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Petros adere ao Código de Autorregulação em Governança Corporativa da Abrapp

A Petros aderiu ao Código de Autorregulação em Governança Corporativa da Abrapp, evidenciando o compromisso público da entidade com as melhores práticas e o aperfeiçoamento contínuo de sua governança. Além disso, a adesão reflete a maturidade do arcabouço da governança, que segundo a fundação, vem sendo aprimorado a partir de uma profunda transformação que envolve todas as suas áreas.

“O próximo passo é obter o Selo de Autorregulação em Governança Corporativa, concedido pela Abrapp após verificação técnica para comprovar o efetivo cumprimento das práticas estabelecidas no documento”, diz comunicado da Petros.

O Código de Autorregulação em Governança Corporativa da Abrapp reúne um conjunto de princípios e diretrizes que devem ser seguidos pelas Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) no que se refere a boas práticas de governança corporativa, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do setor.

A Petros é signatária também do Código de Autorregulação em Governança de Investimentos, e obteve o Selo referente ao mesmo código em novembro de 2018, o que confirma que a entidade está alinhada com as práticas estabelecidas no documento.

Entrevista: “Na Autorregulação, assumimos publicamente nosso compromisso com uma gestão ética”

Entrevista: “Na Autorregulação, assumimos publicamente nosso compromisso com uma gestão ética”

Duplamente certificada em seus processos, a Centrus se destaca pelo pioneirismo no programa de Autorregulação das entidades fechadas de previdência complementar.

A entidade foi a primeira a receber o Selo de Governança em Investimentos, tendo participado do projeto-piloto. Mas não parou por aí. Recentemente, foi reconhecida com mais um Selo pelo programa, focado nos processos de Governança Corporativa.

Os Selos são o reconhecimento maior do programa de Autorregulação. Para recebê-lo, a entidade precisa ser aprovada na certificação de processos, que envolve a análise de Banca especializada e tem coordenação do ICSS, maior instituto certificador especializado no segmento. A chancela é concedida pelo Conselho de Autorregulação, composto por Abrapp, Sindapp e ICSS e maioria de instituições independentes: Anbima, BSM, CRA-SP, IBGC, Instituto Ethos e Amec.

Nesta entrevista ao Blog Abrapp em Foco, o Presidente da Centrus, Altamir Lopes, destaca que um grande benefício da busca pelos Selos são as oportunidades identificadas ao longo do processo de certificação.

“Os Selos têm grande importância para as EFPC. Trata-se de uma validação externa, que nos ajuda a aprimorar os processos de trabalho. Por mais que busquemos as melhores práticas e tenhamos o compromisso dos dirigentes e do corpo técnico para fazer o melhor trabalho, sempre há espaço para aperfeiçoamentos”, afirma o Presidente da Centrus.

Confira abaixo a íntegra da entrevista:

O que motivou a Centrus a se candidatar ao Selo de Autorregulação em Governança de Investimentos e, posteriormente, ao Selo de Governança Corporativa?
A Centrus sempre primou pela segurança e integridade de seus processos de governança e investimentos e entende que a Autorregulação é muito importante, visto que assumimos publicamente o nosso compromisso com uma gestão ética, buscando o aperfeiçoamento dos nossos processos.

Na Fundação, as principais decisões são colegiadas e buscamos sempre as melhores práticas do mercado para atuar com a excelência que o patrocinador Banco Central e os participantes e assistidos esperam.

Logo, a candidatura pelo Selo era um caminho natural, visto que, além de reforçar o propósito da Centrus nas áreas de governança corporativa e de investimentos, demonstra às autoridades supervisoras e reguladoras que a Entidade cumpre uma série de requisitos e que mantém o compromisso de zelar por uma gestão com integridade e transparência.

Os dois processos duraram quanto tempo em média, desde a candidatura até a obtenção dos Selos?
Por volta de seis meses.

