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Vídeo: Luís Ricardo fala sobre janela de oportunidade para previdência do servidor público

Vídeo: Luís Ricardo fala sobre janela de oportunidade para previdência do servidor público

No oitavo vídeo da série Abrapp Direto ao Ponto, o Diretor Presidente Luís Ricardo Martins aborda a Reforma da Previdência e os planos dos entes federativos, destacando a janela de oportunidade que a reforma trouxe com a obrigatoriedade dos mais de 5 mil entes federado instituírem nos seus estados, municípios e distritos, a previdência complementar dos servidor público. “A gente já sabe fazer, isso já deu certo no país”, disse, reforçando que o sistema tem uma grande janela de oportunidade para continuar protegendo o maior número de pessoas e cumprindo com o pagamento de benefícios. “A expectativa é muito grande porque há uma demanda reprimida e uma grande janela”. Assista ao vídeo na íntegra:

Vídeo: Abrapp Direto ao Ponto aborda Lei da Proteção ao Poupador Previdenciário

Vídeo: Abrapp Direto ao Ponto aborda Lei da Proteção ao Poupador Previdenciário

No segundo programa da série Abrapp Direto ao Ponto, transmitida pelo canal da Abrapp no YouTube, o Diretor Presidente Luís Ricardo Martins fala sobre a importância Lei da Proteção ao Poupador Previdenciário, projeto subsidiado pela Abrapp e desenvolvido pelo economista especialista em finanças públicas José Roberto Afonso, e que tem o objetivo de proteger e fomentar a poupança previdenciária dos trabalhadores.

“Todos nós sabemos que a política econômica liberal aponta para um esforço individual de poupança do trabalhador. A mensagem que vem sendo dada para a sociedade brasileira é que a o trabalhador vai ter que incrementar sua capitalização”, diz Luís Ricardo no vídeo, reforçando que o Estado cada vez mais se retira da condição de provedor da previdência pública. “Se o recado é esse, nós precisamos proteger ainda mais o poupador previdenciário”, reforça. Assista ao vídeo na íntegra:

Artigo: Educação financeira e previdenciária, sempre é hora de aprender! – Por *Danielle Cristine da Silva

Artigo: Educação financeira e previdenciária, sempre é hora de aprender! – Por *Danielle Cristine da Silva

Com muita frequência escuto frases do tipo: “o meu salário não sobra pra nada”, “vou ter que renegociar a fatura do meu cartão de crédito”, “tô farto de tanto boleto para pagar”, “não sei mais para quem pedir empréstimo”, e por aí vai. São tantas as lamúrias e dificuldades de algumas pessoas, que me obrigo a parar para escrever sobre o assunto.

A primeira reflexão que faço é a seguinte: crianças que vêm de famílias onde educação financeira é um assunto que se conversa em casa, são criadas com um diferencial que vai impactar favoravelmente em suas trajetórias. Comigo foi assim. Desde os meus primeiros anos de vida fui ensinada a olhar para o dinheiro como algo verdadeiramente “importante”. E hoje, agradeço a minha mãe por tão valoroso ensinamento. Ainda na infância, desejosa por uma Barbie, ganhava apenas as bonecas Susi, pois eram de preço inferior à famosa Barbie e, com isso, ia sendo ensinada que com a economia na compra, mais poderia sobrar para quando precisássemos para algo muito mais importante na família. Um pouco mais crescidinha, era orientada a ir ao mercado e procurar sempre o menor preço, pois assim minha mãe ia colocando no meu imaginário que, se eu poupasse, mais perto estaria das minhas tão sonhadas férias na praia, que era o que eu mais almejava naquele momento. A chegada da fada dos dentes, aquela que deixava dinheiro embaixo do travesseiro, era repetidamente usada com o viés de guardarmos aquele montão de cédulas para engordar o cofrinho e, no futuro, quebrá-lo para comprar um brinquedo bacana, ao invés do consumo imediato com picolés e balas. E assim, desde cedo fui aprendendo que o futuro confortável depende sempre de uma renúncia atual.

