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Amanhã: Luz Soluções realizará Webinar sobre Instrução nº 31 nesta terça-feira

Amanhã: Luz Soluções realizará Webinar sobre Instrução nº 31 nesta terça-feira

O ano de 2020 chega ao fim e, com ele, termina o prazo para as adaptações exigidas pela Instrução Normativa nº 31/2020. Publicada pela Previc, a Instrução nº 31 muda os procedimentos contábeis das Entidades Fechadas de Previdência Complementar a partir de 1 de janeiro de 2021. Para abordar o tema e ajudar as entidades que precisam de suporte nesta reta final, a Luz Soluções Financeiras promove o Webinar “IN 31: informações contábeis – o que muda e como podemos ajudar”. Conduzido pelo diretor da área de Previdência com foco em Investimentos e Consultoria, Leonardo Ozorio, o evento acontece na próxima terça-feira, dia 15 de dezembro, das 9h30 às 10h15.

Economista pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com MBA em Finanças pelo Instituto Coppead de Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Ozorio possui certificação e habilitação de dirigentes das entidades fechadas de previdência complementar (EFPC) com ênfase em Investimentos e certificação em gestão de risco ISO 31000. Antes de fazer parte da Luz Soluções, atuou por mais de oito anos no Grupo Icatu e trabalhou em entidades como Petros, Valia e a empresa de saúde Capesesp.

O executivo ressalta que a Instrução nº 31 muda sensivelmente a planificação contábil e, neste momento, as entidades precisam se ater a alguns pontos principais. São eles: 1) É necessário estar ciente de todas as mudanças que passam a vigorar a partir de janeiro e como estas alterações impactam na rotina da entidade; 2) É preciso conferir se, de fato, todas as informações exigidas foram mapeadas internamente e como serão identificadas mensalmente; 3) Caso ainda não tenha conferido todas as alterações, é importante saber que há consultorias, como a Luz Soluções, que podem ajudar neste processo, tanto de mapeamento de informações como processual (geração de informações para a Previc).

Inscrições gratuitas pelo link.

Luz Soluções realiza webinar sobre Instrução 31 e ressalta o que ainda pode ser feito antes das mudanças contábeis de 2021

Luz Soluções realiza webinar sobre Instrução 31 e ressalta o que ainda pode ser feito antes das mudanças contábeis de 2021

O ano de 2020 chega ao fim e, com ele, termina o prazo para as adaptações exigidas pela Instrução Normativa nº 31/2020. Publicada pela Previc, a Instrução 31 muda os procedimentos contábeis das entidades fechadas de previdência complementar a partir de 1 de janeiro de 2021. Para abordar o tema e ajudar as entidades que precisam de suporte nesta reta final, a Luz Soluções Financeiras promove o Webinar “IN 31: informações contábeis – o que muda e como podemos ajudar”. Conduzido pelo Diretor da área de Previdência com foco em Investimentos e Consultoria, Leonardo Ozorio, o evento acontece na próxima terça-feira, 15 de dezembro, das 9h30 às 10h15. As inscrições são gratuitas.

Economista pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com MBA em Finanças pelo Instituto Coppead de Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Ozorio possui certificação e habilitação de dirigentes das entidades fechadas de previdência complementar (EFPC) com ênfase em Investimentos e certificação em gestão de risco ISO 31000. Antes de fazer parte da LUZ, atuou por mais de oito anos no Grupo Icatu e trabalhou em entidades como Petros, Valia e a empresa de saúde Capesesp.

O executivo ressalta que a Instrução 31 muda sensivelmente a planificação contábil e, neste momento, as entidades precisam se ater a alguns pontos principais. São eles: 1) É necessário estar ciente de todas as mudanças que passam a vigorar a partir de janeiro e como estas alterações impactam na rotina da entidade; 2) É preciso conferir se, de fato, todas as informações exigidas foram mapeadas internamente e como serão identificadas mensalmente; 3) Caso ainda não tenha conferido todas as alterações, é importante saber que há consultorias, como a Luz, que podem ajudar neste processo, tanto de mapeamento de informações como processual (geração de informações para a Previc).

Desde 1999 no mercado e com mais de 100 colaboradores, a Luz desenvolve soluções inovadoras para gestão de risco, consultoria especializada e governança corporativa. O objetivo é ajudar instituições, financeiras ou não, a controlarem seus recursos de forma eficiente, com segurança e transparência. Mais informações: www.luz-ef.com

Clique aqui para se inscrever no webinar.

Artigo: O ano de 2020 e as oscilações dos títulos privados – Por Elyson Narita*

O ano de 2020 caminha para os seus últimos dias com um cenário, certamente, inimaginável nas mais pessimistas previsões. Seja no que se refere à saúde ou ao desempenho da economia global, o ano chega na reta final com um balanço, infelizmente, negativo e sem a sinalização consistente de inversão de tendência.

No mercado financeiro, as incertezas da economia impactaram o desempenho da grande maioria dos ativos. Como resultado, tivemos grandes turbulências, muita desvalorização e perdas. O Ibovespa, mesmo com a recuperação recente, acumula queda em torno de 10% em 12 meses. O real, por sua vez, apresenta uma desvalorização superior a 40% frente ao dólar.

Quanto ao mercado de títulos de dívida privada, há tempos, também não víamos tamanha oscilação e mudanças abruptas de cenário. As incertezas quanto ao futuro das companhias afetaram a negociação destes papéis: o mercado tem exigido maior prêmio ao negociá-los. Especificamente no que se refere às debêntures, houve forte desvalorização no preço unitário, consequência do aumento significativo nos spreads.

