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Conecta fecha duas novas parcerias e prepara divulgação de serviços durante o 41º CBPP

Conecta fecha duas novas parcerias e prepara divulgação de serviços durante o 41º CBPP

A Conecta fechou duas novas parcerias para oferecer às Associadas da Abrapp soluções tecnológicas de maneira compartilhada. São eles a Contraktor, que conta com uma plataforma de assinatura eletrônica e digital e de gestão de contratos e de documentos; e a PFM Consultoria e Sistemas, que desenvolveu um novo software de gestão de riscos especialmente para essa parceria.

O projeto Unio Core da PFM foi desenvolvido para apresentar uma solução para avaliação de riscos e controles à semelhança do Sistema Unio, já oferecido pela empresa. O objetivo do software é auxiliar principalmente as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) de menor porte no processo de avaliação de riscos e controles de forma mais fluida, considerando os principais processos, riscos e controles.

A PFM já atua no sistema de previdência desde 2004, contando com uma carteira de clientes com mais de 60 entidades. “Nosso foco é oferecer sistema e serviços para gerenciamento de riscos corporativos, e já tínhamos uma presença importante no segmento. A sinergia com a Conecta surgiu após detectarmos um gap no atendimento de algumas entidades em relação ao apoio ao gerenciamento de risco”, disse Francisco Carlos Fernandes, Sócio-Fundador da PFM Consultoria e Sistemas, em entrevista ao Blog Abrapp em Foco.

A nova solução da PFM visa atender tipicamente entidades com equipes menores e menor disponibilidade de recursos em geral. “O Unio Core possui suporte metodológico importante para apoiar na gestão de riscos, sendo mais simples em termos de funcionalidades e recursos para poder resolver o problema de acessibilidade. É uma solução voltada para entidades menos complexas”, enfatizou.

Por meio dessa parceria, a PFM terá um portfólio de produtos e serviços mais adequado para os diversos tipos de entidades do segmento. “Apesar das EFPC terem, muitas vezes, processos semelhantes entre elas, ainda são muito diferentes entre si. O Unio Core nos ajudará a ter um portfólio adequado para cada tipo de EFPC, e esperamos, com essa parceria, aumentar a quantidade de entidades que atendemos”, complementou.

Digitalização de documentos – Já a Contraktor possui um foco direcionado a digitalização de documentos, oferecendo assinatura eletrônica, gestão de documentos, visando a desburocratização dentro das empresas. “Temos uma carteira bem diversificada, com mais de 300 clientes, especialmente com foco voltado para educação, saúde e a parte financeira, e assim começamos a ter contato com algumas empresas de previdência. Vimos que é uma vertical que agora começou a migrar para o digital”, disse Bruno Doneda, Diretor de Expansão e Co-fundador da Contraktor.

Bruno explicou que a ideia da parceria com a Conecta é levar às EFPC soluções que ajudem a eliminar papel, gerando melhor experiência tanto para os colabores internos quanto para o próprio cliente. “Um boa experiência para as duas partes é nosso grande objetivo. Queremos levar menos burocracia, economia de tempo e oferecer algo que leve segurança e confiança, com respaldo jurídico e validade dos contratos”, destacou.

A Contraktor oferece ainda o serviço de migração de documentos para o digital. “A gente consegue oferecer em nossa plataforma ferramentas para tornar toda a EFPC digital, desde a parte inicial de documentos, formulários, coleta de dados, até a assinatura digital. Temos todos os tipos de assinatura, desde a assinatura digital simples, até a qualificada. Por fim, temos a armazenagem dos documentos. Não adianta só arquivá-los em uma nuvem, precisamos ter controle e classificação para poder filtrar, fazer relatório e gestão. Vamos viabilizar para que essas entidades migrem jornadas e processos internos que envolvem muitos documentos de forma 100% digital e com segurança. Nossa proposta é que seja fácil fazer a adaptação”, complementou.

41º CBPP – Tanto a PFM quanto a Contraktor, assim como os demais parceiros da Conecta, terão estande virtual no 41º Congresso Brasileiro de Previdência Privada. O maior congresso mundial do segmento acontecerá de 16 a 19 de novembro em formato 100% online e ao vivo. Ainda não se inscreveu para o Congresso? Garanta sua vaga com preço de 3º lote e descontos especiais para grupos!

“A expectativa com o Congresso é boa, achamos interessante se aproximar da Abrapp para conseguir se comunicar de forma mais assertiva com esse público”, disse Bruno Doneda. “O Congresso migrou para o digital, e no fim será positivo, pois estamos falando em transformação digital e o evento ocorrerá de forma remota. Espero que as entidades explorem as soluções que oferecemos para reduzir custos e burocracia e melhorar a experiência do cliente”.