Outra reflexão: finanças não é matemática, é comportamento! Se você não aprendeu isto de casa, sempre é hora de aprender. Até a chegada da pandemia trazida pelo coronavírus, estávamos todos mergulhados num modelo de sociedade centrada no consumo. Um consumo que, gradativamente, se automatizou em nosso cotidiano e em nossa forma de vivermos juntos, uns com os outros. Por quantas vezes fomos conduzidos para uma compra que nem mesmo precisávamos verdadeiramente fazer? Ou que facilmente poderia ser substituída por algo que já tivéssemos ou que poderia ser reaproveitado? Você já refletiu sobre isto? Já fez as contas para ver financeiramente o quanto já gastou sem a menor necessidade? E o quanto aqueles gastos, desnecessários e dispensáveis, acabaram impedindo você de investir em qualidade de vida, como por exemplo ter um plano de saúde? Sem contar o imprevisto de uma demissão e você não ter nenhuma reserva financeira para fazer frente às necessidades de sua família. Por isso que digo que finanças é comportamento: o comportamento diário de pensar e refletir que aquilo que fazemos hoje é o resultado do amanhã.

E a terceira e última reflexão: Quanto mais cedo você começar a poupar, maior será a sua reserva financeira no futuro! Agora aquela perguntinha básica pra tirar você da sua zona de conforto: Já mudou ou vai mudar os seus hábitos de consumo? A pandemia está forçando você a entender isso? Escolha os legados positivos da crise que estamos vivendo e passe a aplicá-los em sua “nova vida”. É hora de qualificar os seus gastos. Investir em um plano de previdência complementar é uma boa forma de fazer isto. Poupar se tornou uma imposição, faça isso agora. Você muda hoje. E a sua aposentadoria agradece.

*Danielle Cristine da Silva é servidora pública do Estado do RS e Diretora-Presidente da Fundação RS-Prev

(As opiniões e conceitos emitidos no texto acima não refletem, necessariamente, o posicionamento do 
Grupo Abrapp a respeito do tema, sendo seu conteúdo de
 responsabilidade do autor)

Live aborda vantagens de se formar uma poupança previdenciária através dos planos de EFPC

Live aborda vantagens de se formar uma poupança previdenciária através dos planos de EFPC

O Presidente do Conselho Diretor do ICSS, Guilherme Leão, que também é Diretor Presidente da Mais Previdência, participou de live transmitida pelo Instagram da Revista RPPS do Brasil (@revista.rppsdobrasil) nesta quarta-feira, 7 de outubro. Com o tema “Previdência Complementar, por que ela é salutar?”, a live foi mediada pela jornalista e diretora da Revista RPPS do Brasil, Iliane Fonseca e buscou esclarecer ao público de dirigentes de institutos de regimes próprios as vantagens de se formar uma poupança previdenciária de longo prazo através dos planos oferecidos por Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC).

Na ocasião, Guilherme pontuou por que a previdência complementar é muito importante para toda a sociedade brasileira. “Todos mundo precisa ter uma consciência do que pode vir pela frente e pensar em previdência complementar”, destacou. Ele descreveu o sistema previdenciário brasileiro, basicamente formado pelo regime geral, de caráter contributivo e obrigatório para todos os trabalhadores vinculados à CLT; regime de repartição, no qual quem está na ativa precisa colocar recursos nesse sistema para viabilizar a aposentadoria de quem hoje está a aposentar; e o regime complementar.

Segundo ele, o regime de repartição possui um risco financeiro pelo fato de que, devido às mudanças que ocorrem na sociedade, a cada dia há menos pessoas contribuindo e mais pessoas vivendo por mais tempo. “Essa equação começa a desequilibrar na medida em que há menos contribuintes. No médio prazo, conforme esse sistema vai se desequilibrando ao longo do tempo e as formas de trabalho vão mudando, voltaremos a ter novas Reformas da Previdência que vão buscar essencialmente o prolongamento da idade para que as pessoas possam vir a se aposentar, e aos poucos há uma tendência de reduzir o valor real do benefício”, explicou Guilherme.

