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Sistel alcança resultados positivos em 2020 e aumenta diversificação em plano CD

Sistel alcança resultados positivos em 2020 e aumenta diversificação em plano CD

Administrando sete planos de previdência, sendo quatro de Benefício Definido (BD), dois planos de Contribuição Variável (CV) e um plano de Contribuição Definida (CD), a Sistel encerrou o ano de 2020 com resultados positivos, acima de suas metas e benchmarks. A rentabilidade consolidada da entidade foi de 14,23%, sendo 15,48% nos Planos BD, 9,63% nos Planos CV – contra uma meta atuarial de 9,57% – e 4,38% no Plano CD.

À exceção do plano de Contribuição Definida, a estratégia de investimento estabelecida para os demais planos utiliza o conceito de ALM. “Mesmo na grande crise causada pela pandemia, essa estratégia se mostrou muito eficiente tanto para a rentabilidade como para a solvência de cada um deles. Assim, não alteramos a estratégia já adotada”, explica o Presidente da Sistel, Carlos Moreira, em entrevista ao Blog Abrapp em Foco.

Para os planos BD e CV, as estratégias estabeleceram aquisição de títulos públicos de longo prazo marcados na curva. “Hoje temos mais de 85% dos ativos destes planos com esta característica, e os 15% restantes são formados por títulos públicos marcados a mercado, utilizados para honrar os pagamentos de benefícios e empréstimos a participantes”, conta Moreira. No consolidado dos planos, 90% dos participantes da Sistel são assistidos

Para o plano CD, a alocação é de 75% em renda fixa, 10% em renda variável, 6% em estruturado, 3% no exterior, 4% em empréstimos a participantes e o restante no segmento imobiliário. Neste plano, a implantação da Política de Investimentos foi postergada no início da crise decorrente da pandemia de Covid-19 no ano passado. Segundo Moreira, a estratégia foi para que houvesse uma avaliação melhor sobre os impactos da pandemia nos ativos financeiros. “A partir de maio, contudo, já iniciamos a alocação estabelecida na política, aumentando a participação em renda variável e os aportes em fundos no exterior, imobiliários e multimercados. Essa decisão ocorreu após a nossa percepção de que os ativos de risco já tinham, em grande parte, precificado os efeitos negativos da Covid-19”, destaca.

Investimentos no exterior são destaque de rentabilidade na carteira da Vivest em 2020

Investimentos no exterior são destaque de rentabilidade na carteira da Vivest em 2020

Em um ano conturbado como o de 2020, em que as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) tiveram que ser cautelosas em relação às estratégias de investimentos, a Vivest alcançou bons resultados puxados pelos investimentos no exterior, que tiveram rentabilidade e de 32,3% no acumulado do ano. A entidade encerrou o período com rentabilidade nominal acumulada de 14,34%, resultado que supera a rentabilidade anual média de 5,51% atingida pelos fundos multimercados medidos pelo índice IHFA (índice de Hedge Funds da Anbima).

O resultado ocorreu, contudo, depois de vários períodos de incertezas decorrentes dos efeitos da pandemia de Covid-19 no mercado financeiro e no mundo todo. “O epicentro da crise foi no mês de março, quando todos ativos financeiros sofreram queda. No início daquele mês, vendemos R$ 1,2 bilhão em renda variável e resgatamos R$ 800 milhões aproximadamente de aplicações em fundos multimercados. Essa foi a movimentação mais significativa que fizemos”, diz o Diretor de Investimentos da Vivest, Jorge Simino, em entrevista ao Blog Abrapp em Foco.

Segundo Simino, esse foi um movimento de defesa feito pela equipe de investimentos da entidade no início da crise. “Ninguém sabia o que ia acontecer, as dúvidas eram gigantes do ponto de vista da pandemia e economia. No começo de abril, todos os governos fizeram movimentos de prover liquidez para o mercado como um todo, seja via política monetária ou fiscal”, lembra. “Com isso, retomamos o risco a partir da segunda quinzena de abril”.

