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Vídeo: Luís Ricardo Martins destaca convênio com Sisobi como a mais recente conquista do sistema

Vídeo: Luís Ricardo Martins destaca convênio com Sisobi como a mais recente conquista do sistema

Em entrevista realizada ao programa Tamer 360, o Diretor Presidente da Abrapp, Luís Ricardo Martins, destaca a recomposição do convênio que permite às Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) a consulta às informações do Sistema de Controle de Óbitos (Sisobi) do INSS como uma grande conquista para o sistema.

“Já começamos 2021 com boas notícias”, disse, destacando que a Abrapp ficou 10 anos buscando viabilizar acesso a esse cadastro para as entidades. “Por que é tão importante para as entidades? Primeiro porque você tendo atualização do cadastro você evita fraudes”, disse.

Ele explicou que esse convênio durou cerca de 1 ano, e por uma questão onde se enxergou uma restrição no compartilhamento dessas informações, ele foi encerrado. “Houve uma união de esforços para viabilizar isso, uma sensibilidade e unanimidade da importância de se restabelecer esse convênio”, disse Luís Ricardo, ressaltando o agradecimento ao apoio do Presidente do INSS, Leonardo Rolim, nessas discussões.

O convênio do Sisobi foi inserido na MP 1006/20, aprovada em 10 de março no Senado. “Tivemos reuniões com o Deputado Capitão Alberto Neto, que com muita sensibilidade concordou com a inserção do Sisobi na MP”, explicou Luís Ricardo. “É com motivo de muita satisfação, pois a gente sabe quanto esse tema é importante, foi à aprovação do Senado, e agora vai à sanção do Presidente da República”, destacou.

Crescimento do sistema – Luís Ricardo destacou na entrevista o momento de crescimento que o sistema está passando com a criação de Planos Família, sendo mais uma importante conquista. “Estamos fazendo a previdência complementar chegar ao maior número de pessoas, que é a nossa grande missão”, disse.

Outro tema em pauta é o plano instituído corporativo, que segundo o Diretor Presidente da Abrapp, ajudará ainda mais no incremento da poupança de longo prazo. “O sistema já diagnosticou que os planos patrocinados estão estagnados”, disse Luís Ricardo, explicando que nesse sentido é preciso trazer para a previdência complementar fechada alternativas de um processo de aperfeiçoamento e flexibilização.

Ele explicou que há um consenso que as EFPC são também instituidoras de plano. “No arcabouço regulatório há esse entendimento”. Assim, a ideia é que as entidades possam oferecer para o grupo empresarial na qual elas estão estruturadas um plano instituído.

Projetos – Luís Ricardo citou projetos que estão em pauta no segmento, como a discussão da harmonização entre entidades abertas e fechadas para fazerem a administração de planos para entes federativos. O debate está sendo feito por meio de um Projeto de Lei com interlocutores do governo. “Estamos aproveitando para inserir também temas caros para nosso segmento: inscrição automática, natureza privada das entidades, segregação patrimonial”, disse.

Ele citou a questão tributária como uma das grandes diferenças entre as entidades abertas e fechadas e que precisa ser tratada. “Hoje nós precisamos do incentivo tributário para baixa e média renda”, disse.

Alta do IGP-M e impacto nos planos – A entrevista abordou ainda temas como a alta do IGP-M e o risco que isso traz às entidades que têm suas metas atuariais atreladas a esse índice. “Os números do IGP-M mostram algo fora da realidade”, destacou Luís Ricardo, dizendo que a Abrapp está participando desse debate dentro do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), e a ideia é que o tema seja revisitado para que as entidades façam adequações em relação a esse índice, evitando déficits.

Luís Ricardo reiterou que o sistema está vivendo um círculo virtuoso, sendo visto como protagonista. “Ser visto como um grande protagonista é algo fundamental, e exercer esse protagonismo fecha essa cadeia de colocar o sistema onde ele está e tem que ficar, que é como grande parceiro do governo brasileiro”.

Confira a entrevista na íntegra:

Sebrae Previdência completa 17 anos com o foco no crescimento

Sebrae Previdência completa 17 anos com o foco no crescimento

O Sebrae Previdência está comemorando seu aniversário de fundação nesta terça-feira, 2 de fevereiro. Fundada em 2004, a entidade chega aos seus 17 anos como referência em gestão de planos de previdência. De acordo com a 5ª pesquisa de satisfação, realizada ao final de 2020, o esforço realizado pela entidade para continuar gerindo o patrimônio de maneira eficiente, ao longo dos últimos anos (incluindo o difícil período de pandemia), foi percebido e aprovado pelos participantes, comemora o Diretor Presidente Edjair Alves.