Quais foram os principais aprendizados na obtenção do segundo Selo (Governança Corporativa)? Houve diferença significativa em relação à candidatura ao primeiro?
A maior diferença foi a oitiva dos participantes, requerida no processo para obtenção do segundo Selo. Isso propiciou maior interação com os participantes, já que havia a necessidade de inserir os seus dados no sistema da Abrapp. Ficou patente, também, a necessidade de mantermos o aprimoramento constante dos nossos normativos.

Em sua visão, qual o principal valor que o programa e os Selos de Autorregulação agregaram para a Centrus?
A orientação é a de buscar sempre a excelência em nossas ações. Mas é importante ter um olhar externo para apontar oportunidades de aperfeiçoamento em relação a aspectos que não observamos, por estarmos envolvidos no processo.

A Centrus confirmou recentemente a adesão ao novo Código de Autorregulação em Governança de Investimentos. Qual a expectativa para iniciar o processo de candidatura ao Selo pelo novo Código?
Nós iniciamos o processo de adesão ao Selo no dia 4 de dezembro. Estamos na fase de inserção de dados no sistema.

Gostaria de fazer algum comentário adicional?
A Autorregulação é um excelente instrumento para promover maior eficiência e segurança ao sistema. Como ela é conduzida diretamente por quem conhece e vive a realidade do segmento, goza de legitimidade e tende a ser mais aderente às necessidades identificadas.

Os Selos têm, portanto, grande importância para as EFPC. Trata-se de uma validação externa, que nos ajuda a aprimorar os processos de trabalho. Por mais que busquemos as melhores práticas e tenhamos o compromisso dos dirigentes e do corpo técnico para fazer o melhor trabalho, sempre há espaço para aperfeiçoamentos.

A adesão aos Códigos de Autorregulação em Governança Corporativa e em Governança de Investimentos, e a conquista dos Selos são passos essenciais para o fortalecimento e a solidez do sistema.

Eletros recebe Selo de Autorregulação e destaca importância de chancela para o segmento

Eletros recebe Selo de Autorregulação e destaca importância de chancela para o segmento

A principal motivação da Eletros para obtenção do Selo de Autorregulação em Governança de Investimentos foi dar aos participantes, patrocinadores e partes relacionadas a chancela externa de qualidade de gestão. “Para alcançarmos esse objetivo, a Eletros buscou adequação e melhorias de seus processos de governança, políticas e normativos internos para atender aos requisitos impostos para obtenção do Selo. Estamos muito orgulhosos com o recebimento do Selo, considerando toda a sua importância no nosso segmento e a excelência dos avaliadores”, disse o Presidente da entidade, Pedro Paulo da Cunha em entrevista ao Blog Abrapp em Foco.

A Eletros foi uma das seis Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) que receberam o Selo em novembro, concedido pelo programa de Autorregulação da Abrapp, Sindapp e ICSS. Até o momento, 17 entidades foram certificadas pelo programa. O Selo é uma chancela que reconhece a qualidade nos processos de governança de investimentos das EFPC.

A candidatura da Eletros foi iniciada em setembro de 2019. “O processo demorou um pouco mais do que esperávamos devido à alternância da governança da Eletros, gerando a necessidade de reenvio de documentação. Em parte, o processo foi prejudicado também pela pandemia da Covid-19”, disse Cunha.

Para alcançar Selo, ele conta que a Eletros precisou do empenho do Conselho Deliberativo, fornecendo as principais orientações de adequação da estrutura de governança; do Conselho Fiscal, contribuindo com seu papel fiscalizador, verificando se os controles internos estão em conformidade com a regulamentação aplicável e objetivos traçados; e da Diretoria, adequando os processos decisórios e regimentos internos seguindo as orientações do Conselho da Eletros e dos requisitos sugeridos no Código de Autorregulação em Governança de Investimentos.

Aprendizado – O principal aprendizado apontado por Cunha no processo de obtenção do Selo foi o de reforçar a certeza de que vale a pena todo o esforço que a Eletros emprega diariamente para entregar aos seus participantes e assistidos os melhores resultados. “No caminho percorrido para a obtenção do Selo, foi possível constatar que, mesmo que a entidade exerça as atividades de gestão de recursos buscando o uso das melhores práticas de governança, ética e diligência, sempre há oportunidade de melhorias nos processos de tomada de decisão, na mitigação dos riscos e na comunicação com os participantes, assistidos, patrocinadores e demais envolvidos”.