Na primeira retomada de investimento em ativos de risco, a Vivest aplicou R$ 400 milhões em renda variável doméstica. “Esperamos mais um pouco para ter mais clareza, e entre junho e julho, investimos R$ 850 milhões em renda variável no exterior, quando tivemos uma convicção maior de um momento de recuperação em função da liquidez dada pelas políticas adotadas pelo governo”, explica Simino.

Investimento no exterior – A performance de abril para frente, segundo Simino, foi decorrente de uma recuperação do mercado, sendo que a entidade saiu de um resultado consolidado negativo de 4,7% no primeiro trimestre para uma rentabilidade de 20,6% no o plano BSPS; de 18,9% no BD, e de 16,45% no CV entre abril e dezembro. “Tivemos uma boa recuperação dado o tamanho do risco tomado”.

Já no início de 2021, Simino explica que as estratégias adotadas serão mantidas, sem nenhum movimento muito significativo. A expectativa, contudo, é que haja um incremento do limite para investimentos no exterior via regulamentação. A Resolução CMN nº 4.661/2018 estabelece um limite máximo de 10% de alocações do total de investimentos das EFPC em ativos no exterior. “Do ponto de vista de análise e fundamento, eu gostaria de ter mais dinheiro em renda variável no exterior. Hoje temos pouco menos de um R$ 1 bilhão e gostaria de ter até R$ 2,5 bilhões”, diz.

A fundação se aproxima do limite de 10% investidos no exterior em seus planos de Contribuição Variável. “Lembrando que as EFPC têm gestão profissional, seja uma parte terceirizada ou uma parte interna, e o pessoal está devidamente capacitado a fazer esse tipo de decisão”, reitera o Diretor de Investimentos da Vivest.

Meta atuarial – Apesar de ter alcançado o resultado de 14,34% em 2020, o desempenho ficou abaixo do necessário para atingir a meta atuarial do ano, que chegou ao patamar histórico de 30,81%. Isso ocorreu por conta da disparada do IGP-DI, indexador dos planos de benefício da Vivest, tornando a meta atuarial de 2020 um desafio sem precedentes, na visão de Simino. “É uma meta de impossível alcance”, destaca.

Simino ressalta que há uma discussão para troca do índice da meta atuarial na fundação há 12 anos. “Apresentamos, em 2009, para a governança da entidade essa necessidade. Na época, o Tesouro Nacional disse que não emitiria mais as notas série C, atreladas ao IGPM. Alertamos à governança que teríamos um problema de descasamento, pois não haveria mais ativos atrelados ao IGPM”, explica.

Após várias discussões, a Vivest retomou a conversa entre 2018 e 2019, apresentando novamente à governança da entidade o projeto de troca do indexador, e no começo de 2020 dois planos o aprovaram. “A governança individual dos planos aceitou a decisão, que foi ratificada pelo Conselho Deliberativo, enviando à Previc para aprovação”. Simino explica que a Vivest ainda está no aguardo da validação da proposta pela autarquia.

Após gangorra, investimentos da Funpresp-Jud encerram 2020 com rentabilidade acima do esperado

Em um ano extremamente desafiador, as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) tiveram que mudar suas dinâmicas internas em 2020 para se adaptar às exigências impostas pelo isolamento social decorrente da pandemia de Covid-19. Em pouco tempo, funcionários foram colocados em trabalho remoto e os gestores dos investimentos observaram as grandes oscilações do mercado. “Fomos, como todo mundo, ‘atropelados’ pela pandemia”, diz o Diretor-Presidente da Funpresp-Jud, Amarildo Vieira.

Ele conta que na fundação, não houve perda da qualidade do trabalho, aumentando a produtividade e sendo vislumbrada a possibilidade de estudar com seriedade o trabalho remoto constante. “Esse foi um passo, mas nos preocupamos e até hoje temos avaliado o retorno ao presencial, que só vai ocorrer quando for seguro para todo mundo”, diz Amarildo. Em relação aos investimentos, mesmo com quedas acentuadas da rentabilidade, houve ganhos de sucesso. “Foi uma verdadeira gangorra”, descreve o dirigente. “Vivemos uma montanha-russa, ora indo muito bem, e de repente muito mal”, diz.