Realizamos recentemente um levantamento contemplando cerca de 900 debêntures e o resultado realmente surpreende. Tratando-se apenas dos ativos que acompanham a taxa do CDI, os prêmios negociados subiram consideravelmente: segundo nosso estudo, o spread médio destes ativos subiu quase 140%. Se considerarmos somente as debêntures que receberam a melhor classificação de risco no começo de 2020, ou seja, aquelas com rating AAA, esta variação é ainda mais expressiva, superando 280%.

No que se refere às cotações, a trajetória é inversa. No levantamento considerando o Preço Unitário (PU Par %, ou seja, a relação entre o preço a mercado e o preço na curva) de cada ativo, em média, as debêntures indexadas ao CDI acumulam queda de 3,25% em 2020. Neste caso, os ativos com melhor rating também foram os que mais sofreram, com uma desvalorização acumulada de 3,55% no ano.

Os ativos indexados ao IPCA mostram comportamento semelhante, porém com menor intensidade. Em média, o prêmio pago pelas debêntures que acompanham o IPCA subiu cerca de 48%, com destaque para as debêntures com rating AA, cujo prêmio médio subiu cerca de 94%. Já o PU Par % médio destes ativos, considerando todos os ratings, acumula uma desvalorização de 2,75% em 2020.

Estes números reforçam que há uma percepção praticamente consensual do mercado de que, de modo geral, os títulos de dívida privada se tornaram mais arriscados em 2020. Para correr este risco, investidores estão exigindo prêmios mais elevados e pagando menos por cada papel. Para as empresas, o cenário indica que a captação pode ficar mais difícil: para novas emissões, é coerente que credores demandem maiores prêmios, gerando assim a tendência de aumento de custo de capital.

Vale ressaltar que a análise é um retrato do panorama atual. Mudanças de perspectiva para a economia global, assim como medidas ou impactos diretos em segmentos específicos, podem alterar este quadro a qualquer momento. As debêntures são ótimos instrumentos de captação para as empresas e oferecem bons retornos para investidores. No entanto, principalmente em momentos de crise, é necessário acompanhar de perto as variações e estar ciente dos riscos envolvidos.

*Analista da POP BR, Provedora Oficial de Preços Brasil, empresa da LUZ Soluções Financeiras

(As opiniões e conceitos emitidos no artigo acima não refletem, necessariamente, o posicionamento da Abrapp a respeito do tema)

Por que o seu atuário deve entender de investimentos? – *Por Sara Marques

Por que o seu atuário deve entender de investimentos? – *Por Sara Marques

Na gestão de um fundo de pensão, há uma premissa inquestionável: o passivo é tão importante quanto o ativo. De nada adianta cuidar da receita, por meio de investimentos estruturados e rentáveis, se a evolução da carteira não acompanhar as previsões de desembolso. Somente conseguimos um bom desempenho quando as duas áreas estão interligadas e buscam o mesmo objetivo.

Apesar de lógico e conceitualmente básico, na prática, podemos ver cenários distintos. Os ativos, geralmente controlados pelos gestores de investimentos, podem não estar alinhados com os cenários desenhados pelos atuários. Estes, por sua vez, muito mais do que realizar uma revisão anual do passivo, precisam conhecer de investimentos para avaliar se os recursos serão suficientes para cumprir as obrigações previstas para os próximos anos.

Em outras palavras, o atuário deve saber se as despesas previstas estão alinhadas com as estratégias de investimentos e, caso perceba algum desalinhamento, sinalizar, antecipadamente, para o gestor de investimentos. A sinergia entre as duas áreas e este acompanhamento são essenciais para um fluxo financeiro coerente.

Infelizmente, o descasamento não é algo raro e traz grandes preocupações para as fundações, patrocinadores e investidores. Se o fundo se compromete com um resultado equivalente à variação do IGP-DI acrescido de um prêmio, por exemplo, a área de investimento não pode ter como meta a variação do IPCA mais um prêmio.

Quando falamos em resultado em fundo de pensão, estamos nos referindo à qualidade de vida de pessoas que dependem e contam com estes recursos. Tratam-se, muitas vezes, da economia e das reservas de uma vida toda. A responsabilidade é imensa e o atuário precisa estar ciente que o seu  compromisso não termina com a revisão dos cálculos. Ele vai além.

Em um cenário de queda de juros, como o que presenciamos este ano, atuário e gestor de investimentos precisam estar cientes que o aumento do passivo poderá ser superior ao retorno proporcionado pelos títulos mais conservadores. Não podemos simplesmente transferir a responsabilidade para o gestor de investimentos como se não tivéssemos nenhuma relação com o que acontecerá.

Não estou dizendo que o atuário deve ser um consultor de investimentos. Não. Não é esta a sua função. Quem buscará os melhores investimentos será o gestor de investimentos. Mas, como controlador do passivo, precisamos acompanhar a gestão dos ativos para garantir que cada pessoa receba o que espera.

Como atuária, posso afirmar que somos responsáveis pelo cumprimento das obrigações e não devemos somente olhar para as hipóteses biométricas e econômicas. O atuário deve proteger o participante e, com foco nele, entender oportunidades de investimentos e os seus respectivos riscos. É sua responsabilidade acompanhar a carteira e avaliá-la de acordo com a evolução dos seus investimentos.

Ao conhecer os papéis que compõem o fundo, com os seus respectivos vencimentos, conseguimos utilizar todo o conhecimento atuarial para sinalizar possíveis períodos de atenção no futuro. E é esta sinergia entre atuário e gestor de investimento que todos os participantes e patrocinadores esperam e precisam.

*Sócia e diretora da Previdência da LUZ Soluções Financeiras. Formada em Ciências Atuariais pela PUC e com MIBA (sócia-membro do Instituto Brasileiro de Atuária), possui experiência nas áreas de inteligência de mercado, saúde suplementar e previdência complementar.

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