Ele ressalta ainda que o grande ganho com este processo é o de poder proporcionar ao participante a garantia de que seus investimentos estão sendo geridos através de processos confiáveis e transparentes, considerando sempre elevados padrões éticos. “Entendemos que a obtenção deste Selo demonstra a preocupação da Eletros em dar condições aos participantes, patrocinadores e todos que se relacionam direta ou indiretamente obterem informações claras e precisas da condução dos investimentos”.

Elos é certificada com o Selo de Autorregulação em Governança de Investimentos

Elos é certificada com o Selo de Autorregulação em Governança de Investimentos

A Fundação Elos obteve o Selo de Autorregulação em Governança de Investimentos. A certificação reconhece a qualidade dos processos de governança de investimentos da entidade. O selo é concedido pelo programa de Autorregulação da Abrapp, Sindapp e ICSS. Até o momento, 17 entidades foram certificadas pelo programa.

O Selo chega dois anos após a adesão da Elos ao Código de Autorregulação em Governança de Investimentos. O processo de candidatura ao Selo durou cerca de 18 meses. “Desde a nossa adesão ao código até a obtenção do Selo, nossa equipe empenhou-se em adequar processos e políticas para que ficasse cada vez mais transparente e evidente a gestão criteriosa de investimentos que já é praticada aqui na Elos”, reforça o Diretor Financeiro e Administrativo, Rafael Vicchini.

“Com certeza é uma chancela que atesta a qualidade de nossos processos e representa mais um passo importante na construção de um futuro cada vez mais próspero junto aos participantes e patrocinadoras”, ressalta Ezequias Candido de Paula, Diretor Superintendente.

Para obter o Selo, a entidade cumpriu exigências estabelecidas no Código de Autorregulação em Governança de Investimentos, que foram submetidas a um processo de auditoria. Esse processo foi realizado por uma banca avaliadora composta por profissionais do segmento de previdência complementar e profissionais do mercado financeiro.

Ezequias acredita que a adesão das entidades aos selos de Autorregulação mostra um movimento importante no sentido de transmitir, não somente ao público de participantes, mas para toda a sociedade, confiança e credibilidade na gestão dos recursos, e com isso ajuda a criar um escudo em torno da reputação do segmento de previdência complementar.

Processos bem definidos – Rogério Brenand Pazzim, Gerente de Investimento da Elos, explica que a obtenção do selo significa que os processos de investimentos são bem definidos e as decisões são técnicas e fundamentadas em estudos. “E com todo esse arcabouço na tomada de decisão minimiza-se o conflito de interesses e decisões centradas em uma única pessoa”, complementa Rogério.

“Entre os princípios contidos no Código, estão as obrigações que devem ser seguidas na gestão de investimentos e no monitoramento de riscos da entidade, buscando sempre o uso das melhores práticas de governança e ética, empregando zelo e diligência com o patrimônio para o cumprimento do dever fiduciário”, diz comunicado da entidade.

O código também traz requisitos que promovem a transparência nos processos de governança de investimentos e garantem a disponibilização de informação adequada e clara. Todas essas ações contribuem para aumentar a confiança de todos os agentes desse segmento do mercado.

Além da Elos, também a Capef, Viva, Eletros, Infraprev e Serpros receberam o Selo no último dia 20 de novembro.

Selo de Autorregulação é um ganho representativo de reputação, diz Presidente da Capef

Selo de Autorregulação é um ganho representativo de reputação, diz Presidente da Capef

A Capef foi uma das seis entidades que receberam o Selo de Autorregulação em Governança de Investimentos no mês de novembro. O Selo é uma chancela que reconhece a qualidade nos processos de governança de investimentos das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), concedido pelo programa de Autorregulação da Abrapp, Sindapp e ICSS. Até o momento, 17 entidades foram certificadas pelo programa. 