Resultados – A Política de Investimentos da fundação já estava pautada, desde sua criação, em um um posicionamento mais conservador, sem expor os recursos à volatilidade de modo a promover educação financeira e previdenciária aos participantes. Com a queda da taxa de juros e a renda variável dando sinais de ser um grande veículo para investir, em 2020 o planejamento da entidade foi entrar com toda força no segmento. “Em março, contudo, tivemos uma perda expressiva, que foi recuperada em abril. Ficamos nessa gangorra e uma coisa que conseguimos fazer no sentido de manter a calma e tranquilidade nesse ambiente tão conturbado pelo qual passamos foi comunicar os participantes de que estávamos agindo bem no sentido de perseverar a integridade dos recursos”, explica Amarildo.

O Plano de Benefícios JusMP-Prev apresentou retorno de 3,23% em termos nominais e 1,86% em termos reais em dezembro de 2020, ficando acima do benchmark no mês, 1,71% em termos nominais e de 0,36% em termos reais. Segundo a entidade, esse foi o melhor resultado mensal, em termos nominais, desde o início do Plano de Benefícios. No acumulado de 2020, o Plano de Benefícios encerrou com retorno de 8,81% em termos nominais e 4,11% em termos reais, apenas ligeiramente abaixo da meta para o ano  – 8,84% em termos nominais e 4,13% em termos reais. As reservas do Plano de Benefícios encerraram 2020 com retorno de 8,90% em termos nominais e 4,19% em termos reais, superando o benchmark.

“O resultado do ano como um todo foi bom. Fomos resilientes, conseguimos manter a tranquilidade, investindo em título público, privado e no exterior. Mantivemos nossa posição na bolsa, não nos desfizemos de nada, não realizamos prejuízo, e colhemos o resultado. A reação foi bem tranquila, segura nesse período, e temos uma equipe bastante dedicada que conseguiu conduzir o destino da fundação com apoio da Diretoria para que passássemos por este ano de turbulência com bastante aprendizado. Chegar no final do ano com esses números é muito satisfatório”, ressalta.

Vídeo: Luís Ricardo Martins aborda desafios enfrentados pelo sistema em 2020 e propostas de fomento para este ano

Vídeo: Luís Ricardo Martins aborda desafios enfrentados pelo sistema em 2020 e propostas de fomento para este ano

Os desafios enfrentados pelo sistema em 2020, os resultados positivos conquistados e as perspectivas para este ano de 2021 foram temas abordados pelo Diretor Presidente da Abrapp, Luís Ricardo Martins, em entrevista ao Tamer 360. Entre os desafios, Luís Ricardo destacou na entrevista que o sistema administrou bem a crise enfrentada em 2020, decorrente da pandemia de coronavírus. “Tudo foi muito rápido e muito bem feito pelo nosso segmento”, disse, ressaltando a solidez do sistema.

Ele lembrou que nesse período, as entidades revisitaram ou examinaram a necessidade de revistar as políticas de investimento, sendo que não foi necessário modificá-las pelo perfil de longo prazo, ressaltando uma gestão extremamente profissional. Luís Ricardo destacou ainda a importância de se ter dirigentes certificados e capacitados no sistema para a administrar os efeitos da pandemia.

O Diretor Presidente da Abrapp reforçou que, passado esse desafio, o sistema está pronto para retomar uma agenda estratégica. “É um momento em que o sistema exerce seu protagonismo e pauta o governo brasileiro dos grandes temas, pois precisamos de políticas públicas para incentivar ainda mais o incremento da poupança de longo prazo”, disse, contando o desafio de transformar a “poupança do medo”, que foi formada neste período de crise, na “poupança da esperança” – a poupança previdenciária.