“O processo de construção do Sebrae Previdência, o qual participei desde sua concepção, sempre foi fundamentado nas boas práticas de governança e em princípios éticos, de forma a salvaguardar o futuro de milhares de participantes e suas respectivas famílias. Ao completar 17 anos, pudemos constatar durante todo esse período a satisfação dos nossos participantes, patrocinadores e instituidores, bem como o reconhecimento pelo sistema de previdência complementar e órgãos normatizadores e fiscalizadores como uma das referências do setor”, diz. Edjair destaca a decisão de tornar a entidade como administradora de múltiplos planos, com o objetivo de assegurar sua sustentabilidade no longo prazo.

Em relação ao plano instituído do instituto, o Diretor de Seguridade, Nilton Cesar, fala sobre a previsão de novos convênios de adesão para o Valor Previdência, em 2021. “Este ano deveremos estabelecer ações para superar o “mito” de que apenas ações presenciais trazem mais resultados. O mundo mudou e atuaremos para evoluir na comercialização do Plano Valor Previdência (já composto pelos planos Família, FenaconPrev e CoreronPrev) e o mais novo plano da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil, que será implantado em abril. E nesses 17 anos da Entidade, queremos comemorar com a implementação, até o mês de outubro, do Plano Setorial para Micro e Pequenas Empresas”, afirma Nilton Cesar.

Investimentos – Após um ano difícil, cheio de incertezas, o que esperar de 2021 em relação aos investimentos é a pergunta mais frequente entre os participantes. Segundo o Diretor de Administração e Investimentos, Victor Hohl, as estratégias para este ano já foram definidas, e sempre serão revistas a depender do cenário econômico. Acompanhe a seguir a análise feita pelo diretor Victor, bem como os resultados mais recentes dos investimentos.

O impacto da pandemia repercutiu com fortes efeitos na demanda agregada*, implicando em uma desaceleração da atividade econômica no mundo, bem como no Brasil. Esses resultados serviram para comprovar a relevância de formarmos a nossa reserva financeira para imprevistos e compreendermos melhor as características de risco de cada investimento, cientes de que as nossas escolhas de investimentos definirão tanto o montante de nossa reserva, quanto o nível de oscilação desses valores.

No pior momento da crise, pessoas que possuíam recursos concentrados na Bolsa de Valores, chegaram a acumular perdas próximas a 40%, ao longo de 2020. Para o ano de 2021, esperamos um ambiente de investimento menos incerto, contudo, a velocidade para a volta de uma certa normalidade dependerá do ritmo da contenção da pandemia.

“Teremos como foco o aumento da diversificação da carteira, estudando novos produtos para investimento no exterior e aumento de nossa carteira de crédito no segmento estruturado, com ampliação do prazo médio e com foco em emissões atreladas a índices de preços (inflação)”, diz o Diretor de Administração e Investimentos.

Plano Família da Fundação Copel alcança 4,2 mil participantes em 3 anos e segue em ascensão com dois novos instituidores

Plano Família da Fundação Copel alcança 4,2 mil participantes em 3 anos e segue em ascensão com dois novos instituidores

Lançado em dezembro de 2017, o Plano Família da Fundação Copel completou 3 anos no final do ano passado e atingiu a marca de 4,2 mil participantes – número que era esperado apenas no quinto ano de funcionamento do plano. Com R$ 60 milhões em patrimônio, o plano superou também as expectativas em termos de arrecadação, sendo que a projeção era de um volume de R$ 20 milhões em 5 anos. O sucesso do plano garante perenidade à entidade, que acaba de ter a aprovação da Previc para formar convênio com dois novos instituidores deste plano: o Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) e a Associação Comercial do Paraná (ACP).

Em entrevista ao Blog Abrapp em Foco, o Presidente da Fundação Copel, Marcos Domakoski, destacou que o lançamento do plano família foi uma quebra de paradigma diante de um cenário em que os planos de previdência, em especial os patrocinados, passavam por um ponto de inflexão. “Na maioria dos planos patrocinados atrelados a grandes empresas, muitas delas estatais, no início a adesão era crescente, praticamente de 100% dos funcionários. Todo mundo que passava em concursos nas estatais naturalmente aderia ao plano patrocinado visto que o empregador contribui com 50% do valor. Com as revoluções que estão acontecendo, busca por produtividade permanente, revoluções tecnológicas, as patrocinadoras estão fazendo demissões voluntárias e enxugando sua força de trabalho. Naturalmente, a gente já vinha experimentando um decréscimo dos planos patrocinados”, conta.