O lançamento oficial do Unio Core também ocorrerá durante o Congresso. “Teremos um estande na Alameda Conecta e isso permitirá interação entre os participantes e os congressistas. Vamos disponibilizar uma apresentação institucional, pretendemos ter consultores disponíveis para conversas via chat, além de realizar mini apresentações do Unio Core, que terá material disponível a todos. Convidamos os congressistas para participarem”, explicou Francisco, da PFM. “Atuar conjuntamente dentro da Abrapp reverterá benefícios para cada membro da Associação. Além disso, sem dúvida temos condições de obter ganhos de escala que vão se transformar em retornos para os clientes”, complementou.

Para a Conecta, a oferta das novas soluções é mais um serviço prestado às entidades. “Como uma empresa criada pelo sistema e para o sistema, quem determina a concretização de uma nova parceria é o ambiente associativo. As parcerias nascem com o forte propósito de gerarem vantagens a todos os envolvidos, criando e fortalecendo um círculo virtuoso e relações sustentáveis. Mas a prioridade é sempre a demanda das nossas entidades”, destacou a Superintendente Executiva da Conecta, Claudia Janesko.

Segundo Claudia, as entidades demandavam soluções de assinatura eletrônica, ao mesmo tempo que apresentavam projetos dentro do conceito de “paperless”, e a Contraktor veio como uma alternativa completa e ampla, com aplicações além das assinaturas. “Já o Unio Core é uma solução tecnológica com toda a expertise voltada para o nosso sistema, que permite a utilização por diferentes entidades, com operações distintas, possibilitando que as equipes realizem seus processos de avaliação sem a dependência da figura constante do consultor. Isso confere maior autonomia às EFPCs, além de custos bastante interessantes, o que também está alinhado com as demandas apresentadas à Conecta”, complementou.

Acompanhe no Blog Abrapp em Foco as demais ações da Conecta durante o 41º CBPP. Confira também a programação do Congresso e garanta sua vaga no maior evento de previdência privada do mundo!

Fórum UniAbrapp e Ancep: Impactos na gestão e uso de software para operacionalização são debatidos 

Fórum UniAbrapp e Ancep: Impactos na gestão e uso de software para operacionalização são debatidos 

O segundo dia do 1º Fórum UniAbrapp e Ancep – Alterações nos Normativos Contábeis das EFPC e seus Reflexos nas Gestões – abordou o impacto das novas normas contábeis na gestão previdencial, atuarial, administrativa e orçamentária das entidades, além de refletir sobre sobre a operacionalização, via software, das alterações apresentadas na instrução contábil. O evento online e ao vivo teve início nesta quarta-feira, 23 de setembro, com a participação de cerca de 700 inscritos, abrindo os debates sobre os impactos da nova Instrução Previc nº 31/20 nas gestões previdencial, administrativa, atuarial, de investimentos e de sistemas. Leia mais sobre a abertura do Fórum e os primeiros painéis de debate.

Nesta quinta-feira, 24 de setembro, o dia começou com o Painel 4, que fez esclarecimentos sobre o impacto da norma na gestão previdencial e atuarial. ​Os painéis tiveram moderação de Geraldo de Assis Souza Jr, Secretário Executivo da Comissão Técnica de Contabilidade da Abrapp. Christian Aggensteiner Catunda, Coordenador Geral da Previc, destacou que a Previc está formulando um documento de perguntas e respostas sobre a norma. “A motivação da nova Instrução nº 31 foi regulamentar a resolução CNPC nº 29; trazer alinhamento de procedimentos contábeis específicos às normas de contabilidade e reestruturar a planificação padrão, possibilitando maior detalhamento das informações e fortalecendo a transparência para evidenciação dos fatos relativos à gestão de patrimônio dos planos”, disse.

Em relação à estrutura da Instrução, consta o Anexo I sobre planificação contábil padrão;  Anexo II, com função e funcionamento de contas; o Anexo III, com modelos e instruções de preenchimento das demonstrações contábeis; e o Anexo IV que, segundo Catunda, talvez seja a grande novidade, com informações extracontábeis. “A partir da nova norma, a dívida do patrocinador deve ser registrada contabilmente. Já a provisão como forma de custeio não precisa ser contabilizada”.

Ele destacou ainda as informações extracontábeis, sobretudo as informações sobre déficit, com a importância de se ter uma interface entre contador e o atuário, e as EFPC devem mandar mensalmente, junto com o balancete contábil do período, as informações extracontábeis sobre déficit técnico a equacionar ou em equacionamento, com identificação, montantes, prazos, quantidades de parcelas e atualização. “Em relação ao equacionamento, é preciso detalhar, déficit a déficit, como está sendo tratado dentro da entidade. É preciso ainda da informação original, como ele foi equacionado, e o que levou a esse equacionamento”, explicou Catunda. O Anexo IV dá ainda orientações sobre a prestação das orientações relativas ao déficit técnico. “O objetivo principal é dar maior transparência aos participantes e conselhos das entidades, além de fazer parte do processo de supervisão da Previc”, complementou.