Planos Família – Luís Ricardo destacou ainda o sucesso dos planos família, que segundo ele é um projeto audacioso que deu certo. “A gente precisa proteger uma maior número de pessoas e à luz do nosso perfil de participante, com o esgotamento da relação tradicional empregado-empregador, com um novo trabalhador, o nativo digital, o sistema precisava se flexibilizar, se reinventar, se modernizar para oferecer para esse jovem alternativas de proteção”, disse.

Hoje, os planos família acumulam R$ 210 milhões e quase 30 mil participantes, e Luís Ricardo citou a perspectiva que esses planos alcancem um patrimônio de R$ 2 bilhões, protegendo 500 mil pessoas em dois anos. “Estamos oferecendo aos familiares dos participantes a possibilidade de ter uma proteção adicional”, disse na entrevista.

Regulamentação – O sistema está ainda fortemente engajado em discutir com o governo projetos que deem mais incentivo à poupança previdenciária. Luís Ricardo reforçou que com o Estado saindo da condição de grande provedor da previdência pública, transfere para o indivíduo a responsabilidade de formar sua reserva previdenciária. “Dentro dessa mensagem que é passada pelo Estado brasileiro, precisamos criar mecanismos para que esse trabalhador seja incentivado a poupar e a formar uma reserva de longo prazo. E aí os incentivos são fiscais”, disse, citando que a Abrapp defende dentro do Parlamento sete projetos de lei de cunho tributário de incentivo à poupança.

Ele citou ainda que a Emenda Constitucional nº 103 estabelece que os estados e municípios obrigatoriamente devem criar a previdência complementar do servidor público, o que será uma grande janela de oportunidade de crescimento do sistema. “A Constituição estabelece que deve ser editada uma lei para que as entidades abertas também possam fazer essa gestão”, disse Luís Ricardo. Diante disso, está em debate esse projeto de lei que visa harmonizar as entidades fechadas e abertas para que essa gestão possa ser feita.

Luís Ricardo destacou ainda seu otimismo com 2021 à luz dos desafios enfrentados pelo sistema no ano passado. Assista ao vídeo na íntegra:

Planejamento Estratégico: Abrapp supera nas entregas para as associadas no 1º ano do mandato

Planejamento Estratégico: Abrapp supera nas entregas para as associadas no 1º ano do mandato

Superação define o que 2020 representou para muitas entidades fechadas e o próprio sistema Abrapp. Essa palavra está materializada nos resultados apresentados pela Associação no encerramento do primeiro ano do Planejamento Estratégico 2020-2022.

Impactadas pelas múltiplas crises desencadeadas pela pandemia de COVID-19, a partir de março, as entidades fechadas demonstraram seu forte poder de recuperação nos meses seguintes.

“As associadas praticamente não tiveram que mexer em suas políticas de investimentos. Os processos de comunicação e relacionamento com os participantes passaram por uma rápida adaptação, permitindo que os serviços e o pagamento de benefícios não fossem interrompidos. O sistema demonstrou agilidade e resiliência diante da crise”, destaca o Diretor-Presidente da Abrapp, Luís Ricardo Martins.

Avanços em 2020 – A Abrapp também se reinventou e com o engajamento das associadas foi possível obter inúmeras conquistas ao longo de 2020, traçadas no planejamento estratégico da Associação, juntamente com Sindapp, ICSS e UniAbrapp.

“Atuamos para consolidar o fomento do sistema e avançamos, por exemplo, com a multiplicação dos planos voltados aos familiares de participantes”, ressalta o Diretor-Presidente da Abrapp.

Foram ainda realizados importantes avanços na orientação para a criação dos novos planos para os entes federativos. A Abrapp participou da construção de vários projetos de lei no âmbito da Iniciativa do Mercado de Capitais (IMK), como as propostas voltadas para a harmonização das regras entre as entidades abertas e as fechadas, acrescenta o dirigente.