Domakoski ressalta que a Fundação Copel chegou a ter 22 mil participantes e hoje soma 17,5 mil, sendo mais de 8 mil ativos, cerca de 7 mil aposentados e pouco mais de 1,5 mil pensionistas, administrando, assim, um patrimônio total de R$ 12 bilhões. “Foi uma surpresa agradável ter conseguido em 3 anos atingir a quantidade de participantes estimada para 5 anos no Plano Família, além de termos multiplicado o volume de recursos. O dado mais recente é que hoje os planos família no Brasil administram R$ 210 milhões, o que significa que estamos com 25% desse volume”, reitera. “Basicamente, o plano familiar oxigenou bastante nossa entidade, o que garante a perenidade para fazer frente ao aumento da longevidade e qualidade de vida dos nossos participantes”.

Com a entrada dos novos instituidores,o potencial de crescimento é ainda maior, já que o IEP possui mais 4 mil associados, enquanto a ACP conta com 12 mil empresas associadas que representam 18 mil estabelecimentos. “Isso nos dá um universo aproximado de mais de 100 mil pessoas”, destaca Domakoski.

Atratividade – O Presidente da Fundação Copel destaca a importância da criação do plano para perenidade das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC). “Foi uma estratégia importante, pois queremos continuar crescendo. E para continuar crescendo não há outra alternativa senão utilizar a credibilidade que nós temos”. Ele diz ainda que com a queda da confiança na previdência pública e suas incertezas, existe um campo amplo para ser explorado com alguns grandes desafios para as EFPC. “Estamos acostumados a receber participantes, e a partir do plano família tivemos que aprender a vender planos de previdência com uma área comercial, que até então não existia”.

Segundo Domakoski, a confiança que os participantes detêm na governança da entidade dá maior credibilidade para que novos entrantes, que não têm tanta aproximação com a fundação, façam adesão ao plano de maneira segura. “Temos pontos fortes, uma taxa de administração muito baixa, pois não visamos lucro, e nos últimos dois anos entregamos ao plano família 40% de rentabilidade nominal. Além disso, temos uma governança cada vez mais robusta”, ressalta.

A Fundação Copel conta ainda com mais um atrativo aos participantes, que é o PrevCash, programa de consumo consciente onde parte dos gastos vai para o fundo previdenciário. “Temos uma rede bastante expressiva de parceiros entre restaurantes, postos de gasolina, estabelecimentos comerciais e vários setores, dando desconto para o consumidor, e o valor desse desconto é transferido para o plano de previdência. Com a entrada da ACP entre nossos instituidores, estamos falando de 18 mil estabelecimentos que poderão ter acesso a essa parceria do PrevCash, intensificando o volume de clientes nos seus estabelecimentos, vendendo mais e com desconto, e quem vai comprar aumenta a sua poupança previdenciária”.

Próximos passos – A divulgação do Plano Família para os novos instituidores iniciará a partir de fevereiro, o que contará com um trabalho bastante árduo de educação financeira por parte da entidade, segundo Marcos Domakoski. “Quando você vai para essas associações, há uma oferta de educação financeira através de palestras para dar conhecimento a todo esse público e depois treinar equipes para que possam fazer abordagens e trazer o maior número possível de participantes ao nosso plano”, destaca.

A ideia da Fundação Copel é seguir expandindo o alcance de seu Plano Família, e a entidade já está em conversas com outras instituições da área empresarial que demonstram interesse em estudar a possibilidade de adesão. “Ainda está no terreno de estudos”, reforça Domakoski. “A nossa estratégia bem definida e clara é buscar novas instituições para ampliar a nossa massa e o volume de dinheiro administrado, proporcionando nosso benefício para um número maior de pessoas”, complementa.

Jornal O Globo destaca crescimento de planos família em meio à pandemia

Em reportagem com o título “Planos família de fundos de pensão crescem até na pandemia”, o Jornal O Globo desta segunda-feira, 14 de dezembro, repercutiu o crescimento dos planos voltados aos familiares de participantes das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), destacando o patrimônio de R$ 206 milhões em dois anos de criação dos planos.

A reportagem traz dados da Abrapp, que mostra que já são 20 planos família em operação com mais de 27 mil participantes, e a expectativa é que esses planos acumulem um patrimônio de R$ 2 bilhões em dois anos. Foi destacada ainda a vantagem tributária trazida por esses planos.

Além de depoimento do Diretor Presidente da Abrapp, Luis Ricardo Martins, a reportagem do Jornal O Globo traz ainda experiência da Vivest, Valia, Previ e BB Previdência com os planos família, e declaração de participantes que aderiram a planos familiares oferecidos pelas entidades e demonstram satisfação com os resultados.

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