Assim, Guilherme disse que, dentro da estrutura de um plano de previdência complementar, o participante faz a sua poupança como forma estratégica de fazer frente ao risco previdenciário. “A previdência complementar é um sistema de capitalização no qual o participante faz sua contribuição e forma sua poupança. Previdência complementar é poupança de longo prazo”. Ele reitera que é preciso, principalmente, sensibilizar o público mais jovem a começar o planejamento de sua poupança de longo prazo. “Em uma sociedade em que vivemos em uma taxa de juros de 2% ao ano, a capacidade de formar um volume maior de dinheiro é no longo prazo. E o jovem não costuma pensar como vai ter renda e se sustentar daqui a 40 anos”.

Guilherme reforçou a necessidade de mudar esse conceito de previdência e passar a adotar um conceito gestão sobre suas reservas financeiras, fazendo planejamento financeiro para alcançar sonhos e objetivos ao longo do tempo. “O mais seguro para todos nós, inclusive para os funcionários públicos, é pensar na previdência complementar. Ninguém pode perder essa oportunidade durante sua fase laboral”.

Cultura previdenciária – Guilherme ressaltou, contudo, o desafio da questão cultural do Brasil, na qual o Estado é o provedor dessa renda futura, mas alertou novamente que esse sistema está sob risco. “Não existe previdência se ela não for feita com planejamento de longo prazo. Eu convido a todas as pessoas a terem essa consciência e buscarem fazer essa poupança”, disse. “Se eu estou numa previdência complementar com um plano patrocinado, eu coloco um valor e o patrocinador contribui com o mesmo valor e, de cara, já tenho uma rentabilidade maior frente a uma instituição financeira ou plataforma de investimentos, que não têm essa contrapartida”.

Ele explicou a ainda outras diferenças entre a previdência complementar fechada e a oferecida pelas instituições financeiras, e destacou a rentabilidade dos planos de previdência complementar frente aos indicadores de mercado segundo o Consolidado Estatístico da Abrapp. “De 2016 a 2020, a rentabilidade acumulada das EFPC foi de 416,9%, enquanto a do CDI foi de 312%. Em 14 anos, os fundos de pensão, com benefício tributário, gestão mais ativa e maior capacidade de diversificar, conseguiram mais de 100% acima da taxa de juros de um país que tem uma das maiores taxas do mundo. No longo prazo, essa diferença importa muito”, ressaltou.

Guilherme pontuou, contudo, a necessidade de educação financeira para estimular as pessoas a entrarem nesse segmento, destacando a necessidade de se ter uma comunicação mais simples sobre o que o sistema de previdência complementar oferece.

RPPS – Guilherme ressaltou que é positivo que o servidor público tenha oportunidade de contribuir para o regime complementar sabendo que o governo vai contribuir paritariamente. “Esse é o caminho também para buscarmos o equilíbrio financeiro e atuarial da previdência social. A Reforma da Previdência deu solidez ao futuro do RPPS”, disse, fazendo referência à norma que estabelece que os regimes próprios instituam seus regimes de previdência complementar no prazo de 2 anos. “É excelente para o funcionário público e para o RPPS”.

Ele reiterou que o ICSS, instituto que busca certificação dos profissionais do sistema, seja dos regimes próprios ou de previdência complementar, reforça essa aproximação. “Através da UniAbrapp, propiciamos treinamentos e capacitações para que cada vez mais dirigentes de RPPS sejam altamente capacitado para administrar a responsabilidade que está diante deles. Estamos querendo fortalecer a previdência complementar, que é extremamente estratégica para o futuro do nosso país”, destacou.

A live pode ser assistida na íntegra no perfil da Revista RPPS do Brasil no Instagram (@revista.rppsdobrasil).

Prevcom recebe adesão de MT e reforça expertise na gestão de planos para servidores públicos

Prevcom recebe adesão de MT e reforça expertise na gestão de planos para servidores públicos

Com um patrimônio de R$ 1,62 bilhão e 36.466 participantes, a Fundação de Previdência Complementar do Estado de São Paulo (Prevcom) mantém a expertise na gestão de planos para servidores públicos e esta semana recebeu a adesão de mais um ente federativo: o estado de Mato Grosso. Assim, a entidade soma a gestão de cinco planos para os estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia e para a capital paulista, além de também administrar, por meio do plano multipatrocinado Prevcom Multi, os benefícios oferecidos aos funcionários dos municípios de Birigui, Guarulhos, Jales, Louveira, Osasco, Ribeirão Preto e Santa Fé do Sul.

