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Sistel alcança resultados positivos em 2020 e aumenta diversificação em plano CD

por | fev 9, 2021 | Blog

Administrando sete planos de previdência, sendo quatro de Benefício Definido (BD), dois planos de Contribuição Variável (CV) e um plano de Contribuição Definida (CD), a Sistel encerrou o ano de 2020 com resultados positivos, acima de suas metas e benchmarks. A rentabilidade consolidada da entidade foi de 14,23%, sendo 15,48% nos Planos BD, 9,63% nos Planos CV – contra uma meta atuarial de 9,57% – e 4,38% no Plano CD.

À exceção do plano de Contribuição Definida, a estratégia de investimento estabelecida para os demais planos utiliza o conceito de ALM. “Mesmo na grande crise causada pela pandemia, essa estratégia se mostrou muito eficiente tanto para a rentabilidade como para a solvência de cada um deles. Assim, não alteramos a estratégia já adotada”, explica o Presidente da Sistel, Carlos Moreira, em entrevista ao Blog Abrapp em Foco.

Para os planos BD e CV, as estratégias estabeleceram aquisição de títulos públicos de longo prazo marcados na curva. “Hoje temos mais de 85% dos ativos destes planos com esta característica, e os 15% restantes são formados por títulos públicos marcados a mercado, utilizados para honrar os pagamentos de benefícios e empréstimos a participantes”, conta Moreira. No consolidado dos planos, 90% dos participantes da Sistel são assistidos

Para o plano CD, a alocação é de 75% em renda fixa, 10% em renda variável, 6% em estruturado, 3% no exterior, 4% em empréstimos a participantes e o restante no segmento imobiliário. Neste plano, a implantação da Política de Investimentos foi postergada no início da crise decorrente da pandemia de Covid-19 no ano passado. Segundo Moreira, a estratégia foi para que houvesse uma avaliação melhor sobre os impactos da pandemia nos ativos financeiros. “A partir de maio, contudo, já iniciamos a alocação estabelecida na política, aumentando a participação em renda variável e os aportes em fundos no exterior, imobiliários e multimercados. Essa decisão ocorreu após a nossa percepção de que os ativos de risco já tinham, em grande parte, precificado os efeitos negativos da Covid-19”, destaca.

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