Análise – Giancarlo Giacomini Germany, Diretor Executivo da Mirador Atuarial, destacou o momento histórico de mudança da normativa contábil e tratou de um item específico da alteração, referente à alteração de registro de dívida da patrocinadora por serviço passado e déficit equacionado de passivo para ativo. “A Instrução nº 31 indica que as EFPC que possuem instrumento de dívida de patrocinador no grupo provisão matemática a constituir, no passivo, devem fazer a reclassificação contábil para ativo”.

Ele fez uma análise de um case para exemplificar a divisão de patrimônio até chegar no patrimônio de cobertura, que faz frente às obrigações com os participantes, e as provisões matemáticas, e explicou ainda o processo de análise do passivo do plano e a solvência para saber se é necessário ou não equacionar o déficit, e qual a diferença ao aplicar a nova regra com a mudança contábil e o efeito no índice de solvência em relação às novas normas contábeis.

Já ​Thiago Fialho de Souza, Sócio-Coordenador Técnico de Previdência da consultoria Rodarte Nogueira, fez uma apresentação sobre alterações contábeis e os reflexos nos processos de registros atuariais, tratando principalmente da abertura de recursos de portabilidade, desoneração de contribuição do patrocinador e riscos terceirizados. “A norma visa uniformizar os registros contábeis, racionalizar as contas, criar regras para divulgação de dados, possibilitar a análise do desempenho e controle, e das maior fidedignidade, clareza e transparência”, disse.

Thiago se baseou em um case de um plano instituído com parcelas de portabilidade não evidenciadas para demonstrar a abertura de recursos de portabilidade. “A Previc pretende evidenciar os valores para melhor controle sobre as parcelas não resgatáveis, além de flexibilizar o resgate de recursos portados de EFPC”. Em relação à desoneração de contribuições, com utilização do fundo previdencial, ele explica que algumas contas são carimbadas para o patrocinador, e quando o participante sai do plano, ele faz resgate, mas parte desse saldo não tem resgate, e esse recurso vai para um saldo de contas remanescente que pode ser usado pela patrocinadora.

Na questão de terceirização de risco, foram criadas novas contas para operacionalização da arrecadação, pagamento e terceirização de risco. Thiago explicou a evolução de registro dos riscos contratados em planos CD, muito utilizados em planos instituídos e planos família. “Até 2011, não havia evidenciação contábil, e o lançamento disso era direto no caixa. Em 2013, houve uma mudança que criou a conta, as contribuições totais foram agrupadas e houve repasse em outras deduções. Já em 2015, passou a ter segregação entre as contribuições, além do lançamento de sinistros pagos com contribuição eventual”.

A nova planificação contábil cria uma conta de contribuições de riscos terceirizados, explicou. “Analisando a norma, ficou claro que o legislador trouxe o que já é uma prática de alguns planos, o que foi caminhando como melhor prática para evidenciação. Dentro do normativo, é uma novidade, mas dentro da prática, vai ser uma mudança de códigos contábeis e readequação de subcontas. A norma trouxe uma padronização”, disse Thiago. Ele explicou ainda o que muda no caso de contribuições de empregadores em novas contas criadas para recepção dessas contribuições em planos instituídos. “As contas criadas facilitarão a padronização dos registros contábeis e aplicação das normas. Elas trazem também maior transparência para os stakeholders”. Thiago atentou para a necessidade de constar em Nota Técnica e Notas Explicativas, quando aplicável, as novas contas.

Sobre as informações extracontábeis, que já são de natureza informativa, ​Daniel Pereira da Silva, Sócio Diretor da Wedan, destacou que o grande objetivo é acompanhar os balancetes para dar um acompanhamento mensal sobre os déficits técnicos, seja o equacionado ou a equacionar. “Essas informações têm, basicamente, três grandes grupos: déficit técnico a equacionar (mínimo), que é a verificação do resultado do plano ao final do exercício que passa a ser anual; déficit equacionado e como as patrocinadoras, participantes e assistidos estão financiando os déficits; e como é feita a amortização”.

Daniel explicou como são colocadas essas informações em cada campo, trazendo de forma exemplificativa como isso funciona na prática em caso de um plano BD sem submassa. Ele destacou que a nova norma tem o objetivo de uniformizar os registros contábeis expressando com fidedignidade, clareza e transparência, a real situação econômico-financeira e o equilíbrio técnico dos planos de benefícios. “Apesar do acompanhamento do déficit técnico ajustado a equacionar ser anual, recomenda-se o acompanhamento mensal, por meio do Laudo Técnico Executivo de Gestão, de forma a se proteger de eventuais surpresas que possam ocorrer no fim do exercício”, disse.