“Nós sabemos como faz plano para servidores, temos competência suficiente para fazer e garantir uma excelente gestão”, declarou o Diretor Presidente da Prevcom, Carlos Henrique Flory, em entrevista ao Blog Abrapp em Foco. A entidade já está há cerca de 2 anos em tratativas com diversos estados e municípios para fazer a administração de seus planos de previdência complementar e, segundo Flory, algumas ainda necessitam caminhar com seus próprios processos legislativos, como era o caso de Mato Grosso. “Com a aprovação da Lei, eles deram seguimento ao convênio de adesão à Prevcom”.

O estado terá um plano específico e, com a adesão, o caminho para a entrada dos municípios mato-grossenses no plano multipatrocinado da entidade será facilitado. “Os municípios poderão ver o exemplo do estado”, destaca Flory. Além dessa nova adesão, a Prevcom conta ainda com mais estados com protocolos de intenção assinados para ter seus planos de previdência complementar geridos pela entidade. São eles Goiás, Pará e Acre.

Crescimento – O impacto no volume de patrimônio e número de participantes da entidade com a adesão de novos entes não é imediato, conforme explica Flory, pois é preciso ter a entrada de novos servidores no estado ou município. Assim, o estado de Rondônia, que está há mais tempo dentro da entidade, com plano funcionando há cerca de 2 anos, soma 500 participantes ao fundo. “Todos os futuros servidores vão seguir esse caminho. Há uma previsão de migração de servidores antigos, mas para isso é preciso que cada ente crie um regulamento sobre como fazer essa migração”, destaca o Diretor Presidente da Prevcom.

O estado de Mato Grosso, por sua vez, está com intenção de fazer um incentivo grande a essa migração. “Eles querem que os servidores do regime antigo que ganham acima do teto do INSS migrem para a previdência complementar, e estão elaborando esse incentivo”. Flory ressalta que com a Emenda Constitucional 103, que determina que os entes federativo com RPPS criem, em até 2 anos, seus regimes de previdência complementar, a tendência é que o processo de criação de um novo regime para estados e municípios se acelere.

Concorrência com abertas – A Emenda Constitucional abre também a possibilidade das entidades abertas de previdência complementar fazerem a administração dos planos para servidores públicos, o que implica, contudo, em uma necessidade de harmonização com as EFPC. O tema tem sido amplamente debatido no âmbito da Abrapp, com a proposta de uma Lei Complementar que visa essa harmonização discutida pelo Grupo de Trabalho sobre Entes Federativos da Iniciativa de Mercado de Capitais (IMK). Leia mais. Para Flory, o importante é que essa concorrência se dê em igualdade de condições. “Os mesmos benefícios das abertas devem que ser dados às fechadas”, diz.

Ele ressalta a questão dos incentivos fiscais, que são o maior ponto de discussão em relação ao tratamento diferenciado que os dois segmentos recebem. “Se não houver igualdade de condições, não é concorrência. O segundo ponto importante de destacar é que na hora da escolha que levará a uma concorrência, seja por licitação ou processo seletivo, nós teremos que cobrar algum tipo de taxa, pois somos entidades sem fins lucrativos, mas precisamos cobrar dos entes para fazer a gestão, e isso pesa em uma concorrência, enquanto uma instituição financeira pode se dar o luxo de não cobrar nada”, reitera Flory. Porém, o grande diferencial é que, enquanto as entidades abertas fazem a gestão do ativo diretamente, as fechadas aplicam em fundos de mercado. “A decisão dos entes, portanto, deve ser em cima do custo total da gestão do ativo e do passivo”, destaca.

Rentabilidade – Flory aponta ainda a rentabilidade de longo prazo como outro diferencial das entidades fechadas frente às abertas. “O resultado da Prevcom até agosto de 2020 foi de 4,28%, contra um objetivo de 3,69%. Isso significa que recuperamos o que perdemos em março. Em 12 meses, a carteira rendeu 9,91% conta um objetivo de 7,21%”, destaca. A Prevcom mantém 69% dos recursos aplicados em renda fixa; 14% em multimercado; 10% em renda variável; e 7% em investimentos no exterior.

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