Perspectivas para 2021 – Para o segundo ano do mandato, a expectativa é de ampla mobilização junto ao Parlamento. “Teremos um trabalho fundamental junto ao Congresso Nacional para avançar com o aperfeiçoamento da legislação e a busca por novas conquistas para o sistema, como por exemplo, a inscrição automática”, acrescenta Luís Ricardo.

“Por tudo isso, podemos dizer que nosso sistema continua mais do que nunca na agenda prioritária do governo brasileiro. Teremos muito trabalho pela frente, como por exemplo, a operacionalização do CNPJ, a discussão da Lei de Proteção ao Poupador Previdenciário, a harmonização de regras e as propostas tributárias para incentivar a poupança de longo prazo. São temas prioritários em nossa agenda para o próximo ano, para que possamos continuar cumprindo as metas do planejamento estratégico”, completa o Diretor-Presidente da Abrapp.

Entenda o Planejamento Estratégico 2020-2022

Para que serve – Augusto Reis, Diretor da Abrapp responsável pelo acompanhamento das ações previstas no Planejamento Estratégico, contextualiza a importância dessa ferramenta para as associadas.

Esse “mapa”, com uma visão de três anos à frente, direciona as metas para os mandatos de Abrapp, Sindapp, ICSS e UniAbrapp, de forma integrada e com a colaboração da empresa Conecta. “O Planejamento Estratégico é uma forma de criar as estradas. Delineamos as direções para onde queremos chegar e os meios necessários, que seriam os projetos e as ações para atingirmos esses objetivos”, ressalta o Diretor.

Como é feito – O Planejamento é realizado a cada início de mandato. Ele é fruto de um amplo debate que envolve os Corpos Diretivos de Abrapp, Sindapp, ICSS e UniAbrapp e também da Conecta, além dos superintendentes, gerentes e outros colaboradores dessas instituições.

“Há um contingente muito grande de pessoas envolvidas nesse trabalho de início de triênio de mandato. Nesse momento discutimos quais são os principais pontos que afetam as associadas. Então, é um modelo voltado para buscarmos o melhor possível para as entidades, considerando os pontos que incomodam, aprimoramentos necessários e novas ideias de fortalecimento”, destaca Reis.

Desenho e acompanhamento – Três grandes metas aspiracionais regem o Planejamento Estratégico 2020-2022 do sistema Abrapp: 1- Transformar o sistema em prioridade de Estado; 2 – Estabelecer a Lei de Proteção ao Poupador Previdenciário; e 3 – Consolidar os Planos Família adicionando 600 mil novos participantes.

Foram traçados 10 grandes projetos, que contam com a colaboração das instituições ligadas à Abrapp para fazer cumprir os objetivos estratégicos, visando o atingimento das metas aspiracionais. “Para cada um desses 10 projetos temos um conjunto de ações que precisam ser executadas. Então, o nosso acompanhamento se dá em cima dessas ações propostas”, completa o Diretor.

Principais realizações

Participação em organismos – Em complemento às conquistas já citadas pelo Diretor-Presidente, Luís Ricardo Martins, o Diretor Augusto Reis cita a participação da Abrapp junto aos diversos organismos que compõem o sistema de previdência complementar. Há um conjunto de ações do Planejamento baseadas na atuação da Abrapp junto ao Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), à Previc, à Iniciativa de Mercado de Capitais (IMK) e até mesmo ao Congresso Nacional.

“Essas ações visam ajudar a compor os normativos, a legislação que será referência para o sistema. Então, todas as ações que a Abrapp realiza no sentido de participar da construção desses normativos que recairão sobre o sistema e, consequentemente, sobre todas as associadas, é uma forma de agirmos para a proteção e o bom andamento das atividades das entidades fechadas”, observa Reis.

Lei de Proteção ao Poupador Previdenciário – A Abrapp estruturou um projeto de lei que visa dar proteção ao poupador previdenciário, oferecendo as condições necessárias para a defesa e incentivo da poupança de longo prazo. “A poupança de longo prazo tem um papel fundamental na economia, pois é um recurso investido em amplo horizonte de tempo. E os projetos de maior envergadura para uma sociedade normalmente são de longo prazo. Então, criar uma lei que visa dar essa proteção e, consequentemente, incentivar o poupador previdenciário, é fundamental”, afirma Reis.