Gestão Administrativa e Orçamentária – O Painel 5 tratou daabertura das contas de custeio administrativo, da alteração da forma de apresentação das contas de despesas administrativas, de fundos administrativos a descoberto e reflexos na elaboração do orçamento do PGA. Evenilson de Jesus Balzer, Coordenador da Comissão Técnica Sul de Contabilidade da Abrapp e Vice Presidente da Ancep, tratou das principais alterações no PGA, como criação da conta empregador nos planos instituídos, criação das contas de perdas estimadas, criação da conta de custeio administrativo dos investimentos, entre outros. Ele ressaltou que a norma eliminou a conta diferido e dispensa a avaliação de imóveis que estão no imobilizado. “Em outro ponto, há a inclusão de mais contas de contribuição para custeio-empregador e da conta de receita proveniente de seguradoras, entre outras”, disse.

Já Julio Cesar Medeiros Pasqualeto, membro da Comissão Técnica Sul de Contabilidade e membro do Conselho Deliberativo da Ancep, destacou que a novidade é o fundo administrativo compartilhado, ferramenta para fazer melhor rateamento entre os planos. “Isso é algo que não pode ser apenas contábil, uma vez que a contabilidade, nesse caso, deve refletir as prioridades da entidade como um todo”, disse. Sobre o fundo descoberto, Julio Cesar explicou que antes não se podia apresentá-lo de fato, e ao se tentar, gerava uma distorção. “As entidades, ao criarem um plano, começam com as despesas maiores que as receitas, podendo ficar a descoberto. Assim, a contabilidade cumpre corretamente o seu papel de espelhar a realidade, e as receitas futuras vão cobrindo com o passar do tempo o saldo negativo que havia antes, tudo seguindo um estudo adequado de viabilidade”, destacou.

Focando no processo orçamentário, que precisa estar alinhado à contabilidade, Maria Elizabete da Silva, Coordenadora da Comissão Técnica Nordeste de Contabilidade da Abrapp e Diretora Técnica da Ancep, destacou que a nova Instrução trouxe mais simplicidade ao recorte das informações. “Mesmo entidade menores já estão se familiarizando com o planejamento orçamentário, uma vez que a melhor compreensão dos impactos futuros ajuda a reduzi-los e a decidir melhor”. Ela pontuou que a norma traz pontos importantes ao processo orçamentário. “O orçamento é fundamental num momento de delicado equilíbrio entre receitas e despesas. Além disso, é preciso ter clareza quanto ao fluxo de recursos no interior do PGA, e a nova norma contribui nesse sentido”, destacou, enfatizando que o ambiente de discussões aberto, com contribuições vindas dos mais diferentes universos, seja Abrapp, Ancep, Previc ou UniAbrapp, permite normativos melhores e sua melhor aplicação.

Operacionalização – O último painel do dia trouxe a avaliação das empresas de software sobre a operacionalização das alterações apresentadas na instrução contábil, analisandoo que deve ser processado nos softwares, a forma de apresentação para atendimento normativo, custos envolvidos e cronograma para conclusão. Segundo Glauco Milhomem Balthar, Diretor de Tecnologia e Operações da Quanta Previdência, as entidades terão que ser atendidas em suas novas demandas provenientes das mudanças feitas no plano de contas. “Todos ficamos preocupados, especialmente os profissionais de TI, com o pouco prazo e o grande número de tarefas ao mesmo tempo. Há uma perigosa coincidência com a e-financeira, Lei Geral de Proteção de Dados, e-social, entre outros”, pontuou.

Diante do prazo curtíssimo, Glauco avaliou que é preciso definir tão logo possível um plano de trabalho. “Existe ainda a preocupação sobre como irão coexistir dois planos de contas, o atual, relativo ao exercício de 2019, sendo fechado até março de 2020, e o novo, já exigindo apropriações relativas aos meses de janeiro, fevereiro e março”, questionou.

Visando atender a essa demanda das EFPC, Vinicius Azevedo, Diretor de Desenvolvimento da Sinqia, destacou que na empresa foi feito um grupo de trabalho envolvendo todas as plataformas de forma clara para facilitar o trabalho, inclusive nos aspectos relativos às informações extracontábeis. “Novos ambientes estão sendo criados e validados, com alto grau de aderência e automatismo. Tudo está sendo feito para dar às entidades tempo para proceder as validações e o conjunto de ajustes necessários”, pontuou. Marcus Moraes, CEO da CMCorp, reiterou que a ideia é atender às entidades facilitando ao máximo a criação e importação de planos, com fácil padronização e tudo muito integrado, com filtro de inconsistências.

O 1º Fórum UniAbrapp Ancep conta com o patrocínio de CMCorp, Itajubá, JCM Consultores, Mirador, Moore, PPS, PwC, Rodarte Nogueira, Sinqia, Wedan.

Com colaboração de Jorge Wahl

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