele venha a perder sua comissão.

Segundo a introdução, o projeto apresenta um contexto atual sobre a previdência oficial e a previdência complementar, bem como a discussão na inovação do produto de seguro, com o intuito de despertar a mudança do comportamento previdenciário. Em seguida, o projeto apresenta os principais aspectos que envolvem o produto Seguro Preservação do Salário, destacando suas vantagens e fatores de atratividade para os empregados das empresas brasileiras, sobretudo as vinculadas às entidades fechadas que administram planos de previdência complementar.

Ao final de cada apresentação, a banca realizou perguntas aos alunos.

Participantes do MBA da UniAbrapp in Company da Previ realizam segunda parte de apresentações de projetos

Participantes do MBA da UniAbrapp in Company da Previ apresentam projetos aplicados

Os alunos da 3ª turma do MBA em Gestão de Previdência Complementar UniAbrapp/Ibmec começaram a apresentação dos projetos aplicados para a conclusão do curso nesta segunda-feira, 19 de outubro. A turma foi realizada no formato “in Company” para os colaboradores da Previ e contou com a participação de 25 estudantes.

“O MBA realizado pela Previ em parceria com a UniAbrapp e Ibmec é um exemplo para todo o sistema. Com esta iniciativa, a fundação valoriza a formação de ‘pratas da casa’, investindo na capacitação de profissionais e futuros dirigentes”, disse Luiz Paulo Brasizza, Diretor Presidente da UniAbrapp, na abertura do evento de apresentação dos projetos.

Em sua fala, ele também ressaltou os avanços da UniAbrapp com a realização de 580 cursos e programas de treinamento com mais de 13 mil participações desde sua fundação há cinco anos. Já foram criadas 5 turmas de MBA e agora haverá a formação da primeira turma no formato 100% online. A Universidade realiza também um grande esforço para a realização dos cursos no formato EaD, já contando com mais de 6 mil participações neste modelo.

A Gerente Executiva da Gerência de Administração de Benefícios da Previ, Márcia Castro Moreira, enfatizou os investimentos da Previ em programas de educação com a visão de longo prazo. Ressaltou a relevância da parceria com a UniAbrapp e o Ibmec para a realização do MBA e disse que a iniciativa irá ajudar a Previ a cumprir sua missão com profissionais cada vez mais preparado para enfrentar os desafios e o cenário de inovação do setor. “A experiência oferecida pelo MBA será revertida não apenas para o Previ como para todo o setor de Previdência Complementar”, completou a Gerente.

Geraldo de Assis Souza Jr, assim como Brasizza e Márcia Castro, também compôs a banca de avaliação dos projetos, disse que certamente a parceria da Previ com a UniAbrapp e o Ibmec contribui para o engrandecimento do sistema. O Gerente Acadêmico do Ibmec, Marco Antônio Martins, também participou do evento da apresentação dos projetos.

O último membro da banca a falar durante a abertura foi Luiz Félix, que atuou também como orientador dos projetos aplicados desta turma de MBA. Ele reforçou o aspecto de inovação dos trabalhos dos grupos, que são muito adequados para enfrentar os enormes desafios da aceleração tecnológica. “Antes mesmo da pandemia já vivíamos em um mundo muito desafiador. Com o advento da pandemia, tudo isso se agravou”, comentou Félix. As apresentações foram divididas em dois dias. No primeiro dia foram apresentados os projetos dos grupos 1 e 2 e na próxima segunda, 26 de outubro, ocorrerão as falas dos grupos 3 e 4.

Relacionamento com o cliente – O grupo 1 apresentou o projeto “CRM: Uma ferramenta para melhoria do atendimento nas Entidades Fechadas de Previdência Complementar”, com a participação dos seguintes alunos: Andréa Brandão Wan-Meyl; Andréa Maria Dib Dias; Claudia Pessoa Lorenzoni; Kátia Luzia Antunes Bittencourt; Tatiana Costa Serrano; e Viviane Machado Merheb.

O projeto teve por objetivo a melhoria do atendimento nas EFPCs, com o auxílio do CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) para assim viabilizar a interação da entidade com o participante, trazendo agilidade e eficiência na comunicação. Além disso, visou a utilização da ferramenta para a criação de novos produtos.

“Com o CRM é possível reduzir a complexidade das EFPC’s, fornecendo serviços com mais agilidade, clareza nas informações, reduzindo custos, sem deixar de levar em consideração as leis e resoluções que podem ter algum impacto na implantação dessa ferramenta. Assim, não só é mais fácil reter o participante, como também, angariar novos clientes, que são fundamentais na perenidade e sustentabilidade da entidade”, diz introdução do projeto.

Análise do perfil – O grupo 2 foi o responsável pelo projeto “Questionário de Análise do Perfil de Investidor Previdenciário” e contou com a participação dos seguintes estudantes: Felipe Couzzi Velasco; Julia Pitaro Guerra; Juliana Couzzi Veloso; Larissa Santos Moreira; Rafael Araújo de Lima; Ricardo Martins de Paiva Bastos; e Rômulo Luiz Mantovane de Oliveira.

“Os modelos de questionários utilizados pelas instituições que oferecem produtos previdenciários têm como embasamento características que se limitam ao perfil de investidor sob a ótica do mercado financeiro e não consideram premissas importantes quando se trata de investimento previdenciário”, diz o projeto em sua introdução.

Com base nesse problema, o grupo procurou elaborar um modelo que seja capaz de analisar o fenômeno comportamental do participante no seu período de acumulação. O projeto contribui, também, ao descrever o processo de mapeamento das características comportamentais e suas implicações através da aplicação do questionário de análise de perfil, podendo ser objeto de treinamento, aprimoramento de habilidades gerenciais e melhoria na capacitação dos gestores na sua tomada de decisão.

Na próxima semana serão apresentados os seguintes projetos: “Mecanismo de Proteção Coletiva Contra o Risco Atuarial Da Longevidade”, (grupo 3); e “Projeto Para Criação de Seguro Preservação Salário (SPS)” (grupo 4).

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