Planos família – A Abrapp elaborou um Guia Rápido de Implantação de Planos Família. O Diretor lembra que essa vertente é uma das principais alternativas para o crescimento do sistema, possibilitando a entrada de novos participantes nos planos de previdência complementar. É possível agregar essa nova população por meio da criação de planos instituídos, inclusive através do Fundo Setorial Abrapp, que está à disposição das entidades associadas.

Capacitação em alta – O Diretor também destaca a atuação da UniAbrapp com a oferta de treinamentos e capacitação cada vez mais próximos das necessidades do sistema: formação de líderes, programas para conselheiros, programa para desenvolvimento de consultores previdenciários, entre outros. “Isso é fantástico porque a cultura comercial precisa estar inserida em nossas entidades. E a UniAbrapp tem estruturado cursos para a formação dessa cultura junto aos profissionais que compõem as fundações. Isso, sem dúvida, tem um peso muito grande no atingimento de nossas metas”.

Reinvenção dos eventos – O Diretor chama a atenção para os grandes eventos realizados, reinventados neste ano com o formato online, como os Encontros Regionais, o 9º Seminário de Investimentos, o 2º Encontro de Estratégia e Criação de Valor e o 41º Congresso Brasileiro de Previdência Privada. “São eventos que destacaram temas de grande importância para essa questão da cultura comercial e também da cultura ASG e  investimentos que respeitem os critérios de sustentabilidade e governança”.

Fortalecimento da Conecta – A Conecta está preenchendo espaço de suma importância para as associadas, na medida em que cria condições para a implantação de serviços compartilhados para as EFPC, observa Augusto Reis. Ele destaca o lançamento da Central de Serviços, produto que conta com técnicas e ferramentas de automação para que as entidades desenvolvam vendas, marketing, atendimento e relacionamento. “A Conecta provê soluções e intermedia os serviços mais adequados para as EFPC, buscando ganhos de escala com preços satisfatórios para as entidades”.

EFPC são ouvidas na construção de normativos – A Abrapp tem participado da revisitação de normativos importantes para o sistema, a exemplo da Resolução CMN 4.661/2018, a IN Previc 18 e projetos de lei que tratam de incentivos tributários para os participantes. A lista inclui ainda o PLP 164 do Ministério da Economia sobre segregação patrimonial e o projeto de lei que trata da harmonização entre entidades abertas e fechadas, já citado por Luís Ricardo Martins. “Ao participar das alterações dos normativos ou do arcabouço legal que tem impacto direto sobre as associadas, a Abrapp está exercendo o papel de proteger as entidades e, consequentemente, participantes e assistidos”, acrescenta o Diretor.

Respostas tempestivas para as associadas – Ao concluir sua avaliação, Augusto Reis afirma que o sistema Abrapp tem dado respostas adequadas e tempestivas para as necessidades das entidades fechadas de previdência complementar.

“Para toda problemática em torno de nós, associadas, a Abrapp tem se sensibilizado e buscado, muitas vezes, até se antecipar nas soluções. Por isso é uma atuação tempestiva, adequada. A Associação sabe o que aflige, angustia ou prejudica as associadas e sai em defesa para resolver essas principais questões”, ressalta o Diretor.

“E o que nos deixa bastante satisfeitos com o sistema Abrapp, falo particularmente da liderança do Presidente Luís Ricardo, um incansável batalhador em prol do sistema, e da sapiência e maestria de Devanir Silva como Superintendente da Abrapp. Também não posso deixar de destacar a qualificação de toda a equipe de colaboradores de Abrapp, Sindapp, ICSS e UniAbrapp. Os profissionais que estão dentro dessas instituições são grandes responsáveis pelo nível de excelência dessas entregas”, completa Reis.

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