“Uma certificação como essa é fundamental para as EFPC que querem melhorar sua governança e seus processos de gestão de investimentos”, diz o Diretor Presidente da Capef, Jurandir Mesquita, em entrevista ao Blog Abrapp em Foco. “Por ser fruto de uma avaliação externa, empreendida por um Conselho de Autorregulação composto por entidades idôneas e independentes, reconhecidas em suas áreas de atuação, proporciona um destaque e diferenciação à Capef ao passar a fazer parte deste grupo de entidades que já obtiveram este reconhecimento”, complementa.

Segundo Jurandir, aos olhos dos participantes, patrocinadores e Conselhos, o Selo de Autorregulação fortalece o conceito que a Capef já possuía em relação à credibilidade, confiança, transparência, comunicação, atestando sua capacidade de atender às expectativas e interesses desses stakeholders em conformidade com a legislação e normas aplicáveis à gestão dos investimentos. “Considerando que a Capef está se preparando para lançar o seu Plano Família, é um ganho representativo de reputação que fortalecerá a abordagem junto ao público alvo, nossos futuros participantes”, ressalta. 

Governança em investimentos – O Selo reconhece as melhores práticas na governança de investimentos, de forma a consolidar ações voltadas para geração de segurança, transparência, economicidade e racionalidade na execução dos procedimentos das EFPC, em especial aquelas vinculadas aos processos de investimentos, envolvendo desde o momento da análise do cenário macroeconômico até o registro dos ativos. “A Capef sempre se dedicou a manter uma governança robusta, com muita transparência e comunicação abrangente, e também um maior envolvimento dos seus participantes nas discussões em torno das Políticas de Investimentos dos planos que administra”, diz Jurandir.

Segundo ele, a motivação para se candidatar ao Selo se fundamentou no fato de que todo o processo de investimentos da entidade passa pelo crivo de uma avaliação externa/independente. “Durante a fase de verificação da nossa conformidade ao Código de Autorregulação, vimos que ele contribuiria, como de fato contribuiu, para o aperfeiçoamento dos pontos passíveis de melhoria, culminando na obtenção do Selo”, diz, ressaltando a importância dessa chancela que traz mais segurança e confiabilidade ao trabalho da entidade no que diz respeito à gestão dos investimentos.

Processo de obtenção do Selo – Jurandir conta ainda que tanto a Diretoria como os Conselhos Deliberativo e Fiscal da Capef se mostraram amplamente favoráveis, desde o momento da adesão/candidatura ao Selo. “Não poderia ser diferente, uma vez que todos os membros eleitos e indicados são egressos do nosso patrocinador fundador, o Banco do Nordeste, que possui várias certificações concedidas pela Anbima, por exemplo, que de certa forma têm similaridade quanto ao significado. Então, a atuação dos colegiados foi fundamental durante todo o processo, dando apoio irrestrito e colocando-se à disposição, inclusive em atender com celeridade aos quesitos formulados aos membros desses órgãos estatutários, bem como quanto à implementação das recomendações de melhoria apresentadas pela banca avaliadora, quando a alçada era de sua governança”, explica. 

Embora a pandemia tenha estendido um pouco o processo, Jurandir destaca que essa extensão adicional veio a contribuir para que a Capef pudesse contar por exemplo, com o auxílio da Auditoria do patrocinador que, durante os trabalhos normais de auditoria anual na entidade, puderam fazer uma conformidade prévia do processo de gestão de investimentos e de documentação que foi enviada à banca avaliadora.

Segundo o Presidente da Capef, o principal e mais relevante aprendizado no processo de obtenção do Selo de Autorregulação em Governança dos Investimentos é o entendimento de que essa jornada não termina com o Selo, o qual não deve ser visto com um fim em si. “Podemos dizer, sem dúvida, que fica ampliada a consciência da importância do aprimoramento contínuo para garantirmos um padrão elevado de governança na gestão dos investimentos, tornando ainda mais tranquilo quando for chegado o tempo de passarmos por uma avaliação futura para manutenção do Selo, em conformidade com o novo Código de Autorregulação”, complementa.

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